O Que a Dor Não Levou

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O Que a Dor Não Levou Há coisas que o tempo leva. Há coisas que transforma. E há coisas que permanecem, mesmo depois de tudo.

330 páginas.Quando olho para este número, penso em tudo aquilo que foi preciso atravessar para que estas páginas existis...
24/09/2026

330 páginas.

Quando olho para este número, penso em tudo aquilo que foi preciso atravessar para que estas páginas existissem.

O Que a Dor Não Levou nasceu de uma história real. Da história da minha mãe, da nossa família e de um momento que mudou para sempre a forma como passámos a olhar para a vida.

Mas estas 330 páginas não contam apenas aquilo que aconteceu.

Falam do antes e do depois.
Do medo. Da incerteza. Das perdas. Dos dias em que foi preciso aprender a viver de outra maneira. Das pessoas que ficaram. Dos pequenos gestos que ganharam outro significado. E, sobretudo, daquilo que descobrimos quando a vida nos obriga a continuar mesmo sem sabermos muito bem como.

Há memórias difíceis. Há outras profundamente bonitas. Há momentos que ainda hoje custam a revisitar e outros que me lembram porque valeu a pena escrevê-los.

Quis que este livro fosse verdadeiro. Que não escondesse a dor, mas que também não ficasse preso a ela.

Porque, no fundo, estas 330 páginas falam sobretudo daquilo que permanece quando tanta coisa muda.

A história é nossa.
Mas espero que, em algum lugar destas páginas, cada leitor consiga encontrar também alguma coisa sua. 🤎

O Que a Dor Não Levou
330 páginas · 18€
Disponível na Papelaria Académica, em Penafiel, e por envio CTT para todo o país

20/09/2026

Só um primeiro olhar sobre um dia que ainda estou a guardar comigo. 🤎

Entre palavras, abraços, emoção e tantas pessoas especiais, O Que a Dor Não Levou ganhou vida para lá das páginas.

Este é apenas um breve excerto do que foi o lançamento.

A reportagem completa chega em breve.

O Que a Dor Não Levou
Uma história de dor, amor e tudo aquilo que permanece.

No fim, são sempre as pessoas. 🤎Um espaço cheio.Abraços demorados.Olhares que diziam muito sem precisar de palavras.Sorr...
19/09/2026

No fim, são sempre as pessoas. 🤎

Um espaço cheio.
Abraços demorados.
Olhares que diziam muito sem precisar de palavras.
Sorrisos, reencontros, lágrimas, carinho.

Foi isso que ficou daquele dia.

Mais do que apresentar um livro, senti-me rodeada de amor. De pessoas que escolheram estar presentes, que quiseram ouvir, abraçar, partilhar e fazer parte deste momento.

Há dias que se guardam pelas palavras.
Outros ficam para sempre pelas pessoas que os tornaram especiais.

E este vai ficar assim: cheio de rostos, de afeto, de calor humano e de uma gratidão difícil de explicar.

Obrigada por terem enchido aquele espaço. Mas, sobretudo, por o terem enchido de amor. 🤎

O Que a Dor Não Levou

O Que a Dor Não Levou já está à venda.A partir de agora, o livro pode ser adquirido na Papelaria Académica, em Penafiel....
18/09/2026

O Que a Dor Não Levou já está à venda.

A partir de agora, o livro pode ser adquirido na Papelaria Académica, em Penafiel.

Para quem está longe, continua também disponível com envio por CTT para todo o país.

Valor: 18€

Muito em breve partilharei também mais novidades sobre novos pontos de venda físicos.

Obrigada por todo o carinho que têm dado a este livro e a esta história. 🤎

No sábado, O Que a Dor Não Levou deixou definitivamente de ser apenas meu.Sentada ao lado da minha mãe, voltei a uma his...
17/09/2026

No sábado, O Que a Dor Não Levou deixou definitivamente de ser apenas meu.

Sentada ao lado da minha mãe, voltei a uma história que conhecemos demasiado bem. Falámos do medo, da dor, daquilo que mudou e, sobretudo, de tudo aquilo que ficou.

À nossa frente estavam pessoas que fizeram parte deste caminho, outras que chegaram agora e muitas que escolheram simplesmente estar ali para ouvir.

Talvez por isso ainda seja difícil resumir aquela tarde.

Houve lágrimas, houve sorrisos, houve abraços e houve uma sensação muito bonita de ver esta história sair finalmente das nossas mãos e começar a pertencer também a quem a lê.

Obrigada a todos os que estiveram connosco.
Obrigada à Maria Inês por conduzir esta conversa com tanta sensibilidade.
E obrigada à minha mãe por voltar comigo a lugares que nem sempre são fáceis de revisitar.

