Khôra Fisicamente junto a um fontanário em Via Viçosal, Khóra/Rossio desenvolve-se no espaço virtual como lugar de memória social e de cultura do património

Na Rua Florbela Espanca, 6 a 12,
em VILA VIÇOSA,
abrimos um espaço onde o comércio
se pode associar a outras actividades,
como ateliês de formação/produção,
apresentações, reuniões/conferências,
instalações e exposições artísticas,
realização de eventos musicais,
performativos, desportivos,
gastronómicos (degustações).

https://www.attiredailes.be/pdf/botanique/bota_larousse-des-plantes-medicinales.pdf
02/01/2026

https://www.attiredailes.be/pdf/botanique/bota_larousse-des-plantes-medicinales.pdf

Pela primeira vez, os investigadores identificaram exatamente o que os construtores romanos adicionavam ao seu betão par...
26/12/2025

Pela primeira vez, os investigadores identificaram exatamente o que os construtores romanos adicionavam ao seu betão para o fazer durar séculos.

Num local de construção inacabado em Pompeia, abandonado durante a erupção do Monte Vesúvio em 79 d.C., os arqueólogos descobriram algo raro: materiais de betão romano que tinham sido preparados mas nunca misturados. Esse momento congelado revelou como os construtores romanos realmente faziam o seu betão.

Em vez de misturar cal e água como fazemos hoje, combinavam primeiro a cal viva com cinza vulcânica e só depois adicionavam água. A reação produzia calor intenso e deixava para trás pequenos fragmentos de cal reactiva presos dentro do betão endurecido. Quando surgiam fissuras e a água infiltrava-se, esses fragmentos reagiam novamente e selavam o dano a partir do interior.

Noutras palavras, parte do betão romano foi intencionalmente concebido para curar as suas próprias fissuras — e continua a fazê-lo quase 2.000 anos depois.

