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Global Sport Líder nacional na organização de eventos desportivos, também representamos atletas, técnicos e

No construção de mais um sonho.
30/09/2026

No construção de mais um sonho.

𝟏𝟔. 𝐃𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟐𝟓 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐝𝐞𝐟𝐢𝐧𝐢𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐚 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥𝐒𝐩𝐨𝐫𝐭? 𝐔𝐦𝐚 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬?Já não. Há muito tempo que não.Or...
29/09/2026

𝟏𝟔. 𝐃𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟐𝟓 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐝𝐞𝐟𝐢𝐧𝐢𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐚 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥𝐒𝐩𝐨𝐫𝐭? 𝐔𝐦𝐚 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬?

Já não. Há muito tempo que não.

Organizar é a parte que se vê: as grades, os arcos, os abastecimentos, o cronómetro. Fazemos isso ao nível dos melhores do mundo e não abdicamos de um único detalhe. Mas se fosse só isso, seríamos uma empresa de logística com quilómetros no meio.

A GlobalSport desenha experiências. Do primeiro clique da inscrição ao último abraço na meta, tentamos pensar em todos os pormenores para que a pessoa viva algo que não consegue viver em mais lado nenhum. A paisagem, o som, a receção, o copo de vinho, a mensagem que recebe no dia seguinte com a sua fotografia a atravessar o Douro. Tudo comunica. Tudo conta uma história.

E é aí que está o valor. Uma corrida gera um resultado. Uma experiência gera memória, partilha, regresso e recomendação. E isso, para quem nos visita, para as marcas e para os territórios, vale infinitamente mais do que um tempo final.

Fomos organizadores durante muitos anos. Hoje somos criadores de experiências à escala de milhares de pessoas. E acredito que é por aqui que vai o futuro dos grandes eventos.

𝟏𝟕. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐦𝐚𝐫𝐤𝐞𝐭𝐢𝐧𝐠 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐭𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐞𝐧𝐡𝐮𝐦 𝐦𝐚𝐫𝐤𝐞𝐭𝐢𝐧𝐠 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐞 𝐨𝐟𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚?

Emoção verdadeira, em massa, ao vivo. Não há outro formato que junte as três coisas.

Uma marca pode comprar atenção em qualquer lado. Mas atenção não é ligação. Na partida de uma das nossas provas há vinte mil pessoas com o coração a bater a cento e cinquenta. Estão felizes, nervosas, gratas, vivas. Nesse estado tudo o que as rodeia f**a gravado. A marca que lhes entrega a água Vitalis ao quilómetro quinze não é publicidade. É a marca que estava lá quando mais precisaram.

É por isso que defendo que uma marca não deve "patrocinar" um evento. Deve “habitá-lo”. Deve ter um papel ativo na criação da experiência. Fazer parte do momento em que a pessoa é mais feliz. As marcas que percebem isto não medem só impressões. Medem afeto. E afeto é o que faz uma pessoa escolher uma marca durante anos.

O desporto é o último grande território onde as pessoas ainda param, sentem e se reúnem em multidão. Quem quiser conversar com elas de forma autêntica tem aqui a melhor porta de entrada para esse mundo.

𝟏𝟖. 𝐅𝐚𝐥𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐠𝐥𝐨𝐛𝐚𝐢𝐬. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐦𝐚𝐫𝐤𝐞𝐭𝐢𝐧𝐠 𝐝𝐢𝐠𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐟𝐨𝐫𝐦𝐨𝐮 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐮𝐦 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚 𝐮𝐦𝐚 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚?

Transformou um dia num ano inteiro. E um lugar no mundo inteiro.
Antes, lá atrás, quando começamos, em 2006, um evento vivia doze horas e umas fotografias no jornal do dia seguinte. Hoje começa meses antes, quando alguém em Berlim, em São Paulo ou em Xangai vê um vídeo de Aveiro, Gaia ou Vilamoura e decide que quer estar ali. Vive nos meses de treino, nos grupos de amigos, nas histórias partilhadas. Explode no dia da prova, com milhares de pessoas a transmitir em direto o que estão a sentir. E continua durante semanas, nas fotografias, nas memórias, na vontade de voltar.

Nós, cada vez mais, queremos tratar tudo isto como uma só experiência. A comunicação digital não é um departamento à parte, é parte do percurso. Cada atleta que partilha o Douro está a fazer chegar o Douro, e as nossas marcas, a milhares de pessoas em quem confia. Multiplica isso por vinte mil.

Para uma marca, isto muda tudo, deixa de ter uma audiência num lugar e passa a ter uma comunidade em movimento, saudável, viajada, ligada ao mundo, que fala com verdade e que gosta de contar onde esteve. E nós sabemos quem ela é, de onde vem, o que a move e quando quer voltar.

𝟏𝟗. 𝐈𝐧𝐭𝐞𝐥𝐢𝐠𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐟𝐢𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐧𝐮𝐦 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐢𝐯𝐨. 𝐌𝐨𝐝𝐚 𝐨𝐮 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐫𝐞𝐚𝐥?

Mudança real. E quem achar que é moda vai perceber tarde demais.

