Livrindie - Feira do Livro Independente

Livrindie - Feira do Livro Independente A Livrindie é um projeto cultural para divulgação do livro e da literatura independentes.

PEDRO RODRIGUES COSTASociólogo, mestre em Sociologia das Organizações e do Trabalho e doutor em Ciências da Comunicação ...
19/06/2026

PEDRO RODRIGUES COSTA

Sociólogo, mestre em Sociologia das Organizações e do Trabalho e doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho. Pedro Rodrigues Costa é professor na Universidade Lusófona, Diretor do Departamento de Comunicação e Artes e Diretor do Mestrado em Comunicação, Redes e Tecnologias na Faculdade de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona - Centro Universitário do Porto. É investigador no CICANT – Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Tecnologias da Informação - sob o mote “A captura da atenção nas plataformas digitais”, nomeadamente nas áreas de cultura digital, cultura contemporânea, discurso de ódio, desinformação e qualidade da informação, alterações climáticas em redes digitais, suicídio online e cibercultura (Facebook, TikTok, Google, YouTube, Twitter, Wikipedia, Netflix e Instagram). É membro da Wikimedia Portugal e vice-coordenador do grupo de trabalho de Comunicação Intercultural da SOPCOM. Foi Co-PI do projeto FCT “Engage for SDG”.

HOMO REACTIVUS:
Consequências da Cibercultura para um Novo Mundo

"Homo Reactivus" é um livro que analisa o impacto da cultura digital no bem-estar e alerta para a “era da reatividade”. Partindo de uma constatação reforçada pelo World Happiness Report 2026, de que nas diversas dimensões da vida humana, uma atitude ativa tende a promover maior bem-estar do que uma postura passiva, a obra aprofunda esta ideia ao analisar um fenómeno contemporâneo crescente: a substituição da ação pela reação. Num contexto marcado por estímulos digitais constantes, muitos indivíduos encontram-se cada vez mais condicionados por dinâmicas de resposta imediata, moldadas por algoritmos, design de plataformas e linguagens de inteligência artificial. Se, em determinadas situações, a reatividade pode assumir um papel prudente, o livro argumenta que a sua generalização cultural levanta sérias questões.

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Presença confirmada na Livrindie - Feira do Livro Independente 2026.

UM ENORME AGRADECIMENTO!Desde 2023, ano de fundação efetiva do evento Livrindie - Feira do Livro Independente, que conta...
18/06/2026

UM ENORME AGRADECIMENTO!

Desde 2023, ano de fundação efetiva do evento Livrindie - Feira do Livro Independente, que contamos com o apoio e patrocínio destes fundadores. Sem eles não teríamos conseguido abrir a vereda que permitiu criar um evento singular em Arcos de Valdevez, e que nos trouxe a Feira do Livro de volta às ruas de Arcos de Valdevez.

Um contributo abnegado e no superior interesse da nossa comunidade, com impacto artístico e intelectual, económico e social.

BEM HAJAM!

D.P. ESTEVESNascido Diogo Pedreira Esteves, em Lisboa a 31 de maio de 1983, diz escrever porque precisa — não por vaidad...
18/06/2026

D.P. ESTEVES

Nascido Diogo Pedreira Esteves, em Lisboa a 31 de maio de 1983, diz escrever porque precisa — não por vaidade, mas por urgência. A sua escrita é crua, direta e muitas vezes desconfortável, porque fala do que viveu ou viu de perto: vícios, margens, amores torpes e quedas feias. Cresceu a ler Bukowski, Dostoiévski e Hemingway, e talvez por isso as suas palavras venham sem filtros, a sangrar. Obras como “Humano”, “Histerias de embalar para flipados”, “Hóstia", “Hontem” e “43 Putas na sacristia” são retratos de um mundo que muitos preferem ignorar. Escreve sobre solidão, excessos e caos — porque é aí que, muitas vezes, a verdade se revela.

