12/05/2026
👀O primeiro caso surgiu em 1486, na Europa, no livro Malleus Maleficarum, ligado à caça às bruxas. Na época, homens relatavam que o órgão íntimo sumia após um toque ou olhar, e a crença era de que bruxaria estava por trás. O fenômeno começou associado à feitiçaria e já foi documentado várias vezes ao longo da história, em diferentes países e continentes. Não começou agora.
Alguns médicos consideram isso uma doença mental, caracterizada como Síndrome de Koro. A ciência médica descreve o quadro como um ataque de pânico intenso onde a pessoa acredita que o órgão ge***al está a encolher ou desaparecer, mesmo sem alteração física real. O tratamento indicado é psicológico, com terapia e, em alguns casos, medicação para ansiedade receitada por psiquiatra.
De acordo com a ciência médica, a maioria dos casos dura de 2 dias a semana para voltar ao normal. Alguns casos demoram mais tempo, mas também passam com acompanhamento. O caso que está a acontecer agora em Angola já aconteceu há 540 anos e já passou por vários países africanos, como Nigéria, Gana e Camarões.O primeiro caso surgiu em 1486, na Europa, no livro Malleus Maleficarum, ligado à caça às bruxas. Na época, homens relatavam que o órgão íntimo sumia após um toque ou olhar, e a crença era de que bruxaria estava por trás. O fenômeno começou associado à feitiçaria e já foi documentado várias vezes ao longo da história, em diferentes países e continentes. Não começou agora.
Alguns médicos consideram isso uma doença mental, caracterizada como Síndrome de Koro. A ciência médica descreve o quadro como um ataque de pânico intenso onde a pessoa acredita que o órgão ge***al está a encolher ou desaparecer, mesmo sem alteração física real. O tratamento indicado é psicológico, com terapia e, em alguns casos, medicação para ansiedade receitada por psiquiatra.
De acordo com a ciência médica, a maioria dos casos dura de 2 dias a semana para voltar ao normal. Alguns casos demoram mais tempo.