Estas são apenas algumas imagens de um dia que vou guardar para sempre. 🤎

O Que a Dor Não Levou

Começam a chegar as primeiras palavras de quem já está desse lado das páginas. 🤎“Há livros que se leem. E há livros que ...
16/09/2026

Começam a chegar as primeiras palavras de quem já está desse lado das páginas. 🤎

“Há livros que se leem. E há livros que se sentem.”

Receber uma mensagem assim, poucos dias depois de ter colocado esta história nas mãos dos leitores, é difícil de explicar.

Durante tanto tempo, estas páginas foram minhas. Agora começam a pertencer também a quem as lê, a quem se reconhece nelas e a quem encontra, no meio desta história, alguma coisa da sua própria vida.

E talvez seja esta uma das partes mais bonitas de publicar um livro: descobrir aquilo que ele provoca depois de deixar as nossas mãos.

Obrigada por estarem a lê-lo. E por me devolverem palavras tão bonitas. 🤎

O Que a Dor Não Levou
Disponível por encomenda. Envios por CTT para todo o país.

É hoje.Durante meses escrevi sobre aquilo que ficou. Durante semanas contei os dias. E hoje já não há dias para contar.C...
12/09/2026

É hoje.

Durante meses escrevi sobre aquilo que ficou. Durante semanas contei os dias. E hoje já não há dias para contar.

Chegou o momento de vos entregar “O Que a Dor Não Levou”.

Um livro que nasceu da história da minha mãe e daquilo que aconteceu à nossa família, mas que escrevi com a esperança de que possa chegar muito para além de nós.

Porque não é preciso viver a mesma história para compreender a dor, o medo, a mudança, a perda ou a necessidade de recomeçar.

Talvez cada pessoa encontre nestas páginas uma coisa diferente. Uma memória. Uma resposta. Um ensinamento. Ou simplesmente a certeza de que, mesmo quando a vida muda tudo, há coisas que a dor não consegue levar.

Hoje, às 18h00, vou sentar-me ao lado da minha mãe e abrir convosco algumas destas memórias.

Depois de tanto tempo a escrever esta história, chegou o momento de a deixar seguir caminho.

É hoje. E espero muito encontrar-vos lá. 🤎

12 de setembro · 18h00
Jardim do Museu Municipal de Penafiel

Faltam 2 dias. 🤎Há dois anos, dois meses ou até duas semanas, este dia ainda parecia distante. Hoje, faltam apenas dois ...
10/09/2026

Faltam 2 dias. 🤎

Há dois anos, dois meses ou até duas semanas, este dia ainda parecia distante. Hoje, faltam apenas dois dias.

“O Que a Dor Não Levou” nasceu de uma história muito nossa, mas nunca quis que ficasse apenas nela.

Porque a vida nem sempre acontece como planeamos. Todos conhecemos, de formas diferentes, a perda, o medo, a mudança, a incerteza ou a necessidade de começar outra vez.

E talvez seja aí que este livro deixa de ser apenas sobre aquilo que aconteceu à minha mãe e passa a poder ser também um pouco sobre cada um de nós.

Se estas páginas conseguirem deixar a alguém a certeza de que, mesmo depois dos dias mais difíceis, há coisas que a dor não consegue levar, então terão cumprido muito mais do que aquilo que imaginei quando comecei a escrever.

Daqui a dois dias, entrego-vos esta história.

12 de setembro | 18h00
Jardim do Museu Municipal de Penafiel

Espero por vocês. 🤎

Há perdas que não terminam no momento em que acontecem. Continuam na forma como alguém se olha, se reconhece e aprende n...
09/09/2026

Há perdas que não terminam no momento em que acontecem. Continuam na forma como alguém se olha, se reconhece e aprende novamente a ocupar o seu lugar no mundo.

Mas redefinir não significa deixar de ser. Significa descobrir que, mesmo quando muito muda, há uma parte essencial de nós que encontra outras formas de continuar.

Talvez recomeçar seja também isso: aprender a existir de outra maneira sem deixar de ser quem se é.

O Que a Dor Não Levou

08/09/2026

Hoje tornou-se ainda mais real.

Durante meses, “O Que a Dor Não Levou” existiu num computador, em páginas que escrevi, apaguei, reescrevi e voltei tantas vezes a ler.

Agora vejo essas páginas transformarem-se em livros.

É difícil explicar o que se sente ao assistir à impressão de uma história que começou muito antes de alguma vez imaginar que seria capaz de a escrever.

Daqui a cinco dias, estas páginas deixam definitivamente de ser apenas minhas. Vão chegar às mãos de outras pessoas, com outras histórias, outras dores, outros recomeços.

E talvez seja essa uma das coisas mais bonitas deste caminho: perceber que uma história que nasceu daquilo que aconteceu à minha mãe pode encontrar significado na vida de alguém que nunca viveu nada parecido connosco.

Faltam 5 dias.

12 de setembro | Apresentação de “O Que a Dor Não Levou”
Jardim do Museu Municipal de Penafiel

Endereço

Rua Da Estrada Nacional 3271
Barqueiros
4740-683

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