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O Banking, Financial Services and Insurance é um espaço aberto para oportunidades, conexões e inovação, reunindo diferen...
31/07/2026

O Banking, Financial Services and Insurance é um espaço aberto para oportunidades, conexões e inovação, reunindo diferentes actores do sector financeiro, tecnológico e empresarial para partilhar conhecimento, criar parcerias e explorar novas possibilidades de negócio.

É um ambiente dinâmico que promove diversas actividades, incluindo sessões de debate, apresentações de soluções inovadoras, momentos de networking, encontros estratégicos e oportunidades de colaboração entre instituições financeiras, empresas, investidores, especialistas e profissionais de diferentes áreas.

O evento proporciona uma plataforma de interação onde ideias se transformam em soluções, conexões geram novas oportunidades e a inovação contribui para a construção de um sistema financeiro mais moderno, inclusivo e preparado para os desafios do futuro.

30/07/2026
30/07/2026
Ministro Américo Muchanga Encerra BFSI Mozambique 2026 Defendendo Dados e Confiança como Activos Estratégicos para o Cre...
25/07/2026

Ministro Américo Muchanga Encerra BFSI Mozambique 2026 Defendendo Dados e Confiança como Activos Estratégicos para o Crescimento Económico

O Ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, encerrou a quarta edição do BFSI - Banking Financial Services And Insurece Mozambique 2026 , defendendo que o desenvolvimento económico de Moçambique deve assentar na valorização da identidade nacional, no fortalecimento da confiança e no uso estratégico da tecnologia e dos dados.

Durante a sua intervenção, destacou que a transformação digital deve estar alinhada com os valores culturais do país e servir como instrumento para melhorar a produtividade, facilitar o investimento e aproximar o Estado dos cidadãos e das empresas.

Américo Muchanga afirmou que o principal desafio de Moçambique não é apenas produzir, mas transformar actividades económicas em activos financiáveis, criando condições para reduzir riscos, organizar informação e mobilizar capital.

O Ministro sublinhou ainda a importância das infra-estruturas digitais, incluindo sistemas integrados, identidade digital, governação de dados e plataformas tecnológicas, defendendo que estas devem complementar as infra-estruturas tradicionais e aumentar a competitividade national.

Como mensagem central, reforçou que dados sem confiança não geram desenvolvimento, destacando a necessidade de fortalecer instituições, regulação e cooperação entre Governo, sector privado, sistema financeiro e parceiros de desenvolvimento.

Américo Muchanga concluiu que o futuro económico do país dependerá da capacidade de organizar conhecimento, fortalecer a confiança e transformar o potencial nacional em oportunidades de desenvolvimento sustentável.

Aceda o Link para todas informações( Zoom, fotos, programa, painéis , intervenções e muito mais): https://bfsi2026.vercel.app/

Patel Encerra BFSI Mozambique 2026 com Apelo à Transformação da Economia Real em Activos FinanciáveisNo encerramento do ...
25/07/2026

Patel Encerra BFSI Mozambique 2026 com Apelo à Transformação da Economia Real em Activos Financiáveis

No encerramento do BFSI – Banking, Financial Services and Insurance Mozambique 2026, Kekobad Patel, Presidente da Comissão Organizadora do BFSI 2026, apresentou a declaração final da conferência, destacando que os consensos alcançados ao longo dos dois dias de debate demonstram a necessidade de uma acção colectiva para fortalecer a economia produtiva nacional.

Na sua intervenção, Kekobad Patel afirmou que “a competitividade nacional dependerá cada vez mais da capacidade colectiva de valorizar a economia produtiva, reforçar a confiança entre instituições, utilizar estrategicamente os dados, acelerar a integração digital, preparar empresas e projectos e mobilizar investimento.”

Segundo o Presidente da Comissão Organizadora, o BFSI Mozambique 2026 permitiu reunir diferentes perspectivas sobre os desafios e oportunidades do país, promovendo uma reflexão conjunta entre instituições públicas, sector privado, sistema financeiro, empreendedores e parceiros de desenvolvimento.