Nós temos vinte e cinco anos de dados, quem corre connosco, de onde vem, quantas vezes voltou, o que valorizou, com quem viajou. Durante muito tempo isso ficou em tabelas. A inteligência artificial permite-nos transformar tudo isso em conhecimento e em experiência. Antecipar quantas pessoas vão chegar de cada país e falar-lhes na sua língua. Perceber o que faz um atleta voltar e o que o faz desistir. Criar conteúdo personalizado para cada um dos vinte mil, no dia seguinte, com a sua história e a sua paisagem. Ajudar as marcas a saber, com rigor, o que aconteceu e quanto valeu.

Mas há uma coisa que quero deixar clara porque a vejo mal compreendida. A inteligência artificial não substitui a emoção. Amplif**a-a. O abraço na meta continua a ser humano. A lágrima na partida continua a ser humana. O que a tecnologia faz é garantir que essa emoção chega a mais gente, no momento certo, da forma certa e que ninguém f**a esquecido.

Sempre fui um sonhador com os pés na terra. Esta é a ferramenta mais poderosa que alguma vez tivemos para transformar sonhos em coisas que se medem. E não a vamos desperdiçar.

𝟐𝟎. 𝐒𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐚̀ 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐥𝐡𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐚𝐬?

Dir-lhe-ia que, se nunca viram, que venham ver com os seus próprios olhos. Uma partida. Uma meta. Um evento de corrida por dentro. E depois conversamos.

Porque tudo o que eu possa dizer numa reunião f**a curto. Os números estão lá, milhares de atletas de dezenas de países, milhões de pessoas alcançadas, hotéis cheios, retorno mensurável para cada parceiro e para cada território. Mostramos tudo, com transparência. Mas o que faz uma marca f**ar connosco anos não são os números. É o que sente quando vê vinte mil pessoas a levantar os braços ao mesmo tempo, no meio da paisagem mais bonita do mundo, com os pés naquele pedaço de mundo.

Dir-lhe-ia também que a GlobalSport não quer patrocinadores. Quer parceiros. Gente que se sente à mesa connosco para desenhar a experiência, que traz ideias, que quer surpreender os atletas tanto quanto nós. Uma marca que entra assim não compra visibilidade. Ganha uma comunidade.

E dir-lhe-ia, por fim, aquilo que digo há vinte e cinco anos, a mim e a todos os que me rodeiam: “Se tu queres, tu consegues. Mas tens que querer, mesmo! As marcas que quiserem, mesmo, estar connosco, certamente que poderão crescer ainda mais, fazer parte de algo maior do que elas próprias e, no fim, serão elas que f**arão na memória de milhares de pessoas.

🇵🇹 A beleza absoluta não se explica. Sente-se a cada passo.No Douro, vem correr por dentro de um poema.𝐀 𝐌𝐀𝐈𝐒 𝐁𝐄𝐋𝐀 𝐂𝐎𝐑𝐑𝐈...
18/09/2026

🇵🇹 A beleza absoluta não se explica. Sente-se a cada passo.
No Douro, vem correr por dentro de um poema.

𝐀 𝐌𝐀𝐈𝐒 𝐁𝐄𝐋𝐀 𝐂𝐎𝐑𝐑𝐈𝐃𝐀 𝐃𝐎 𝐌𝐔𝐍𝐃𝐎.
𝘐𝘕𝘚𝘊𝘙𝘐𝘊̧𝘖̃𝘌𝘚 𝘈𝘉𝘌𝘙𝘛𝘈𝘚

🇬🇧 Absolute beauty cannot be explained. It is felt with every step.
Come to the Douro and run through a living poem.

𝐓𝐇𝐄 𝐖𝐎𝐑𝐋𝐃’𝐒 𝐌𝐎𝐒𝐓 𝐁𝐄𝐀𝐔𝐓𝐈𝐅𝐔𝐋 𝐑𝐀𝐂𝐄.
𝘙𝘌𝘎𝘐𝘚𝘛𝘙𝘈𝘛𝘐𝘖𝘕𝘚 𝘖𝘗𝘌𝘕

🇪🇸 La belleza absoluta no se explica. Se siente a cada paso.
En el Douro, ven a correr dentro de un poema.

𝐋𝐀 𝐂𝐀𝐑𝐑𝐄𝐑𝐀 𝐌𝐀́𝐒 𝐁𝐄𝐋𝐋𝐀 𝐃𝐄𝐋 𝐌𝐔𝐍𝐃𝐎.
𝐼𝑁𝑆𝐶𝑅𝐼𝑃𝐶𝐼𝑂𝑁𝐸𝑆 𝐴𝐵𝐼𝐸𝑅𝑇𝐴𝑆.

𝐑𝐞𝐠𝐢𝐬𝐭𝐞𝐫 𝐍𝐨𝐰:
www.douro-half-marathon.com

𝟏𝟏. 𝐎 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐞́ 𝐚 𝐭𝐮𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚. 𝐌𝐚𝐬, 𝐧𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐢𝐠𝐧𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐢 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨?É o lugar onde aprendi tudo o que sei sobre...
11/09/2026

𝟏𝟏. 𝐎 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐞́ 𝐚 𝐭𝐮𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚. 𝐌𝐚𝐬, 𝐧𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐢𝐠𝐧𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐢 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨?

É o lugar onde aprendi tudo o que sei sobre esforço e humanismo.
Quem nasce no Douro cresce a ver socalcos construídos à mão, pedra a pedra, ao longo de séculos, por gente que nunca teve vida fácil. Não há outra paisagem assim no mundo. Foi o homem que a fez, com suor, lágrimas e tempo. A UNESCO reconheceu-o em 2001. Quem é de lá sabe-o, desde sempre.