Parque Arqueológico de Pompeia

ArchaeoHistories

01/12/2025

«Tendo leccionado recentemente no 5.º ano após uma interrupção de vários anos, fui surpreendido não tanto pela queda do nível mas mais pela extraordinária dificuldade em conter uma turma que se assemelha a uma panela de pressão. No geral, os alunos não são violentos ou agressivos, mas não conseguem ficar quietos [Lembram-se do Ministro Marçalo Grilo : ""Difícil é sentá-los"? Mas depois veio uma corja de idiotas, até à Milu Rodrigues e ...].
O professor passa o tempo a tentar construir ou restabelecer um quadro estruturante. Muitas vezes, vê-se obrigado a praticar uma "pedagogia de empregado de café", correndo de um aluno para outro para repetir individualmente uma instrução que já foi dada colectivamente, acalmando uns, retomando o trabalho de outros. É sugado por uma constante necessidade de interlocução individualizada. Cansa-se a fazer baixar a tensão para conseguir atenção.
[Neste ponto, estou a imaginar muitos dos actuais paladinos da Escola Moderna a comentarem que este professor não foi suficientemente treinado no modelo desta escola, ou que este pedagogo ignora ou não entendeu os seus fundamentos. Quando na realidade são esses acríticos paladinos da E M quem não entende que o problema é outro, que há aqui outro problema com que a E M não se confrontou; e que talvez sejam esses paladinos actuais que subestimam a dimensão social (microssocial: turma, espaço/instituição sala, espaço/instituição escola) desse modelo pedagógico e o contexto político-social em que surgiram as primeiras experiências desse modelo pedagógico.]
No mundo do zapping e da comunicação em "tempo real", com uma constante competição de efeitos que solicitam a reacção impulsiva imediata, torna-se cada vez mais difícil "faire l'école" ["faire cours", que é muito mais do que sugere a grosseira expressão, usada em Portugal , que é "dar aulas"].
Muitos colegas confrontam-se diariamente com a impossibilidade de realizar o que Gabriel Madinier definia como a própria expressão da inteligência, "a inversão da dispersão".
Quando certos pais deixam de educar os seus filhos preocupados com o colectivo, mas com vista ao seu próprio desenvolvimento pessoal, será de lamentar que a cultura já não seja um valor partilhado. [Eu diria que se generalizou a concepção de que o desenvolvimento pessoal pode ser feito fora de contextos sociais, que o contexto social é visto como uma perturbação mais ou menos suportável.] »
Declaração de Philippe Meyrieu, pedagogo. .
Claro que não faltaram pedagogos que identificaram e valorizaram o contexto social como um contexto essencial para a aprendizagem, nomeadamente a Pedagogia Institucional e antes a escola anarquista de Ferrer. Mas foram alarvemente ignorados pelos ideólogos da pedagogia liberal, muitos dos actuais paladinos da EM e muitos mais que oportunisticamente falam de pedagogia diferenciada e de escola inclusiva ao serviço de um projecto de "sociedade inclusiva" que não é mais do que um belo nome para o projecto liberalgolbalista que passa pelas migrações massivas.
Há mais de vinte anos já era quase assim (Agrupamento Escolas D. Carlos I). Só que então era entendido como defeito, ou dos alunos ou de algun(s) professor(es). Agora é feitio. Mas há mais gente, com autoridade pedagógica e autoconfiança, a denunciar a situação e a identificar o problema. Houve quem tentasse pintá-la como DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA. Mas nem lhes passou pela cabecinhas alterar a estruturação da escola em TURMAS, nem deixar de estruturar o currículo numa PROGRESSÃO por ANOS/GRAUS (Diga-se, em abono da EM, que alguns dos seus actuais paladinos percebem isto.)
Manias Fobias Ideologias
1 h
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«Pela primeira vez, vivemos numa sociedade em que a grande maioria das crianças que nascem são desejadas. Isso provoca uma inversão radical: antes, a família 'fazia filhos', hoje é a criança que faz a família. Ao vir satisfazer o nosso desejo, a criança mudou de estatuto e tornou-se o nosso mestre: não podemos recusar-lhe nada, sob pena de nos tornarmos 'maus pais'...
Este fenómeno foi aproveitado pelo liberalismo comercial: a sociedade de consumo coloca, de facto, à nossa disposição uma infinidade de gadgets que só temos de comprar para satisfazer os caprichos da nossa descendência.
Esta conjunção entre um fenómeno demográfico e o surgimento do capricho globalizado, numa economia que transforma o impulso de compra na matriz do comportamento humano, abala as configurações tradicionais do sistema escolar.
Tendo lecionado recentemente no 5.º ano após uma interrupção de vários anos, não fui tanto surpreendido pela queda do nível, mas sim pela extraordinária dificuldade em conter uma turma que se assemelha a uma panela de pressão. No geral, os alunos não são violentos ou agressivos, mas não conseguem ficar quietos. O professor passa o tempo a tentar construir ou restabelecer um quadro estruturante. Muitas vezes, vê-se obrigado a praticar uma "pedagogia de café", correndo de um aluno para outro para repetir individualmente uma instrução que já foi dada coletivamente, acalmando uns, retomando o trabalho de outros. É sugado por uma constante necessidade de interlocução individualizada. Cansa-se a fazer baixar a tensão para conseguir atenção. No mundo do zapping e da comunicação em "tempo real", com uma constante competição de efeitos que solicitam a reação impulsiva imediata, torna-se cada vez mais difícil "faire lécole" ["faire cours", muito mais do que grosseira expressão usada em portugal , que é "dar aulas"].
Muitos colegas confrontam-se diariamente com a impossibilidade de realizar o que Gabriel Madinier definia como a própria expressão da inteligência, "a inversão da dispersão". Quando certos pais deixam de educar os seus filhos preocupados com o colectivo, mas com vista ao seu próprio desenvolvimento pessoal, será de lamentar que a cultura já não seja um valor partilhado. [Eu diria que se generalizou a concepção de que o desenvolvimento pessoal pode ser feito fora de contextos sociais, que o contexto social é visto como uma perturbação mais ou menos suportável. Claro que não faltaram pedagogos que identificaram e valorizaram o contexto social como um contexto de aprendizagem, nomeadamente a Pedagogia Institucional e antes a escola anarquista de Ferrer. Mas foram alarvemente ignorados pelos ideólogos da pedagogia liberal.]»
Declaração de Philippe Meyrieu, pedagogo. .

