30/12/2025
“Falhar a planear é planear falhar.”
Quantas vezes disse esta frase em sessões de vendas…
E em 2025 percebi, na pele, o quão verdadeira ela é.
Em dezembro de 2024, no melhor ano de sempre da 5P’s (e já tínhamos tido muitos anos muito bons), escrevi um post onde dizia:
“2024 foi tão surpreendente, tão cheio, que só gostava de abrandar um pouco (quem me conhece sabe que é impossível)… e fazer menos.”
Aqui esteve o erro.
Má definição de objetivos é a base para um planeamento falhar.
Apesar de dizer que queria abrandar, coloquei logo um parêntesis a dizer “impossível”.
E ter um objetivo em que não se acredita é, na prática, saber que se vai falhar.
Ao longo dos anos, ao desafiar tantas pessoas a partir setas ou a dobrar barras de ferro com o pescoço, sempre foi evidente quem não acreditava. E esses falham sempre.
Falhei porque defini mal o objetivo.
Não queria ser ambicioso, nem queria ter a ganância de querer sempre mais. Mas a verdade é que a energia não me abandonou… e o gozo que me dá fazer o que faço continua enorme.
Resultado?
Mais um ano absolutamente inacreditável.
• Mais de 600 propostas feitas pela 5P’s
• Mais de 375 programas realizados (mais dias do que o próprio ano!)
• Parámos 5 semanas no verão
• 19 Programas duplos no mesmo dia, e até 2 programas triplos
• 181 programas feitos por mim
• Em outubro e novembro, cerca de 27 programas por mês só por mim, 58 da equipa
Foram sábados, domingos e feriados.
Manhãs, almoços, tardes e noites.
Grupos pequenos e grupos de 400 pessoas.
De norte a sul do país, e alguns fora de Portugal.
Foram milhares de quilómetros, muitos almoços trocados por reuniões, emails respondidos à pressa, noites longas a resolver problemas, horas intermináveis a fazer contas e a gerir agendas com criatividade.
Foi muito.
E foi incrivelmente divertido.
Para o próximo ano, o meu objetivo é outro: ter saúde e energia.
Porque o maior desafio não vai ser o negócio…
Vai ser casar duas filhas 😊
Desejo-vos um fantástico 2026.
Acreditem nos vossos sonhos.
Façam o que gostam.
E se não estão contentes, procurem soluções.
Porque, no fim,
não escolhemos o que nos acontece — escolhemos sempre a forma como lidamos com isso.