HONTEM

D.P. Esteves vem apresentar-nos uma obra intensa, que mergulha na tumultuada jornada de Carlos da Rocha, um homem atormentado por doenças mentais exponenciadas pelo ciclo destrutivo da dependência química. Na busca desesperada por redenção, ele decide embarcar numa viagem desafiadora para chegar a tempo ao funeral da mãe. Enquanto enfrenta os demónios internos e as adversidades externas, Carlos revisita o seu passado conturbado, confrontando traumas e revelando segredos familiares. Nessa odisseia marcada pela dor e autodescoberta, esta obra de D.P. Esteves explora a complexidade da natureza humana e a busca incessante por descobrir o real entre as alucinações.

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Presença confirmada na Livrindie - Feira do Livro Independente 2026.

HELENA SILVAHelena Maria Carvalho de Sá Ferreira Lopes da Silva é terapeuta, professora e autora. Licenciada em Medicina...
17/06/2026

HELENA SILVA

Helena Maria Carvalho de Sá Ferreira Lopes da Silva é terapeuta, professora e autora. Licenciada em Medicina Tradicional Chinesa, integra na sua prática múltiplas abordagens do cuidado que vão desde a acupuntura à terapia de Bowen, passando pela massagem terapêutica e pelo movimento consciente. Ensina pilates, ioga e técnicas hipopressivas, tendo fundado a marca registada HS Pilates Academy, onde desenvolve formações certificadas e acompanha dezenas de alunos em percursos de saúde, equilíbrio e autoconhecimento. É também autora de artigos científicos publicados em revistas especializadas, onde explora a integração entre medicina convencional e medicina tradicional, e foi colaboradora regular da Revista Reiki & Yoga, para a qual escreveu diversos textos sobre yoga, reiki, filosofia oriental e desenvolvimento interior.

O TEMPO QUE HABITA EM NÓS

Uma obra de reflexão poética e filosófica que convida o leitor a olhar para a vida através dos ciclos da natureza. Entre solstícios, equinócios e mudanças de estação, o livro propõe uma viagem interior onde o tempo se transforma em metáfora da existência humana. Inspirado por diferentes correntes filosóficas, da serenidade estóica, que nos ensina a aceitar a impermanência da vida, à fluidez oriental, assente na harmonia com os ritmos naturais e na capacidade de adaptação, aborda temas como o desapego, o silêncio, a transformação e os inevitáveis ciclos de queda e renovação, mas fá-lo de forma sensível, acessível e distante de qualquer linguagem académica.

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Presença confirmada na Livrindie - Feira do Livro Independente 2026.

MANUEL RODASO autor Manuel Rodas nasceu na Vila de Soajo, concelho de Arcos de Valdevez, em 1953. Completou os Cursos de...
16/06/2026

MANUEL RODAS

O autor Manuel Rodas nasceu na Vila de Soajo, concelho de Arcos de Valdevez, em 1953. Completou os Cursos de Formação de Professores do Ensino Primário, em Braga, em 1974 e o Curso de Professores de Educação Especial, no Instituto António Aurélio da Costa Ferreira, em 1983. Licenciado e mestrado em Ciências da Educação pela Universidade de Lisboa, em 2005. Professor em várias escolas nos concelhos de Arcos de Valdevez, Viana do Castelo, Amadora e Lisboa, nomeadamente na Escola Superior de Educação de Lisboa, Escola Superior de Educação de Torres Novas e no Instituto Superior de Educação e Ciências em Lisboa. Formador e Coordenador Pedagógico do Ministério da Educação, foi membro da Direção da Associação de Professores de Português, Coordenador Pedagógico da Texto Editora, Consultor Técnico e Formador na Editora Constância Santillana.