Hoje acordei com maus sonhos.Ontem vi que os meus primos puseram à venda a parte deles no "palácio" (sic. -- Podem ver a...
04/07/2025

Hoje acordei com maus sonhos.
Ontem vi que os meus primos puseram à venda a parte deles no "palácio" (sic. -- Podem ver anúncio no Idealista) da família, em vez de o negociar na sua totalidade com a Câmara Municipal de V V , como eu lhes propus, indo ao encontro do interesse manifestado pelo seu Presidente.
E, antes de ne deitar, guardei a publicação de Emmanuel Todd em Substack que aqui reponho, destacando a imagem de
Huitzilopochtli (Códice Telleriano-Remensis)
«Na cadeia Fréquence Populaire, discutindo com Diane Lagrange sobre o último ataque americano-israelita ao Irão, mencionei, improvisando um pouco, o deus azteca da guerra Huitzilopochtli como um possível candidato para a nova religião americano-israelita. Graças ao Pentágono, podemos fazer melhor. O nome da operação de bombardeamento das instalações nucleares iranianas, Midnight Hammer, Martelo da Meia-Noite, designa-nos o deus ideal. O"martelo" é o instrumento e o emblema de Thor, deus escandinavo (e mais genericamente germânico) da guerra. Um martelo de cabo curto, que regressa à mão do seu mestre após ter atingido o alvo. Thor é, neste início do terceiro milénio, o deus dos neo-nazis. O seu mundo escandinavo original é hoje o local de um impressionante revival belicista. Proponho, portanto, que o culto de Thor seja a nova religião da guerra que sucede, em países protestantes ou judeus, ao monoteísmo e à sua moral [a sua ética pretensamente universal]»
Este é o enquadramento teórico mais geral:
«Uma sequência em três estádios pode descrever o desaparecimento da matriz religiosa das nossas sociedades: religião activa (crença e prática regular), religião zombi (incredulidade com sobrevivência dos valores morais e sociais), religião zero (nada). Primeiro, apliquei esta sequência ao cristianismo, nas suas diversas variantes - católica, protestante, ortodoxa. Depois, estendi-a aos dois monoteísmos aparentados, o judaísmo e o islamismo, mais precisamente à sua componente xiita. Assim, podemos descrever, para a Escandinávia por exemplo, uma sequência "protestantismo activo, protestantismo zombi, protestantismo zero". Para o Irão, teremos a mesma sequência mas inacabada, "xiismo activo, xiismo zombi", sem excluir a possibilidade, no futuro, de um "xiismo zero". Para Israel, já podemos descrever uma sequência completa: "judaísmo activo, judaísmo zombi, judaísmo zero". O caso de Israel, como o dos Estados Unidos, obriga-nos a aprofundar mais a análise histórica porque surgiram religiões novas nestes dois países: evangelismo exótico nos Estados Unidos, judaísmo ultraortodoxo em Israel. Trata-se de religiões, sem dúvida, mas que são inovações, pós-cristãs de um lado, pós-judaicas do outro. Nunca, na história do protestantismo, se tinha observado um deus tão fixe [cool, na versão em francês], dispensador de gratificações monetárias na ausência de moralidade [ou de qualquer referência a uma totalidade ética]; nunca na história judaica se tinha observado o crescimento exponencial de um grupo de ociosos a viver de subsídios do Estado e do trabalho das suas mulheres para andar às voltas na Torá. Estas duas religiões novas têm em comum o facto de terem rejeitado a ética do trabalho do protestantismo ou do judaísmo.»

