Pérola Negra

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Pérola Negra Pérola Negra, um programa de Nuno Di Rosso, Francisco Aires Pereira, Bruma, Maria Jorge, Helena Gue No Outono de 2015 nascia a Pérola Negra.

Ao leme das emissões na Rádio Manobras estava Ludovic, o criador do formato. Cartografar a música, sem fronteiras estilísticas, temporais ou geográficas - a constante demanda estabelecida pelo DJ, produtor e label manager. Quando Ana Pacheco e Nuno di Rosso se juntaram às fileiras, o formato passou a ser emitido na frequência modulada da Rádio Universitária do Minho. Mantinha-se o foco na música q

ue não tinha muito airplay na rádio, mas as duas horas de rádio semanais ganhavam outra cor e calor, numa irresistível amálgama entre música e conversa sobre a mesma. Dão-se, em 2018, o início das emissões na Oxigénio e a Pérola passa a ser um dos atípicos programas da rádio portuguesa que se pode ouvir em vários postos, em diferentes antenas - além da RUM e da Oxigénio, ocupa algumas horas durante o verão de 2017 na Antena 3 e chega mais tarde à RUC, sem regularidade, num formato que mostra os segmentos da RUM na RUC e vice-versa. Em constante evolução, a Pérola Negra torna-se uma entidade com vida e vontades próprias. Esse crescimento traz os programas temáticos, os convidados especiais (Rui Maia, Julinho da Concertina, Ana Deus, PZ, Keso, Selvagem, Melo D., Angela Policia, Maria Gambina…), as emissões gravadas fora do estúdio (Flur, Parque Ambiental do Buçaquinho, Alínea A…). Chegam também os segmentos “Pelos Caminhos de Portugal” com Paulo Cunha Martins e “El Loco Te Patina El Coco” com Pedro Cadima, ambos entretanto extintos. A Pérola salta das ondas hertzianas para a pista de dança. Lux, Elétrico, Music Box, Maus Hábitos, Roof Top Luanda ou Lisb-On foram beijados pelas suas actuações. Não obstante, produziu também festas míticas na Invicta, Julinho da Concertina, D-Mars, Celeste Mariposa ou África Negra foram convidados do Chinfrim, que tem o clube Pérola Negra como casa. Na sexta temporada as vozes residentes são Bruma, Francisco Aires Pereira, Nuno di Rosso, Maria Jorge e Paulo Cunha Martins com aparições esporádicas de Helena Guedes. Ludovic mantém o seu “Atlântico Muito Pacífico”, uma hora de música para fazer meninos (ou adormecê-los), com recurso a colagem e outras técnicas imersivas. A diversidade de influências e a disparidade estilística desta confraria, confere a Pérola Negra uma riqueza única no panorama radiofónico português, materializada em crónicas sonoras sempre inimitáveis, permanentemente irrepetíveis.

🍮🍮🍮🍮 A Helena Guedes traz-nos o Creme do Creme desta semana.  🍮🍮🍮🍮 Finis Henderson nasceu em Chicago, numa família ligad...
19/01/2026

🍮🍮🍮🍮 A Helena Guedes traz-nos o Creme do Creme desta semana. 🍮🍮🍮🍮

Finis Henderson nasceu em Chicago, numa família ligada ao mundo do espectáculo, é Afilhado de Sammy Davis Jr. e sobrinho de Bill Henderson. Passou por grupos como os Weapons of Peace e os The Dynamic 4 antes de se mudar para Los Angeles, no início dos anos 80, onde perseguiu uma carreira a solo.
Em 1983 assinou pela lendária Motown, tendo sido contratado por Suzanne de Passe, conhecida por ter lançado artistas como os The Jackson 5 e os The Commodores.
O seu álbum de estreia homónimo, Finis, editado nesse mesmo ano, foi produzido por Al McKay (guitarrista dos Earth, Wind & Fire) e contou com a colaboração muito especial de Stevie Wonder.
Para além da música, destacou-se como comediante, tendo aberto espectáculos para o lendário Richard Pryor, actuando em comedy clubs, e como uma espécie de Fernando Pereira americano, a imitar vozes icónicas como as de Michael Jackson, Smokey Robinson ou Sammy Davis Jr., entre muitas outras.
O seu single e hit Skip To My Lou tornou-se o maior êxito da sua carreira a solo, com um estatuto de culto especial no Japão.
Ouvi este tema pela primeira vez em 2017/2018, num set do Sadar Bahar, e imediatamente comprei o single que, curiosamente, saiu no dia em que nasci, 7 de Maio de 1983.
Skip To My Lou é um daqueles 12” que raramente sai da minha mala de discos, funde na perfeição o melhor do soul, R&B, two step e boogie e cai sempre bem no início de um set. Mesmo o mais musicalmente desligado dos públicos se abstrai da conversa para começar a bater o pé, abanar a cabeça e sentir o groove e o compasso ritmado dos segundos iniciais do tema. A voz de Finis Henderson entra discretamente, mas de forma envolvente, a narrar-nos uma espécie de história de amor de conto de fadas que se torna realidade, passando por referências shakespearianas a Romeu e Julieta.
O refrão é contagiante, daqueles que dão vontade de e ouvir em loop. Skip To My Lou é um dollar bin bargain, como se diz na gíria americana do digging… porque nem todas as pérolas têm de ser caras.