HISTÓRIAS DE AMOR E GUERRA

O livro reúne um conjunto de histórias de amor e guerra ao longo do Séc. XX, incluindo histórias de soldados arcuenses participantes na I Grande Guerra. O século XX foi um dos períodos mais contraditórios da História da humanidade. Foi o século das maiores guerras, das maiores tragédias e das mais profundas feridas humanas. Mas foi também o século do amor, da liberdade, das revoluções pacíficas, da união entre povos e do sonho de construir um mundo melhor. Entre trincheiras, bombas e ditaduras, nasceram histórias de amor capazes de sobreviver à distância, ao medo e à morte. Ao longo do século, várias revoluções mostraram que os povos não vivem apenas de medo, mas também de esperança. Em Paris, os movimentos sociais e estudantis reivindicaram liberdade, igualdade e novos direitos. Em Portugal, a Revolução dos Cravos provou ao mundo que uma mudança política podia acontecer quase sem sangue, com flores nas armas e música nas ruas.

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Presença confirmada na Livrindie - Feira do Livro Independente 2026

ESUPER - SUPERMERCADOSSomos Parte da sua Família!No ESuper, mais do que um supermercado, somos uma família! Dedicamo-nos...
16/06/2026

ESUPER - SUPERMERCADOS

Somos Parte da sua Família!

No ESuper, mais do que um supermercado, somos uma família! Dedicamo-nos a proporcionar experiências de compras únicas aos nossos clientes. Há 19 anos que crescemos e evoluímos, mas o compromisso com a qualidade, a variedade e o serviço mantêm-se!

Conheça-nos:

Facebook: https://web.facebook.com/esupersupermercados
Instagram: https://www.instagram.com/esuper_supermercados/

Visite-nos nas nossas superfícies ou em https://esuper.pt/

LAURA VICTÓRIA CABRALJovem autora brasileira, Laura Victória dos Prazeres Cabral, de apenas 9 anos, que se destaca pela ...
15/06/2026

LAURA VICTÓRIA CABRAL

Jovem autora brasileira, Laura Victória dos Prazeres Cabral, de apenas 9 anos, que se destaca pela criatividade e pelo amor em contar histórias. Desde pequena, demonstra paixão pela leitura, pela escrita e por criar mundos cheios de imaginação e aprendizados. Iniciou sua trajetória literária com o livro "A Raposa e o Galinheiro". Em seguida, encantou leitores com "A Menina do Mar e Seus Amigos" e também com "A Menina Soteropolitana", obras que valorizam a amizade, a cultura e o cuidado com o mundo ao nosso redor. Sempre cheia de ideias, Laura segue escrevendo novas histórias e atualmente está desenvolvendo seu próximo livro, "O Castelo das Escadas Coloridas", prometendo mais uma aventura cheia de fantasia e significado. Com sensibilidade e alegria, Laura deseja inspirar crianças e famílias a ler, sonhar e acreditar no poder da imaginação.

A MENINA SOTEROPOLITANA

A Menina Soteropolitana conta a emocionante história de Laura, uma menina brasileira que deixa Salvador para começar uma nova vida em Portugal. Entre despedidas, descobertas, desafios e novas amizades, ela aprende que a coragem, o amor da família e a esperança ajudam a transformar mudanças em oportunidades. Uma história inspiradora sobre imigração, adaptação, amizade e recomeços, que mostra que é possível levar as suas raízes no coração enquanto constroem novos sonhos.

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Presença confirmada na Livrindie - Feira do Livro Independente 2026

ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL + MARTA ABREU  Adolfo Luxúria Canibal fundou o grupo rock Mão Morta, criou espetáculos de spoken ...
09/06/2026

ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL + MARTA ABREU

Adolfo Luxúria Canibal fundou o grupo rock Mão Morta, criou espetáculos de spoken word e integrou o coletivo electrónico francês “Mécanosphère”, tendo dezenas de discos editados. Foi ator em cinema e teatro, dinamizou espetáculos de comunidade, concebeu performances várias, programas de rádio e ainda um filme de videoarte e um espetáculo de dança. Publicou os livros “Rock & Roll”, “Estilhaços”, “Desenho Diacrónico”, “Todas as Ruas do Mundo”, “Garatujos do Minho”, “No Rasto dos Duendes Eléctricos” e “O Crespos” e traduziu “Poesia”, de Vladimir Maiakovski, “Poemas”, de Heiner Müller, e “Beat”, uma coletânea de poetas da Beat Generation.