Um esboço de ensaio por Emmanuel Todd sobre a divinização do vazio e as novas religiões da guerra, a que não corresponde qualquer ética nem sequer pretensamente universal.
«Huitzilopochtli (Codex Telleriano-Remensis)
Une séquence en trois stades peut décrire la disparition de la matrice religieuse de nos sociétés : religion active (croyance et pratique régulière), religion zombie (incroyance avec survie des valeurs morales et sociales), religion zéro (plus rien). J’ai d’abord appliqué cette séquence au christianisme, dans ses diverses variantes - catholique, protestante, orthodoxe. Je l’ai ensuite étendue aux deux monothéismes parents, le judaïsme et l’islam, plus précisément à sa composante chiite. Nous pourrons donc décrire, pour la Scandinavie par exemple, une séquence « protestantisme actif, protestantisme zombie, protestantisme zéro ». Pour l’Iran, nous aurons la même séquence mais inachevée, « chiisme actif, chiisme zombie », sans exclure la possibilité dans le futur d’un « chiisme zéro ». Pour Israël, nous pouvons déjà décrire une séquence complète : « judaïsme actif, judaïsme zombie, judaïsme zéro ».

Le cas d’Israël, comme celui des États-Unis, nous oblige à pousser plus avant l’analyse historique parce que des religions nouvelles sont apparues dans ces deux pays : évangélisme cinglé aux États-Unis, judaïsme ultra-orthodoxe en Israël. Il s’agit de religions, assurément, mais qui sont des innovations, post-chrétienne dans un cas, post-juive dans l’autre. Jamais, dans l’histoire du protestantisme, on n’avait observé un dieu si cool, dispensateur de gratifications monétaires en l’absence de morale ; jamais dans l’histoire juive, on n’avait observé la croissance exponentielle d’un groupe d’oisifs vivant des subventions de l’État et du travail de leurs femmes pour tourner en rond dans la Torah. Ces deux religions nouvelles ont en commun d’avoir rejeté l’éthique du travail du protestantisme ou du judaïsme. Ces deux innovations, toutefois, ne sont pas les plus importantes si l’on tente de saisir le phénomène religieux après le christianisme ou après le judaïsme.

Je l’ai dit dans La DéfaUne séquence en trois stades peut décrire la disparition de la matrice religieuse de nos sociétés : religion active (croyance et pratique régulière), religion zombie (incroyance avec survie des valeurs morales et sociales), religion zéro (plus rien). J’ai d’abord appliqué cette séquence au christianisme, dans ses diverses variantes - catholique, protestante, orthodoxe. Je l’ai ensuite étendue aux deux monothéismes parents, le judaïsme et l’islam, plus précisément à sa composante chiite. Nous pourrons donc décrire, pour la Scandinavie par exemple, une séquence « protestantisme actif, protestantisme zombie, protestantisme zéro ». Pour l’Iran, nous aurons la même séquence mais inachevée, « chiisme actif, chiisme zombie », sans exclure la possibilité dans le futur d’un « chiisme zéro ». Pour Israël, nous pouvons déjà décrire une séquence complète : « judaïsme actif, judaïsme zombie, judaïsme zéro ».

Le cas d’Israël, comme celui des États-Unis, nous oblige à pousser plus avant l’analyse historique parce que des religions nouvelles sont apparues dans ces deux pays : évangélisme cinglé aux États-Unis, judaïsme ultra-orthodoxe en Israël. Il s’agit de religions, assurément, mais qui sont des innovations, post-chrétienne dans un cas, post-juive dans l’autre. Jamais, dans l’histoire du protestantisme, on n’avait observé un dieu si cool, dispensateur de gratifications monétaires en l’absence de morale ; jamais dans l’histoire juive, on n’avait observé la croissance exponentielle d’un groupe d’oisifs vivant des subventions de l’État et du travail de leurs femmes pour tourner en rond dans la Torah. Ces deux religions nouvelles ont en commun d’avoir rejeté l’éthique du travail du protestantisme ou du judaïsme. Ces deux innovations, toutefois, ne sont pas les plus importantes si l’on tente de saisir le phénomène religieux après le christianisme ou après le judaïsme.