Eu sinto-me filho do Douro, daquela terra, daquele rio, daquela gente. O Douro não me deu uma infância de facilidades. Deu-me uma coisa melhor, a certeza de que o que vale a pena custa sempre muito mais. E de que a beleza e a dureza podem viver no mesmo lugar.

Miguel Torga, o meu autor predilecto, escreveu que há paisagens que entram pelos olhos e outras que entram diretamente na alma. O Douro é das segundas. É por isso que insisto que o Douro não é um cenário. É terra, memória, família, dureza e beleza. É casa.
O Douro não é um postal. O Douro é gente. E foi por essa gente que comecei tudo isto.

𝟏𝟐. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐌𝐞𝐢𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐚𝐭𝐨𝐧𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐮 𝐝𝐚 𝐁𝐚𝐫𝐫𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐁𝐚𝐠𝐚𝐮́𝐬𝐭𝐞, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐫𝐚 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐞 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐨𝐧𝐡𝐚𝐬𝐭𝐞?

O Douro tinha tudo. E quase ninguém sabia.

Tinha (e tem!) a paisagem mais extraordinária de Portugal, um Património da Humanidade acabado de reconhecer, os melhores vinhos do mundo. E tinha, ao mesmo tempo, aldeias a esvaziar-se, jovens a partir, uma região de que se falava quase só na altura das vindimas.

Ao Domingo não existia praticamente uma única Quinta de portas abertas, poucos hotéis existiam e o Turismo dava os primeiros passos. Em vinte anos, tudo mudou.

Lembro-me de estar em Bagaúste, de olhar para aquela estrada colada ao rio e de pensar que não poderia haver no mundo um lugar mais bonito para correr. Tinha de haver uma forma de trazer milhares de pessoas até ali. De as pôr a ver o Douro com os próprios olhos, com o próprio corpo, com o próprio coração. A sentir o Douro em cada passada.

Sonhei que um dia gritaríamos ao mundo, sem medo algum, que esta é a mais bela corrida do mundo. Muitos riram-se. Hoje quem o diz já não sou eu. São os milhares de atletas que, anualmente, ali chegam e sentem a verdade deste sentimento arrebatador.

Mas o sonho maior nunca foi a corrida. Foi criar dinâmica. Provar que o Douro podia acontecer todos os anos, com hotéis cheios, restaurantes cheios, ruas cheias. Provar que uma região do interior podia ser o centro do país por um fim de semana. E depois, por muitos mais.

𝟏𝟑. 𝐈𝐧𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐬 𝐡𝐚́ 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐢𝐝𝐞𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐬𝐨́. 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞̂?
𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨𝐬. 𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨.

E porque hoje, o mundo, exige escala, para conseguirmos ser vistos. E, só com unidade absoluta, poderemos ter alguma dimensão aos olhos do planeta.

Durante muito tempo, cada terra quis ser vista sozinha. Freixo, Murça, Régua, Lamego, Vila Real, Pinhão, Sabrosa, Tabuaço, São João da Pesqueira, Carrazeda, Moncorco, Armamar… todos com razão, todos com orgulho, e todos pequenos demais para chegar longe individualmente. Eu sempre defendi o contrário, que a força do Douro está na unidade. A marca é uma, o território é um, o rio é um.

A Meia Maratona do Douro Vinhateiro sempre foi pensada assim. Não é a prova de ninguém. É a prova do Douro. Atravessa a região, junta municípios, envolve produtores, associações, bombeiros, escolas, voluntários. É talvez o dia em que o Douro mais se mostra ao mundo como um só.

E há um outro factor pelo qual temos lutado muito, para que os produtos endógenos tenham de estar obrigatoriamente no centro de tudo. Esta é a única corrida do mundo que oferecer um cálice de vinho do Douro ao longo do percurso. Não é marketing. É identidade. O vinho, o espumante, o azeite, a maçã, a amêndoa… a gastronomia. Tudo o que faz o Douro ser Douro tem de fazer parte da experiência de quem nos visita. Caso contrário, estaremos apenas a organizar mais uma corrida num lugar bonito.
O Douro merece muito mais do que isso.

𝟏𝟒. 𝐋𝐞𝐯𝐚𝐬𝐭𝐞 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨 𝐚𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐜𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨: 𝐂𝐡𝐢𝐧𝐚, 𝐏𝐚𝐫𝐢𝐬, 𝐑𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐉𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨, 𝐌𝐚𝐝𝐫𝐢𝐝. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐯𝐞̂ 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐯𝐞̂ 𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨?

Vê algo em que não consegue acreditar.

Já perdi a conta às vezes que mostrei imagens do Douro numa feira, numa viagem, numa reunião ou numa apresentação e vi pessoas a perguntar-me se era real. Em Xangai, em Paris, no Rio, em Madrid, em tantos lugares. A reação é sempre a mesma. Primeiro, silêncio. Depois: "onde é isto!?".