Marta Abreu fundou o grupo rock Voodoo Dolls em 1994, pioneiro do rock no feminino em Portugal, onde foi baixista até 1998, tendo editado alguns singles e temas em várias coletâneas. Integrou ainda, como baixista, o grupo Mão Morta o tempo de um álbum (“Primavera de Destroços” - 2001) e criou o duo de rock e eletrónica Cadeira Elétrica, onde acumulava a voz com o baixo e a eletrónica. Atualmente participa com Ana Deus em alguns espetáculos, nomeadamente em “Eu Fui Silêncio” sobre poetisas cuja voz foi silenciada, depois de em 2022 ter sido uma das mulheres homenageadas pela Universidade do Porto na exposição “Mulheres Que Fazem Barulho”.

GOELA HIANTE

Confinados por força da pandemia de Covid-19 e sem nada para fazer, Adolfo Luxúria Canibal e Marta Abreu decidem divertir-se com os meios que tinham à mão: livros, um i-pad e um velho piano eléctrico. Foi assim que começaram em Março de 2020, filmados com um telemóvel para as redes sociais a ler poemas envolvidos em ambientes sonoros. Depois, durante esses longos meses de isolamento, foram sendo convidados para participar em eventos on-line e, após o primeiro confinamento, para apresentações ao vivo, tendo-se estreado em Aveiro em Setembro de 2020.
Aproveitaram então para entrar em estúdio e gravar os poemas que haviam musicado, dando origem a “Goela Hiante”, editado em Dezembro de 2020, um disco de poesia negra e soturna servida por uma música minimal, obsessiva e claustrofóbica propositadamente criada para o efeito. E foi já sob a designação de Goela Hiante que, após o segundo confinamento, começaram a apresentar ao vivo os poemas desse disco, a que iam juntando novos poetas, novos poemas e novos instrumentos, como sintetizador e computador, transformando o espectáculo daí resultante numa antologia pessoalíssima de poesia portuguesa, e não só, brevemente contextualizada e, sobretudo, vivificada pela interpretação.

Poemas já musicados e apresentados da autoria de Adolfo Luxúria Canibal, António José Forte, Artur Rockzane, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, João Damasceno, Joaquim Castro Caldas, José Amaro Dionísio, Levi Condinho, Luís Miguel Nava, Manuel de Castro e Mário-Henrique Leiria, bem como de Lawrence Ferlinghetti e Vladimir Maiakovski traduzidos por Adolfo Luxúria Canibal. Músicas de Marta Abreu.

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Presença confirmada na Livrindie - Feira do Livro Independente 2026

Gratos ao Jornal "Notícias dos Arcos" que sempre tem espaço para divulgar o projeto Livrindie e a Cultura.
23/04/2026

Gratos ao Jornal "Notícias dos Arcos" que sempre tem espaço para divulgar o projeto Livrindie e a Cultura.

COMUNICADO: A DIVERSIDADE NÃO É UM HASHTAG      Em abril de 2022, quando a Livrindie foi inseminada numa avenida margina...
17/04/2026

COMUNICADO: A DIVERSIDADE NÃO É UM HASHTAG

Em abril de 2022, quando a Livrindie foi inseminada numa avenida marginal de Arcos de Valdevez, sacada de dentro de uma pequena mala de madeira, a "diversidade" e a "independência" eram palavras ausentes dos cartazes oficiais das feiras do livro da região, e até mesmo de grande parte do país. Um ano depois, do ventre fecundo da Contra Escrita – Edições e com o apoio da Sociedade Civil Arcuense, nasceu a Livrindie – Feira do Livro Independente. Enquanto os grandes palcos hiper-subsidiados se enchiam com os mesmos nomes de sempre e os mesmos grupos editoriais, a Contra Escrita – Edições e a Sociedade Civil Arcuense iniciaram um movimento transformador: o de dar voz a quem o mercado silencia; o de dar oportunidade e divulgação a quem os grandes meios de comunicação social e muitos atores políticos se prestam a ignorar ou até mesmo desprezar.

