02/05/2016
Esta empresa formalizada em 2004 aguarda desde 2010 que tribunais concluam acções judiciais interpostas para tentar resolver manifesta desleal e depreciativa actuação pública sobre nossa marca registada a qual foi acompanhada de efectiva e depois formalizada em Agosto de 2009 desleal e incompatível posicionamento público na área promocional empresarial turística à qual esta empresa também se dedica.
Naturalmente, tendo-se colocado inclusive Governantes e Órgãos de Soberania à espera das decisões judiciais (que a empresa teve que assumir) para corrigirem os problemas devidamente reportados anos antes de assumirmos as acções judiciais, são já inaceitáveis e naturalmente insuportáveis para qualquer empresa, quanto mais para uma jovem empresa, os anos utilizados pelos Tribunais para se corrigirem e clarificarem os problemas e os desleais e incompatíveis posicionamentos públicos.
Como é evidente, enfrentarem as empresas desleais ataques privados, internos ou externos, (economia paralela) é algo que infelizmente ainda acontece muito na economia portuguesa e em ouras economias por esse mundo fora, (tendo felizmente as empresas em Portugal desde 2011 novos tribunais da propriedade intelectual e da concorrência para se tentarem defender) já serem as empresas confrontadas com desleais e incompatíveis acções públicas é algo que não esperávamos num país democrático com uma economia de mercado que é membro da União Europeia desde 1986 e da Organização Mundial do Comercio desde 1995 em especial, quando foi retirado por lei às empresas em 2007 e por isso também à nossa a elementar e constitucional protecção jurídica pública que às empresas garantia, em último recurso, a capacidade de na justiça defenderem os seus direitos e interesses.
Naturalmente, se nos tivessem informado antes de 2004 que em Portugal o modelo económico era o que fomos forçados a suportar nesta última década não teríamos naturalmente investido 1 cêntimo em Portugal, como acreditamos e não podemos deixar de acreditar a bem das actuais e futuras gerações, que o perverso modelo que transpareceu na última década em Portugal não é o modelo que o país defende, inclusive constitucionalmente, continuaremos a lutar pelas nossas actividades e empresa na expectativa de que os tribunais cumpram a sua função e que os novos governantes assegurem as elementares condições às empresas para que estas possam trabalhar com imprescindível mínima segurança comercial.