“Esta declaração constitui um contributo para uma reflexão contínua sobre os desafios e as oportunidades que se colocam ao país, procurando estimular uma maior articulação entre instituições, promover a convergência de perspectivas e incentivar soluções capazes de responder às transformações económicas em curso” afirmou.

Kekobad Patel destacou que um dos principais desafios identificados durante a conferência é a necessidade de transformar actividades económicas existentes em projectos estruturados e financiáveis.

“Transformar a actividade económica em activos financiáveis representa uma oportunidade estratégica para converter potencial em investimento, investimento em produtividade e produtividade em prosperidade partilhada”, sublinhou.

Na sua mensagem final, o Presidente da Comissão Organizadora reforçou que o desenvolvimento económico de Moçambique dependerá da capacidade de criar valor a partir dos recursos, talentos e oportunidades já existentes no país.

“É nesta capacidade de criar valor a partir da riqueza que o país já produz que reside uma das maiores oportunidades para acelerar o desenvolvimento económico de Moçambique.”

Kekobad Patel concluiu apelando à continuidade do diálogo e da cooperação entre os diferentes actores do desenvolvimento nacional. *“Que esta declaração inspire a continuidade do diálogo, o fortalecimento da cooperação e a construção de soluções cada vez mais integradas, contribuindo para uma economia mais competitiva, resiliente, inclusiva e preparada para os desafios do futuro.”*

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Painel 5 || BFSI – Banking, Financial Services and Insurance Mozambique 2026, subordinado ao tema “Narrativas Africanas:...
25/07/2026

Painel 5 || BFSI – Banking, Financial Services and Insurance Mozambique 2026, subordinado ao tema “Narrativas Africanas: Reformular o Risco, Reposicionar a Oportunidade ||

Claire Zimba defende Turismo e Cultura como Activos Estratégicos da Marca MoçambiqueNo Painel 5 do BFSI – Banking, Finan...
25/07/2026

Claire Zimba defende Turismo e Cultura como Activos Estratégicos da Marca Moçambique

No Painel 5 do BFSI – Banking, Financial Services and Insurance Mozambique 2026, Claire Zimba, Director Nacional de Turismo, destacou que o turismo e a cultura devem ser vistos como activos estratégicos para reposicionar a imagem de Moçambique e criar novas oportunidades económicas.

Na sua intervenção, defendeu que a cultura é um activo que precisa de investimento e que o turismo representa uma plataforma para transformar valores, tradições e conhecimentos locais em oportunidades de desenvolvimento. Segundo explicou, a marca Moçambique deve incorporar uma narrativa baseada no empreendedorismo, sustentabilidade e valorização do património cultural.

Claire Zimba destacou igualmente a necessidade de simplificar os processos de licenciamento e criar melhores condições para que mais empreendedores possam formalizar as suas actividades, facilitando a entrada de novos actores na cadeia de valor do turismo e da cultura.

Como recomendação, apontou o fortalecimento do turismo comunitário, o apoio às cooperativas, a valorização dos saberes ancestrais e a promoção do conteúdo local como factores essenciais para garantir que os investimentos turísticos gerem benefícios directos para as comunidades.

Para o Director Nacional de Turismo, o desafio passa por transformar os activos culturais e naturais de Moçambique em produtos competitivos no mercado internacional, posicionando o país como um destino sustentável, culturalmente rico e capaz de gerar desenvolvimento económico inclusivo.

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Saide Júnior defende que África deve reconstruir a sua narrativa para gerar confiança nos investidoresPainel 5 do BFSI –...
24/07/2026

Saide Júnior defende que África deve reconstruir a sua narrativa para gerar confiança nos investidores

Painel 5 do BFSI – Banking, Financial Services and Insurance Mozambique 2026, subordinado ao tema “Narrativas Africanas: Reformular o Risco, Reposicionar a Oportunidade”, o docente Universitário de Gestão e Matemática Financeira, Saide Júnior, defendeu que África precisa construir uma nova narrativa baseada em credibilidade, confiança e capacidade de transformar oportunidades em valor económico.

O orador destacou que a percepção de risco sobre o continente é influenciada pela forma como África é apresentada ao mundo, defendendo uma abordagem que ultrapasse visões negativas ou excessivamente optimistas e valorize a realidade de cada país, a força das instituições e o ambiente de investimento.