Criamos então e em conjunto, organicamente, um evento digno da insurreição e rebeldia que desafia o ‘status quo’, em favor e benefício da comunidade, emanado dela, da sociedade e das artes independentes:

Demos voz a poetas
Demos banca a autores e editores
Demos palco a artistas e criadores
Fomos da diversidade profetas.

Germinados da pedra infértil
Erva daninha que resiste
E cresce num muro que persiste
Qual indeferível Primavera.
PH2

A Livrindie nasceu de uma urgência: criar um espaço onde a bibliodiversidade fosse a fundação, não um acessório. Desde 2022, a nossa missão é clara, e as datas dos nossos manifestos são públicas. Não seguimos tendências; criámo-las por necessidade.
Hoje, observamos com um sorriso irónico como a palavra "Diversidade" se tornou o novo adereço de moda nos circuitos oficiais. É curioso ver como, de repente, o vocabulário que a Livrindie introduziu na região em 2023 surge agora, em 2026, replicado em notícias de eventos que, historicamente, sempre privilegiaram o lucro dos grandes grupos. Assistimos com curiosidade a um interessante fenómeno: subitamente, as feiras e eventos institucionais e municipais da região descobriram a terminologia da "diversidade".

É um progresso? Talvez. Será autêntico? As datas dizem que não.

Gostaríamos de recordar a quem agora "copia e cola" os nossos conceitos alguns pontos essenciais:

1. DIVERSIDADE NÃO É COSMÉTICA: Não basta escrever "diversidade" num cartaz ou numa nota de imprensa se 90% das bancas continuam a pertencer aos grandes grupos que dominam a distribuição e o mercado editorial. A Livrindie continua a ser um espaço único onde o autor independente e a micro-editora se sentam à mesa em pé de igualdade, onde os projetos literários se sobrepõe às vaidades e contradições políticas, à grande indústria, e à literatura comercial e de vaidade. Na Livrindie, a diversidade mede-se pelo número de vozes independentes que cabem no recinto, não pelo tamanho do orçamento publicitário ou pela simpatia dos grandes meios de comunicação social.

2. MANIFESTO VS. MARKETING: A Livrindie nasceu de uma missão, a de levar o Livro e a Cultura às pessoas. Apoiada num manifesto ideológico que se vem concretizando desde 2022 e se emancipa em 2026, num percurso assente na sustentabilidade e não em grandes eventos de propaganda com foco no comercial. Adotar a terminologia da “diversidade” em 2026 é apenas marketing de reação; nós fazemo-lo por convicção.

3. A ORIGINALIDADE NÃO SE COMPRA, CONSTRÓI-SE: Celebramos que o nosso caminho esteja a ser seguido, mas alertamos o público e os leitores: a diversidade real e a independência não estão no orçamento de um município, mas sim na coragem de dar palco a quem não garante lucro nem reconhecimento imediato, garantindo antes um lucro Cultural e Comunitário. Praticamos a diversidade e a independência porque é a única forma de respirar.

A Livrindie não é uma "moda" de 2026. É a resistência que começou quando todos os outros ainda estavam confortáveis no seu silêncio homogéneo. A Livrindie continuará a ser o que sempre foi: o original. Sem filtros, sem concessões ao mercado e sem precisar de pedir o dicionário emprestado a ninguém. Candeia que vai à frente alumia duas vezes.

Vemo-nos em Arcos de Valdevez, de 23 a 26 de julho. Onde a independência e a diversidade são reais, não apenas um slogan.

Arcos de Valdevez, 17 de abril 2026
Filipe Faro da Costa (Contra Escrita, Edições)
Criador | Organizador | Produtor

Endereço

Arcos De Valdevez
4970

Website

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