O primeiro Creme do ano é uma receita recolhida em Cabo Verde 🇨🇻 por Paulo Cunha MartinsJorge Neto – Min SoReceita de Ka...
13/01/2026

O primeiro Creme do ano é uma receita recolhida em Cabo Verde 🇨🇻 por Paulo Cunha Martins

Jorge Neto – Min So

Receita de Kamoka de Cabo Verde.
Numa batedeira, bata as natas até f**arem bem cremosas, acrescente o leite condensado e continue a bater. Junte o grogue, as folhas de gelatina e a kamoka (farinha de milho torrada), envolvendo tudo muito bem. Leve ao frigorífico por cerca de três horas antes de servir.

Quando tirar este creme do frigorífico, ponha o CD de 1996 de Jorge Neto a tocar. A faixa número 6, intitulada “Min So”, é para mim o creme do creme. O calor vulcânico de Cabo Verde, com aquele som digital dos anos 90, transporta-nos numa composição sublime durante cinco minutos de música. Como muitas outras composições de Jorge Neto, ali a dois terços da duração total, esta faixa transforma-se noutro tema, terminando num fade-out muito 90’s. Existem três versões muito diferentes deste tema, mas esta é a minha favorita.

F**a aqui uma tradução do refrão deste tema melancólico para este outono:
Tu e eu aproveitamos um momento para acertar as coisas e vivemos para sempre.
Deixas-me sozinho.
Deixas-me ir.

(en)
Kamoka recipe from Cape Verde.
In a mixer, whip the cream until it becomes thick and creamy, add the condensed milk and keep mixing. Add the grogue, the gelatine sheets and the kamoka (toasted corn flour), folding everything together thoroughly. Refrigerate for about three hours before serving.

When you take this cream out of the fridge, put on Jorge Neto’s 1996 CD. Track number 6, titled “Min So”, is, for me, the crème de la crème. The volcanic heat of Cape Verde, combined with that unmistakable 90s digital sound, carries us through a sublime five-minute composition. Like many other pieces by Jorge Neto, about two-thirds of the way through its total duration, this track transforms into another theme, ending in a very 90s-style fade-out. There are three very different versions of this song, but this one is my favourite.

Here is a translation of the chorus of this melancholic song for the autumn:
You and I take a moment to set things right and live forever.
You leave me alone.
You let me go.

Que canção te fez querer ser DJ? Que progressão de acordes te fez querer fazer algo na música? Qual o momento que te fez...
11/01/2026

Que canção te fez querer ser DJ? Que progressão de acordes te fez querer fazer algo na música? Qual o momento que te fez querer passar do quarto para a cabine? É este o mote do temático desta semana, com os riquinhos EARL, Helena Guedes, Ludovic e Nuno di Rosso.