Foi por isso que decidi que tinha de ir. Não podia f**ar à espera que o mundo descobrisse o Douro sozinho. Fiz milhares de quilómetros com um objetivo simples, colocar o Douro no mapa de quem corre e de quem viaja. Estive em maratonas por todo o mundo, em feiras de turismo, em embaixadas, em reuniões com operadores. Levei o Douro comigo para todo o lado. Levei a paisagem, o vinho e, sobretudo, a nossa gente. Quando ainda não existiam redes sociais, distribui milhões de flyers pelo país inteiro, primeiro, e pelo mundo, depois.

Hoje corremos com atletas de dezenas de países. Muitos vêm pela corrida e f**am pelo Douro. Voltam com a família. Trazem amigos. Tornam-se, sem o saber, embaixadores da nossa terra.

E foi isto que aprendi nesses anos de viagens, o Douro não precisa de se inventar para o mundo. Precisa apenas que alguém o mostre com autenticidade. Porque o Douro, visto de perto, ganha sempre. O Douro genuíno é inigualável.

𝟏𝟓. 𝐃𝐞𝐳𝐚𝐧𝐨𝐯𝐞 𝐞𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬, 𝐚 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐝𝐚 𝟐𝟎.ª 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟕. 𝐅𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚, 𝐚𝐦𝐢𝐠𝐨𝐬, 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚𝐬. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐢𝐜𝐚, 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚𝐬 𝐠𝐫𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐣𝐚́ 𝐬𝐚𝐢́𝐫𝐚𝐦 𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐝𝐚?

F**a o que não se vê na televisão.

F**a o abraço de um voluntário que está connosco desde a primeira edição. F**a o empresário que me diz que o fim de semana da meia maratona é o melhor do ano. F**a a instituição que recebe o apoio da prova e que consegue, graças a isso, fazer mais um pouco por quem mais precisa. Sempre defendi que um evento com esta dimensão tem a obrigação de devolver ao território. E devolver é também isto, dar às causas locais parte daquilo que a corrida gera. Há muitos anos que digo que isto é uma corrida para a vida. Não é uma frase. É o que vejo na partida e na chegada, lágrimas escondidas entre sorrisos, abraços de puro amor, gente a celebrar estar viva.

F**am os amigos. O Douro deu-me amigos para a vida. Alguns começaram por ser parceiros, patrocinadores, autarcas, jornalistas… e hoje são família. Alguns já partiram, mas serão inesquecíveis.

E f**a a família de verdade. A que esperou por mim em tantas noites de montagens e desmontagens. A que aguentou o meu cansaço e as minhas preocupações. Que me viu chorar em anos difíceis e me viu sorrir na partida no dia seguinte. Se há alguém a quem esta corrida pertence, é a eles.

Costumo dizer que o Douro é a minha primeira e a minha última casa. Foi ali que comecei a sonhar e é ali que quero voltar, sempre. Se um dia um miúdo de uma qualquer aldeia, vila ou cidade do Douro, olhar para aquela estrada junto ao rio, cheia de gente, e pensar que também pode fazer algo grande sem sair da sua terra, então terá ainda valido mais a pena.

O Douro deu-me tudo. Eu apenas tento devolver.

𝟔. 𝐑𝐞𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐭𝐞𝐧𝐬 𝐝𝐞𝐝𝐢𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐭𝐮𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐚̀ 𝐥𝐮𝐭𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐬. 𝐃𝐞 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐯𝐞𝐦 𝐞𝐬𝐬...
10/09/2026

𝟔. 𝐑𝐞𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐢𝐝𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞, 𝐭𝐞𝐧𝐬 𝐝𝐞𝐝𝐢𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐭𝐮𝐚 𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐚̀ 𝐥𝐮𝐭𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐬. 𝐃𝐞 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐯𝐞𝐦 𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐥𝐮𝐭𝐚?

Vem de Poiares da Régua. De uma aldeia pequena, num Douro que, quando eu era miúdo, era conhecido pelo Vinho do Porto e, praticamente, quase por mais nada.

Cresci a ouvir que as coisas boas aconteciam sempre noutro lado. Em Lisboa. No Porto. Lá fora. E lembro-me de pensar: porquê? Porque é que um lugar com esta beleza, com esta história, com esta gente, não pode ser o centro do mundo por um dia?

Essa pergunta nunca mais me largou.

Quando a primeira Meia Maratona do Douro Vinhateiro partiu da Barragem de Bagaúste, percebi que a resposta existia. O território não precisava de pedir licença a ninguém. Precisava de um palco. E de alguém que acreditasse que valia a pena construí-lo.

Um evento não muda um território. Muda a forma como o território se vê a si próprio.

Depois vieram Guimarães, Évora, Viseu, Castelo Branco, Guarda, Portimão, Aveiro, Gaia e agora… o Algarve. Lugares diferentes, o mesmo princípio: cada território tem uma identidade única e merece ser mostrado ao mundo com a dignidade que tem. Lutar pelos territórios, para mim, nunca foi política. É gratidão. É devolver ao lugar aquilo que o lugar nos dá.

𝟕. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐮𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐟𝐚𝐳 𝐩𝐨𝐫 𝐮𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐢𝐧𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐠𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫?

Enche-o de gente feliz. 😄

Parece simples, mas não há campanha, nem outdoor, nem anúncio que consiga isso. Um grande evento traz milhares de pessoas ao mesmo lugar, no mesmo dia, todas com a mesma disposição: viver algo bom.

E essas pessoas não f**am apenas no percurso. Dormem, comem, visitam, compram, perdem-se nas ruas, provam, falam com quem lá vive. Descobrem o destino por dentro.