Saide Júnior sublinhou ainda que a cultura e a arte devem ser reconhecidas como activos económicos, sendo necessário criar modelos capazes de aproximar investidores, instituições financeiras e criadores culturais.

Como recomendação, frisou que África deve assumir os seus desafios, mas demonstrar capacidade de gestão, fortalecer a confiança dos investidores e transformar o seu potencial em oportunidades sustentáveis de desenvolvimento.

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Lourenço do Rosário, Defende a Cultura como Activo Estratégico para Construir Identidade e Confiança NacionalNo Painel 5...
24/07/2026

Lourenço do Rosário, Defende a Cultura como Activo Estratégico para Construir Identidade e Confiança Nacional

No Painel 5 do BFSI – Banking, Financial Services and Insurance Mozambique 2026, subordinado ao tema “Narrativas Africanas: Reformular o Risco, Reposicionar a Oportunidade”, Lourenço do Rosário, Presidente da Fundação Universitária Para o Desenvolvimento da Educação-FUNDE, destacou o papel da cultura, da memória colectiva e do pensamento crítico na construção de uma narrativa nacional capaz de fortalecer a confiança sobre Moçambique.

O académico defendeu que a confiança de um país não depende apenas dos indicadores económicos, mas também da capacidade de valorizar a sua história, identidade cultural, instituições e visão de futuro.

Segundo Lourenço do Rosário, a cultura sempre acompanhou os principais momentos da construção nacional, desde a luta de libertação até ao período pós-independência, através da literatura, das artes e do pensamento crítico, funcionando como um reflexo das inquietações e aspirações da sociedade.

Como recomendação, destacou a necessidade de reforçar as políticas públicas culturais, investir na preservação da memória nacional e reconhecer a cultura como parte integrante das estratégias de desenvolvimento económico e social.

Para o Presidente da FUNDE, o valor da cultura ultrapassa a dimensão económica imediata, pois contribui para criar pertença, identidade e coesão nacional.

“Os actos culturais são actos filosóficos de constituição de uma nação”, afirmou, defendendo que Moçambique deve construir narrativas próprias capazes de valorizar o seu potencial e reposicionar a imagem do país perante o mundo.

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Mestre Naguib Abdula Defende Cultura Como Activo Estratégico e Investimento de Longo PrazoNo Painel 5 do BFSI Mozambique...
24/07/2026

Mestre Naguib Abdula Defende Cultura Como Activo Estratégico e Investimento de Longo Prazo

No Painel 5 do BFSI Mozambique 2026, subordinado ao tema Narrativas Africanas: Reformular o Risco, Reposicionar a Oportunidade”, o Artista Plástico e Moderador Mestre Naguib Abdula defendeu que a cultura deve ser reconhecida como um activo estratégico capaz de gerar valor económico, intelectual e social.

Segundo o artista, a cultura representa uma forma de investimento cujo retorno ultrapassa a dimensão financeira imediata, contribuindo para a formação do pensamento, criatividade e desenvolvimento humano.

“A cultura é emoção cultural. Quando o senhor lê um livro, traz um grande rendimento para a sua cabeça” afirmou, destacando que obras literárias e artísticas têm impacto na construção do conhecimento e da identidade colectiva.

Naguib Abdula defendeu que a arte deve ser encarada como um investimento de médio e longo prazo, comparável a outros activos económicos, uma vez que uma obra pode valorizar-se com o tempo através do seu significado cultural e histórico.

Partilhando a sua experiência como artista plástico, explicou que a valorização da arte acontece de forma progressiva, lembrando que iniciou a venda das suas obras a valores reduzidos e que, com o tempo, estas ganharam maior reconhecimento e valor no mercado.

O artista destacou ainda que, em determinados contextos, a valorização de uma obra de arte pode superar aplicações financeiras tradicionais, uma vez que combina factores económicos, culturais e simbólicos.

Como mensagem central, Mestre Naguib Abdula defendeu que África precisa de ampliar a visão sobre os seus activos, reconhecendo a cultura, a criatividade e a identidade como elementos capazes de gerar oportunidades económicas e fortalecer novas narrativas sobre o continente.

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