RUM + domingos 20H
Oxigénio + domingos 23H / terças 22H
RUC + quintas 13H

O creme desta semana é espalhado pelo Xico 🧴“Sunshine Bright On Me (Cub)” exibe um elegante cruzamento entre funk, soul ...
22/12/2025

O creme desta semana é espalhado pelo Xico 🧴

“Sunshine Bright On Me (Cub)” exibe um elegante cruzamento entre funk, soul e a estética “city­pop” dos anos 80 no Japão — pulsando com baixos quentes, cordas suaves e uma melodia que transmite uma sensação de leveza luminosa. A voz flui de modo descontraído, enquanto os arranjos criam uma atmosfera diáfana e ligeiramente nostálgica, como se estivéssemos num pôr-do-sol urbano com luzes de néon refletindo. A canção consegue conjugar alegria e introspecção: há o brilho do “sunshine” no título mas, ao mesmo tempo, um tom de contemplação que torna o tema mais do que puro otimismo superficial.

Sob a rubrica de City Pop, género que misturava pop, funk, disco, R&B e fusão jazz para reflectir o estilo de vida metropolitano durante o auge do “bubble economy” japonês, “Sunshine Bright On Me (Cub)” capta, assim, esse espírito: grooves cálidos, arranjos elegantes, atmosfera “cool” e urbana — como se fosse música para conduzir pelas ruas de Tóquio ao fim do dia ou para dançar numa discoteca sofisticada.

Os Kangaroo entram como um dos muitos projectos – talvez menos divulgados –, que exploraram esse cruzamento de influências internacionais (funk/soul dos EUA) e o refinamento estético japonês dos anos 80, contribuindo para esse legado que hoje é revisitável e cultizado por fãs do género.

Kangaroo - Sunshine bright on me (Cub) - Album “Steppin’” 1983 - Invitation Records


O creme desta semana foi escolhido pelo Nuno: Memória faz parte do quarto álbum de Maria de Fátima Figueiredo, que o mun...
24/11/2025

O creme desta semana foi escolhido pelo Nuno:

Memória faz parte do quarto álbum de Maria de Fátima Figueiredo, que o mundo conhece como Fafá de Belém.
Estrela Radiante é um disco que cruza o urbano com o rural, sempre com aquele sabor a Norte: a Amazónia, o Pará, Belém — a cidade que a viu nascer e que a moldou enquanto ser humano.

A canção foi escrita por Gonzaguinha e arranjada por Wagner Tiso. A letra fala-nos de tempos idos, mais simples, mais inocentes e, de certa forma, mais felizes. A orquestração é absolutamente fabulosa: sobressai o saxofone de Raul Mascarenhas, e há ainda a destacar a conversa elegante entre o baixo de Luiz Alves e a guitarra de Chiquito Braga, além da percussão inventiva de Robertinho Silva.

No entanto, sem esta voz absurdamente potente e de timbre tão quente como a Amazónia, a canção não funcionaria. Fafá consegue ser única tanto nas notas graves como nas agudas — em ambos os casos oferece presença, força, calor e corpo — e Memória precisava exactamente de uma voz assim. Nada disto é alheio ao facto desta força da natureza cantar as palavras como poucos, incutindo-lhes uma carga dramática absolutamente pungente.

Sou grande admirador da Fafá, por tudo o que representa e pela mulher que é. Quebrou os cânones do que se esperava duma cantora no Brasil da época. Foi sempre uma mulher independente, que pensou pela sua cabeça e nunca se importou com rótulos ou padrões. E só não é mais respeitada, como merece, porque a certa altura houve quem a achasse “brega”. Quanto a isso, só concluo uma coisa: brega são todos os que pensaram tal disparate.



O creme desta semana foi escolhido pelo E.A.R.L 🧴Lançado originalmente em single de 12’’ pela Freak Beat Records em 1983...
17/11/2025

O creme desta semana foi escolhido pelo E.A.R.L 🧴

Lançado originalmente em single de 12’’ pela Freak Beat Records em 1983, Dial-A-Freak nasce num momento em que o electro começava a ganhar forma, ainda fresco do impacto de Planet Rock (Afrika Bambaataa). Foi precisamente após esse lançamento que os Uncle Jamm’s Army editaram o tema, com o Egyptian Lover já a assumir a linha da frente.

Discípulo autoproclamado de Kraftwerk e Prince, Egyptian Lover adoptou esse nome por achar que tinha qualquer coisa que atraía o s**o feminino (palavras dele). O título Dial-A-Freak surge do fenómeno do phone s*x, que estava em alta na época e inspirou também o início da faixa, onde se ouvem os números a serem digitados — uma referência clara à febre crescente desse “serviço nocturno” no início dos anos 80. Era, segundo eles, uma das poucas maneiras de falar e tentar seduzir alguém pela calada da noite.