No Douro, a prova são os vinhos, o rio, os socalcos, as gentes a bater palmas. Em Aveiro, é a ria, os moliceiros, a luz. Em Gaia, é o Atlântico e uma cidade que quer crescer. No Algarve, é um destino que já venceu quatro vezes os "Óscares" mundiais do turismo a mostrar que também pode ser o melhor lugar do mundo para correr.

Um grande evento é o dia em que a cultura de um território deixa de ser um folheto e passa a ser uma experiência. Sente-se nas pernas, no coração, na memória.

Ninguém se esquece de um lugar onde foi feliz, e muito menos onde foi feliz a correr.

𝟖. 𝐅𝐚𝐥𝐚𝐬 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐚 "𝐞𝐱𝐩𝐞𝐫𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚". 𝐍𝐮𝐦 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐮𝐝𝐨 𝐬𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐚𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐨, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐦𝐮𝐝𝐨𝐮?

Mudou tudo. E, ao mesmo tempo, o essencial não mudou nada.
O essencial continua a ser o mesmo desde a primeira partida: pessoas a viver uma emoção verdadeira, num lugar verdadeiro. Isso não se inventa.

O que mudou é que hoje essa emoção não f**a no percurso.

Milhares de pessoas partilham, ao segundo, aquilo que estão a ver, a sentir e a viver. Um atleta que fotografa o Douro ao nascer do sol está, sem se dar conta, a mostrar aquele Douro a milhares de pessoas na Alemanha, no Brasil, no Japão.

Não são anúncios. São pessoas reais a dizer: "estou aqui, e isto é extraordinário".

Cada atleta é hoje um embaixador do território. E são milhares, em simultâneo.

É por isso que nunca aceitei fazer eventos "normais". A experiência tem de ser irreplicável, porque é isso que as pessoas querem viver e é isso que querem contar. A experiência ativa é a comunicação mais honesta que existe: ninguém partilha aquilo que não sentiu.

𝟗. 𝐄 𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚𝐬? 𝐏𝐨𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐪𝐮𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐫 𝐧𝐮𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐢𝐯𝐨?

Porque é ali que estão as pessoas com quem ela quer conversar. E estão do lado de dentro, não do lado de fora.

Vejo muitas marcas a investir fortunas para interromper as pessoas.

Nós oferecemos o contrário: a possibilidade de fazer parte do melhor da vida de cada pessoa, de milhares de pessoas.

E que pessoas! Uma comunidade saudável, ativa, que investe em si própria, que viaja, que valoriza o que é autêntico e que está ligada ao mundo inteiro. Uma comunidade que escolhe. E que lembra quem esteve com ela.

Digo muitas vezes aos nossos parceiros que não estamos a vender um logótipo num arco de partida. Estamos a convidar a marca a entrar numa relação. Com a comunidade e com o território. As marcas que percebem isto f**am connosco anos. Algumas, décadas.

Uma marca que está onde as pessoas são felizes ganha algo que dinheiro não compra: confiança.

𝟏𝟎. 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐭𝐨𝐫𝐧𝐨, 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐥𝐚𝐬 𝐞𝐱𝐚𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞? 𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐫𝐜𝐚𝐬 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨𝐬.

Falo de coisas que se medem e de coisas que se sentem. E levo as duas muito a sério.

As que se medem: noites de hotel, restaurantes cheios, comércio local, impostos que f**am, visibilidade internacional, milhões de impressões nas redes sociais, atletas de dezenas de países. Cada um dos nossos eventos gera um retorno económico direto para o território que é muitíssimo superior ao investimento. Sabemos os números. Mostramo-los.

As que se sentem: o orgulho de quem vive naquele lugar e o vê cheio. O miúdo que nasceu ali e f**a com os olhos a brilhar ao ver a sua terra repleta de gente feliz, e que decide que um dia também vai correr no mundo inteiro. A marca que passa a ser reconhecida como parte da comunidade e não como uma intrusa.

O nosso foco é este equilíbrio. Um evento que só dá emoção e não dá retorno não sobrevive. Um evento que só dá retorno e não dá emoção não merece sobreviver.

Territórios mais fortes.
Marcas mais próximas.
Pessoas mais felizes.

É este o retorno que persigo há 25 anos.
E, sinceramente, ainda estou muito longe de me dar por satisfeito.

𝟏. 𝐒𝐞 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐞́ 𝐨 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐂𝐨𝐬𝐭𝐚, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐚𝐬?Sou um sonhador. Sempre fui.Talvez até...
02/09/2026

𝟏. 𝐒𝐞 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐱𝐩𝐥𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐞𝐦 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐥𝐚𝐯𝐫𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐞́ 𝐨 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐂𝐨𝐬𝐭𝐚, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐢𝐫𝐢𝐚𝐬?

Sou um sonhador. Sempre fui.

Talvez até tenha sonhado mais vezes do que aquilo que seria aconselhável. 😄

Mas aprendi muito cedo, lá atrás, na minha pequena aldeia, Poiares da Régua, uma coisa: sonhar não chega. É preciso trabalhar. Cair. Levantar. Voltar a tentar. Ouvir muitos “não” e continuar a acreditar que pode haver um “sim” mais à frente.

