21/03/2021
Eu passei anos da minha vida sem olhar para o lado em alguns aspectos,
como por exemplo a tal pergunta que hoje a gente ainda escuta em diversas situações.
-Você aceita seu filho como ele é?
Como ele é?
Ele é ele?
Ele é ela?
Preto, Branquelo, Gay, Galinha, Garanhão, Gordo, Baixinho...
Por que essa pergunta se aplica nessas questões tão perto de uma superfície entre a mediocridade e a hipocrisia?
Nos dias de hoje o que você aceitaria em você, no seus filhos, nos seus pais?
Vivemos em um tempo onde deficiências fazem parte mais do caráter invés do físico!
O amor puro, o sorriso que escapa facilmente desses rostinhos cheio de amor incondicional, amor maior que o seu, que o meu, amor maior que o próprio amor!
Amor pra ser,
Amor pra dar simplesmente pra não transbordar.
Amos sem tantos limites!
Só amor de verdade!
O mundo precisa trocar de deficiências,
de síndromes, de medos!
Se você tem sorte, se você é forte, você esta apto a evoluir e conviver com pessoas iguais, diferentes e tantos faz... pessoas de amor!
Entre o diferente e o comum, podemos criar um mundo de alegria leve.