Este tema marcou-me bastante, porque mostra como algo aparentemente simples podia ser totalmente pioneiro, não só nos anos 80 mas na música electrónica em geral. Na altura, Nova Iorque, Chicago e Detroit estavam apenas a ensaiar os primeiros passos do género. Muitos apontam Afrika Bambaataa como pai do electro, há quem indique Detroit.

Eu, honestamente, prefiro dizer que Egyptian Lover revolucionou o estilo.




Esta semana é o Tomás Lobo que nos mostra o que é para si Creme do Creme 🍮 Les Abranis gravaram este álbum de originais ...
10/11/2025

Esta semana é o Tomás Lobo que nos mostra o que é para si Creme do Creme 🍮

Les Abranis gravaram este álbum de originais em 1983, em Paris — uma fusão de música argelina com ecos da pop ocidental dos anos 70 e 80.

Nos últimos tempos tenho mergulhado bastante em música árabe, sobretudo nas misturas e nos cruzamentos entre épocas e estilos.

Esta faixa, ‘Thassousmi’, fez-me imaginar um Peter Frampton perdido em Argel — daí a alusão ao vídeo do próprio Frampton.
No meu imaginário, seriam uma espécie de pseudo-Frampton magrebino, mas na realidade são algo bem diferente. F**a a sugestão: ouve e vê o que esta música te faz lembrar.”

(en)

“Les Abranis recorded this album of original material in 1983, in Paris — a fusion of Algerian music with traces of 70s/80s Western pop.

Lately, I’ve been diving deep into Arabic music, especially those hybrid forms that bridge different eras and styles.

This track, ‘Thassousmi’, made me picture a Peter Frampton lost somewhere in Algiers — hence the reference to his video.
In my mind, they’re like a Maghrebi pseudo-Frampton, though in reality they’re something else entirely. Just a suggestion — see what this song reminds you of.”




Esta semana é a Bruma que nos traz o creme do creme 🍮 Era 1972 e os Ohio Players lançavam Pleasure, o quarto álbum da ba...
13/10/2025

Esta semana é a Bruma que nos traz o creme do creme 🍮

Era 1972 e os Ohio Players lançavam Pleasure, o quarto álbum da banda, editado pela Westbound Records. Aqui estava a silly song perfeita — um delírio de funk psicadélico que parecia vindo do futuro.
Junie Morrison dava vida à Funky Worm através do sintetizador e narrava a sua história com a cómica personagem Granny, que mais tarde viria a ser interpretada por Billy Beck.
Duas décadas depois, essa sonoridade atravessou o mapa — e o que nasceu em Ohio tornou-se o som de Los Angeles. A matéria-prima perfeita para o G-Funk e o hip-hop da West Coast, reapropriada por produtores como Dr. Dre e DJ Quik.
Um dos mais belos exemplos da cultura do sampling: o espírito livre do funk a viver dentro do hip-hop.

(en)
It was 1972, and the Ohio Players released Pleasure, the band’s fourth album, put out by Westbound Records. Here was the perfect silly song — a delirious piece of psychedelic funk that seemed to come from the future.
Junie Morrison brought the Funky Worm to life through his synthesizer, narrating its story with the comic character Granny, later to be performed by Billy Beck.
Two decades later, that sound had crossed the map — what was born in Ohio had become the sound of Los Angeles. The perfect raw material for G-Funk and West Coast hip-hop, reappropriated by producers like Dr. Dre and DJ Quik.
One of the most beautiful examples of sampling culture — the free spirit of funk living on inside hip-hop.




05/10/2025

No episódio desta semana iniciamos uma série de programas gravados nas nossas lojas de discos preferidas do Porto. A primeira a receber a nossa visita foi também a última a abrir. A Mint Mint f**a em Cedofeita, na rua do Breiner e é dirigida por João Vieira ou DJ Kitten. Falamos da aventura que é abrir uma loja de discos, dos X-Wife, de White Haus, do Club Kitten e de Wolf Manhattan, mas também da música que gosta e da cuidada selecção que tem em stock na Mint Mint.
Domingo
RUM 20h/22h
Oxigénio 23h/01h
Quinta
RUC
13h/15h