Je l’ai dit dans La Défaite de l’Occident : le vide qui succède au christianisme produit une déification du vide, ce nihilisme qui veut la destruction des choses, des hommes et de la réalité. Le nihilisme est la matrice des religions nouvelles. Mais la vraie nouvelle religion de masse c’est le culte de la guerre. Paradoxalement, ou logiquement, cette innovation nous ramène avant le monothéisme. L’histoire humaine aligne en effet, interminablement, des religions de la guerre, au minimum des dieux et des déesses de la guerre. Arès et Athéna chez les Grecs, Indra chez les indo-aryens, Ningirsu à Sumer, Sekhmet en Egypte, sans oublier le plus connu chez nous, grâce à Astérix, Toutatis, dieu celte de la guerre. Nos ancêtres les Gaulois étaient tout simplement des coupeurs de têtes.

Sur la chaîne Fréquence populaire, discutant avec Diane Lagrange du dernier assaut américano-israélien sur l’Iran, j’avais évoqué, improvisant quelque peu, le dieu aztèque de la guerre Huitzilopochtli comme un candidat possible pour la nouvelle religion américano-israélienne. Grâce au Pentagone, nous pouvons faire mieux. Le nom de l’opération de bombardement des sites nucléaires iraniens, Midnight Hammer, Marteau de minuit, nous désigne le dieu idéal. Le « marteau », c’est l’instrument et l’emblème de Thor, dieu scandinave (et plus généralement germanique) de la guerre. Marteau à manche court, qui revient dans la main de son maître après avoir frappé. Thor est, en ce début de troisième millénaire, le dieu des néo-nazis. Son monde originel scandinave est aujourd’hui le lieu d’un impressionnant revival belliciste. Je propose donc de nommer culte de Thor la nouvelle religion de la guerre qui succède, en pays protestant ou juif, au monothéisme et à sa morale.»
https://substack.com/inbox/post/167424381?utm_source=substack&utm_medium=email&utm_campaign=email-restack-comment&r=1q7txc&triedRedirect=true

· Esta fotografia com que ilustrei um longo texto sobre a problemática da COMUNIDADE de Sintra, a DESCONTINUAÇÃO dos gru...
28/05/2025

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Esta fotografia com que ilustrei um longo texto sobre a problemática da COMUNIDADE de Sintra, a DESCONTINUAÇÃO dos grupos sociais que protagonizaram a criação dasua Paisagem e a (im)possibilidade da sua REGENERAÇÃO. foi feita há quatro anos junto a um espigão rochoso sovrastante a Portela de Sintra. Também aqui se pode constatar a necessidade articulação entre Sintra e as áreas urbanizadas na sua periferia. E não é a discrepância na tipologia construtiva, com a construção de prédios de dez andares, que é o essencial do problema.
Os terrenos imediatamente por baixo deste espigão rochoso foram destinados à construção de um polo do ISCTE. Não sei se os trabalhos já começaram. Que um polo de um instituto universitário se localize em Sintra até poderia ir no sentido da transformação que apontei naquele texto. Mas um instituto desta natureza não se devia poder instalar em Sintra sem se questionar sobre as problemáticas locais e qual deveria ser o seu contributo para as esclarecer e para a renovação da Paisagem que é o seu principal património. E entre as ofertas académicas que escolhe para este polo deviam estar as que mais pudessem contribuir para a necessária expansão e regeneração dessa Paisagem. O ISCTE ignorou essa questão e fez escolhas como se todo o território da área metropolitana fosse igual e esta fosse uma oportunidade de localização disponibilizada pelos entrelaços do poder PS; com uma localização junto a uma estação ferroviária da Linha de Sintra que ofereceria vantagens competitivas no acesso e atractividade de alunos. Já na altura fiz postes sobre isto. Mostrei então como esta exacta localização nestes terrenos, fechando a urbanização da Portela em mais um beco , cortava e impedia quase irreversivelmente qualquer tipo de circulação por estas colinas até Chão de Meninos e Ranholas, e prejudicava um ordenamento da ocupação desse território que articulasse "espaços rústico" e " espaço urbano" conforme modalidades que são próprias a Paisagem de Sintra.

25/05/2025

SINTRA é muito atraente, mas TEM MAU FEITIO!
De uma sintética história do Sítio a algumas lições de um colóquio com gestores do património e políticos.

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Vila Viçosa
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