Em 2013 tive a felicidade de ser distinguido como Gestor Desportivo do Ano, pela Associação Portuguesa de Gestão de Desporto. Foi um momento muito especial e signif**ativo para mim, numa das alturas mais complexas da minha vida. Mas nunca senti que um prémio pudesse definir uma pessoa. E não definiu.

O que me define são as pessoas que caminham comigo. A minha família. A minha equipa. Os meus amigos. E esta vontade, quase teimosa, de transformar ideias em coisas que f**am.

Quem me conhece, sabe bem o que sempre costumo dizer:

“𝙎𝙚 𝙩𝙪 𝙦𝙪𝙚𝙧𝙚𝙨, 𝙩𝙪 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙜𝙪𝙚𝙨.
𝙈𝙖𝙨 𝙩𝙚𝙣𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙦𝙪𝙚𝙧𝙚𝙧, 𝙢𝙚𝙨𝙢𝙤!”

Não é uma frase bonita para colocar numa parede.
É a forma como tenho tentado viver.
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𝟐. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐢𝐠𝐧𝐢𝐟𝐢𝐜𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐢 𝟐𝟓 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥𝐒𝐩𝐨𝐫𝐭?

Quando olho para trás, custa-me resumir tudo a uma empresa.
A GlobalSport é uma parte enorme da minha vida.

São mais de 25 anos de sonhos, erros, noites sem dormir, dificuldades, alegrias, quilómetros, reuniões, montagens, desmontagens, partidas, chegadas… e milhares e milhares de pessoas.

Houve momentos em que parecia impossível. De muitas lágrimas. De vontade de desistir. De desaparecer.

E, provavelmente, foi precisamente nesses momentos que mais cresci, que mais crescemos.

Nunca fiz isto sozinho. Fizemos isto em família, com uma equipa extraordinária, com amigos, parceiros, municípios, voluntários e com milhares de pessoas que acreditaram nos nossos projetos. E continuam a acreditar.

Se hoje pudesse encontrar aquele menino que começou a sonhar com tudo isto, a partir da Barragem de Bagaúste, ali bem no coração do Douro, provavelmente não lhe conseguiria contar tudo o que conseguimos fazer acontecer.

Dir-lhe-ia apenas:

𝘾𝙤𝙣𝙩𝙞𝙣𝙪𝙖! 𝙑𝙖𝙞 𝙫𝙖𝙡𝙚𝙧 𝙖 𝙥𝙚𝙣𝙖.
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𝟑. 𝐇𝐨𝐣𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐬 𝐜𝐢𝐧𝐜𝐨 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 𝐞𝐯𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐚 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐮𝐦 𝐝𝐞𝐥𝐞𝐬?

É curioso, porque não consigo olhar para eles simplesmente como cinco corridas.
São cinco projetos que não cabem numa história. Cabem em milhares de histórias.

A Meia Maratona do Douro Vinhateiro representa as minhas raízes mais profundas. O Douro não é um cenário. É terra, memória, família, dureza e beleza. É parte de mim. Sou parte dele.

A Maratona da Europa – Aveiro representa a ambição. A prova de que Portugal pode criar um grande evento internacional e trazer o mundo até nós. Essa dimensão internacional e territorial está, aliás, presente desde a conceção do projeto. Em apenas cinco edições, colocar esta maratona entre as 100 melhores do mundo, é obra. De todos.

A Meia Maratona de Gaia é o Atlântico, a cidade, o mar e uma enorme vontade de crescer. Um percurso único, na maior terceira cidade de Portugal. Uma meia maratona que tem tudo para se afirmar a nível internacional como uma das melhores meias maratonas do mundo.

A Corrida do Dragão é paixão. É puro amor. Há coisas no desporto que não se conseguem explicar através de números. Sentem-se. Perdoem-me os meus amigos de outros clubes, mas este sentimento que me une ao FC Porto é absolutamente arrebatador e inexplicável.

E a Maratona do Algarve é o nosso novo grande sonho. Levar milhares de pessoas de todo o mundo a correr num dos lugares mais extraordinários de Portugal. O Algarve é o único destino de praia, a nível mundial, que venceu por quatro vezes os “Oscars” do turismo. Esta maratona tem tudo, mesmo tudo, para conquistar o mundo. A primeira edição será histórica.

São diferentes.
Mas todas têm uma coisa em comum:

𝐀𝐬 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬.

Sem elas, seriam apenas quilómetros e alcatrão.
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𝟒. 𝐃𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐭𝐞 𝐞𝐦𝐨𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚 𝐧𝐮𝐦𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐝𝐚?

Tudo.

E espero sinceramente que nunca deixe de ser assim.

Posso conhecer o percurso ao centímetro. Posso saber quantas grades colocámos, quantas garrafas de água comprámos ou quantos atletas estão inscritos. Posso conhecer todos os nossos parceiros pelo nome e tratá-los como verdadeiros amigos.

Mas há um momento em que tudo isso desaparece.

É quando estou junto à partida e olho para aquela multidão de Gente.

Vejo milhares de pessoas. Cada uma com a sua história. Alguém que perdeu 30 quilos. Alguém que venceu uma doença. Alguém que corre pelo pai. Pela mãe. Por um amigo. Alguém que simplesmente decidiu provar a si próprio que conseguia. Alguém que quer ser feliz. A correr. Alguém que dá sentido a tudo isto.