Hoje é o Xico que dá a receita do creme:CEASER MAKIN’ BACCHANALPresenting Ceaser1979Um grande tema de crossover entre o ...
30/09/2025

Hoje é o Xico que dá a receita do creme:

CEASER
MAKIN’ BACCHANAL
Presenting Ceaser
1979

Um grande tema de crossover entre o Disco/Funk e os ritmos tropicais de Trinidade e Tobago, como o Calypso. “Bacchanal” é uma palavra muito usada no contexto caribenho do Carnaval — bacanal no sentido de festa e caos controlado. As linhas de baixo e os synths envolventes, que vão crescendo ao longo da música, criam a ponte perfeita nesta fusão de estilos, conduzindo-nos ao *climax* num ambiente de celebração e pura folia.

Trata-se de um tema produzido pelo grande compositor, produtor e músico Richard “Nappy” Mayers que, embora não tenha sido tão celebrado mundialmente em vida, é hoje reconhecido como uma figura essencial para entender a evolução da música popular de Trinidade e Tobago e das Caraíbas em geral.

(en)
A remarkable crossover track blending Disco/Funk with the tropical rhythms of Trinidad and Tobago, such as Calypso. “Bacchanal” is a word often used in the Caribbean Carnival context — meaning festivity and controlled chaos. The basslines and enveloping synths, gradually building throughout the track, form the perfect bridge between styles, leading us to the climax in an atmosphere of celebration and pure revelry.

The track was produced by the great composer, producer, and musician Richard “Nappy” Mayers who, although not widely celebrated internationally during his lifetime, is now recognized as a key figure in understanding the evolution of popular music in Trinidad and Tobago and the Caribbean at large.

Creme do Creme 🍮

Esta s*xta-feira, a Pérola Negra regressa à cidade que a viu nascer para mais uma reunião familiar.Na cabine do Mavy, te...
27/05/2025

Esta s*xta-feira, a Pérola Negra regressa à cidade que a viu nascer para mais uma reunião familiar.
Na cabine do Mavy, temos um verdadeiro quarteto fantástico. Não usam capa nem têm superpoderes — mas nas mãos deles, os decks ganham vida.
Ludovic, Nuno di Rosso, Bruma e EARL transformam o Café Concerto num salão de festa, onde a bola de espelhos reflete mais forte e a dança se faz de disco, boogie, house e electro-funk.
Braga, oupas!

🎉 ESTALADÃO PÉROLA NEGRA 🎉Uma bofetada musical desferida a 12 mãos num verdejante jardim como pano de fundo.Bruma, E.A.R...
22/04/2025

🎉 ESTALADÃO PÉROLA NEGRA 🎉

Uma bofetada musical desferida a 12 mãos num verdejante jardim como pano de fundo.
Bruma, E.A.R.L, Francisco AP, Nuno di Rosso, Paulo Cunha Martins e Tomás Lobo misturam, podam e adubam o Segundo Estaladão e aproveitam a ocasião para celebrar 9 anos de gloriosas emissões.

📍 Sábado, 10 de Maio
🕓 Das 16h às 23h
📌 • Cedofeita, Porto

🫣 Diz que vai haver sushi.

Address

Edifício GNRation Travessa Do Carmo

4700

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Perola quê?

Pérola Negra não é apenas o título de uma telenovela ou o nome de uma escola de samba, é também um clube lendário da noite portuense, e, desde 2106, duas horas de rádio, com toneladas de groove. É o local de encontro da confraria da música do mundo e do além, criada por Ludovic, mojo hannah e Nuno Di Rosso, e que é, nos dias de hoje realizado pelos dois últimos, num formato em que se combinam cantigas e histórias idealizado para colorir os fins de semana, nas antenas da RUM e da Radio Oxigénio todos os domingos, entre as 20h-22h e das 23h-01h. A equipa do Pérola Negra é também responsável pelas míticas Danceterias Pérola Negra nos Maus Hábitos, Chinfrim no Pérola Negra ou Esquizofrenia Musical em Portugal no Ferro Bar, festas onde se transporta o espírito do programa das ondas hertzianas para a pista de dança. Buscam-se através dos tempos, pérolas raras ou populares, primitivas ou sofisticadas, analógicas ou electrif**adas, tropicais ou citadinas, do funk à pop, sem vergonha.