E penso muitas vezes:

“Meu Deus… nós ajudámos a criar esta energia única da corrida, que hoje muitos consideram um fenómeno, ao longo dos últimos vinte anos.”

Ainda me arrepia.

No fundo, foi isto que aprendi nestes anos todos: uma corrida nunca são apenas 5, 10, 21 ou 42 quilómetros. São milhares de histórias a correr ao mesmo tempo. São milhares de almas a criar energia positiva, no mesmo lugar, em simultâneo.
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𝟓. 𝐀𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐧𝐬 𝐬𝐨𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐫 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫?

Todos.😂

Esse talvez seja o meu maior problema… e uma das minhas maiores virtudes.

Continuo a acreditar que podemos fazer melhor. Todos os dias. Que os nossos eventos podem estar entre os melhores do mundo. Que podemos trazer ainda mais gente dos quatro cantos do planeta… a Portugal. Que o Douro, Aveiro, Gaia e o Algarve podem chegar a milhões de pessoas através do desporto e de uma experiência ativa irreplicável.

Mas, com mais de 25 anos de GlobalSport, há uma coisa que valorizo muito mais do que valorizava quando comecei.

O legado.

Cada vez sinto menos vontade de realizar apenas mais um evento.
Quero criar coisas que sobrevivam a nós. Que sejam únicas.

Quero que um miúdo que hoje esteja na berma da estrada a ver passar a Maratona do Algarve, a Maratona da Europa, o Douro, Gaia ou o Dragão possa, daqui a vinte anos, levar o filho pela mão para assistir à mesma prova.

E talvez lhe diga:
“Eu já vinha aqui com o teu avô.”

Quero que qualquer um dos nossos amigos, já com cem ou mais anos, consiga lembrar-se de quanto foi feliz nos nossos eventos.

Se conseguirmos isso…

Então conseguimos muito mais do que organizar corridas.

Criámos memórias.

E, no fim de contas, talvez seja isso que verdadeiramente f**a.

25/07/2026
06/06/2026

A Maratona do Algarve 2026 estreia-se a 6 de dezembro de 2026, com partida e chegada na Marina de Vilamoura. Distâncias de 42K, 21K, 10K e 5K.

Algo incrível está a nascer.
30/05/2026

Algo incrível está a nascer.

𝘔𝘶𝘪𝘵𝘰 𝘮𝘢𝘪𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘶𝘮𝘢 𝘮𝘢𝘳𝘢𝘵𝘰𝘯𝘢.
𝐌𝐀𝐑𝐀𝐓𝐎𝐍𝐀 𝐃𝐎 𝐀𝐋𝐆𝐀𝐑𝐕𝐄 𝐄𝐒𝐓𝐑𝐄𝐈𝐀-𝐒𝐄 𝐄𝐌 𝐃𝐄𝐙𝐄𝐌𝐁𝐑𝐎 𝐃𝐄 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐂𝐎𝐌 𝐏𝐀𝐑𝐓𝐈𝐃𝐀 𝐄 𝐂𝐇𝐄𝐆𝐀𝐃𝐀 𝐄𝐌 𝐕𝐈𝐋𝐀𝐌𝐎𝐔𝐑𝐀

Vilamoura, 30 de Maio de 2026

O Turismo do Algarve, com o apoio e envolvimento da Câmara Municipal de Loulé e do Grupo Arrow Global, e com organização da GlobalSport, 𝐚𝐧𝐮𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐨𝐟𝐢𝐜𝐢𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐨 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐚𝐭𝐨𝐧𝐚 𝐝𝐨 𝐀𝐥𝐠𝐚𝐫𝐯𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔. Agendado para o dia 6 de dezembro de 2026, o evento pretende afirmar-se no calendário nacional e internacional da corrida de estrada, associando a prática desportiva à promoção turística da região e à participação da comunidade.

O anúncio formal do projeto surge na sequência das últimas reuniões de trabalho que juntaram os principais parceiros e decisores do evento. O último encontro contou com a presença de André Gomes, Presidente do Turismo do Algarve, Isolete Correia, CEO da Vilamoura World/Arrow Global, Ricardo Cipriano, Presidente do Conselho de Administração da empresa municipal Inframoura, João Romão, Presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, e os técnicos superiores da Câmara Municipal de Loulé, André Gomes e Eduardo Pires, em representação do município liderado pelo Presidente Telmo Pinto. Esta articulação evidencia o compromisso das entidades regionais e locais com a concretização de uma prova com relevância turística e desportiva para o Algarve.

Um percurso com partida e chegada na Marina de Vilamoura
A Maratona do Algarve 2026 foi desenhada para oferecer aos atletas uma experiência distintiva no destino. Com partida e chegada na Marina de Vilamoura, o percurso irá desenrolar-se ao longo do concelho de Loulé, tendo o oceano como enquadramento para uma prova que combina exigência desportiva, fruição da paisagem e contacto com o território.

O Algarve, eleito por quatro vezes Melhor Destino de Praia do Mundo nos World Travel Awards, reúne condições favoráveis para acolher uma prova desta natureza. A proximidade ao Aeroporto Internacional de Faro e a capacidade hoteleira instalada permitem ao destino receber participantes, equipas técnicas, acompanhantes e visitantes, associando a corrida a uma experiência turística mais alargada.

𝐐𝐮𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐢𝐬𝐭𝐚̂𝐧𝐜𝐢𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐫𝐟𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬
Sob o lema “Muito mais que uma maratona”, o evento apresenta uma estrutura competitiva e inclusiva, desenhada para envolver diferentes perfis de corredores e a comunidade em geral. O programa contempla quatro distâncias: 42, 21, 10 e 5 km.

𝐈𝐦𝐩𝐚𝐜𝐭𝐨 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨́𝐦𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐯𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐜𝐚
Com a expectativa de atrair milhares de participantes nacionais e internacionais, a Maratona do Algarve 2026 assume-se como um evento com relevância turística estratégica, em particular pela sua realização no mês de dezembro. A prova deverá contribuir para dinamizar a região fora da época alta, gerar impacto na economia local e reforçar a atratividade do destino ao longo de todo o ano.

O projeto conta com o apoio dos seus parceiros principais: o Turismo do Algarve, a Câmara Municipal de Loulé e o Grupo Arrow Global, através da Vilamoura World e da Details - Hospitality, Sports & Leisure. A organização está a cargo da GlobalSport, empresa com mais de duas décadas de experiência na criação e gestão de grandes eventos desportivos.

𝐕𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐚𝐫𝐜𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬

𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞́ 𝐆𝐨𝐦𝐞𝐬, 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐠𝐢𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐮𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐝𝐨 𝐀𝐥𝐠𝐚𝐫𝐯𝐞:
“A Maratona do Algarve é um projeto com particular relevância para a estratégia de afirmação da região como destino de referência para grandes eventos desportivos internacionais. Ao associar uma prova desta natureza à qualidade da nossa oferta turística, à beleza da costa algarvia e à capacidade de organização do território, estamos a reforçar o posicionamento do Algarve como um destino ativo, competitivo e atrativo ao longo de todo o ano.
A realização da prova em dezembro é também particularmente importante, porque contribui para dinamizar a região fora da época alta, gerar impacto na economia local e mostrar que o Algarve tem condições únicas para receber visitantes, atletas e famílias em qualquer estação. Este é, por isso, um evento que valoriza o desporto, promove o destino e reforça o trabalho que temos vindo a desenvolver para reduzir a sazonalidade e diversif**ar a oferta turística da região.”

𝐓𝐞𝐥𝐦𝐨 𝐏𝐢𝐧𝐭𝐨, 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐋𝐨𝐮𝐥𝐞́:
“É com enorme orgulho que o município de Loulé acolhe um projeto tão ambicioso e transformador como a Maratona do Algarve. Este evento reflete a nossa visão de um território dinâmico, coeso e capaz de atrair milhares de pessoas de todo o mundo, dinamizando a economia local e celebrando o desporto num cenário verdadeiramente deslumbrante. Loulé reafirma, assim, o seu compromisso inabalável com o desporto e o turismo sustentável.”

𝐉𝐨𝐡𝐧 𝐂𝐚𝐥𝐯𝐚̃𝐨, 𝐂𝐨-𝐅𝐨𝐮𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐚𝐧𝐝 𝐇𝐞𝐚𝐝 𝐨𝐟 𝐑𝐞𝐚𝐥 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐭𝐞 𝐚𝐧𝐝 𝐇𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐭𝐲 𝐚𝐭 𝐀𝐫𝐫𝐨𝐰 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥:
“Vilamoura tem hoje todas as condições para competir entre os grandes destinos internacionais. O trabalho que temos vindo a desenvolver passa por elevar continuamente a qualidade da oferta e da experiência proporcionada a quem nos visita. Ver a Marina de Vilamoura assumir-se como palco de partida e chegada da Maratona do Algarve reforça esse posicionamento internacional. A prova junta-se a um calendário crescente de eventos de referência, como o PGA TOUR Champions Portugal Invitational, que terá lugar entre 27 de julho e 2 de agosto no The Els Club, e que a par de outros grande eventos desportivos internacionais como a F1, os Campeonatos do Mundo de Superbike e MotoGP, afirmam a região do Algarve e Portugal como um destino de excelência para o desporto, o lifestyle e os grandes eventos.”

𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐂𝐨𝐬𝐭𝐚, 𝐂𝐄𝐎 𝐝𝐚 𝐆𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥𝐒𝐩𝐨𝐫𝐭:
“A Maratona do Algarve é a materialização de um sonho antigo: criar uma das melhores e mais belas maratonas do mundo no sul de Portugal. Com o apoio excecional dos nossos parceiros, estamos a desenhar um percurso e uma experiência que transcende a própria corrida. Queremos que cada participante sinta a magia do Algarve a cada quilómetro, num evento que se pauta pelo mais elevado rigor técnico, desportivo e organizativo.”

Para apadrinhar esta primeira edição, a Maratona do Algarve 2026 conta com 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐋𝐨𝐩𝐞𝐬, referência maior do atletismo nacional, como Padrinho, e 𝐀𝐮𝐫𝐨𝐫𝐚 𝐂𝐮𝐧𝐡𝐚, tricampeã mundial e vencedora de quatro grandes maratonas mundiais, como Madrinha do evento.
A Maratona do Algarve 2026 será mais do que uma prova de atletismo. Será um projeto de afirmação territorial e um convite a viver a corrida num dos destinos turísticos mais reconhecidos da Europa.

Para mais informações e inscrições, em breve poderá visitar o website oficial: www.algarvemarathon.com

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