A Produção do Espaço Industrial Brasileiro

A Produção do Espaço Industrial Brasileiro Industrialização brasileira, momentos mais importantes do desenvolvimento industrial do Brasil, a ind

17/09/2013

Ao longo das ultimas decadas,o desevolvimento industrial vem causando grandes impactos e desequilibrio sobre o meio ambiente.a quantidade de poluentes lançada na atmosfera ou nos rios,de forma direta pelas industrias,ou,indiretamente,por meio dos carros,dos agrotoxicos ou das embalagens,mostra-se cada vez menos sustentavem.podemos comprovar esse desequilibrio observando os crescentes problemas ambientais do planeta,como o efeito estufa,a destruiçao da camada de ozonio,a chuva acida,a poluiçao e a deterioraçao dos mananciais,entre outros. Embora existam muitas leis , a açao fiscalizadora ineficiente por parte dos orgaos publicos e a atitude incosciente de por parte da populaçao não contribuem para que esses problemas diminuam . Lembre-se das fabricas que ainda jogam poluentes nos rios, das industrias que não tem filtros em suas chamines e dos camihhoes e onibus com escapamentos desregulado que emitem grande quantidade de fumaça no ar.

17/09/2013

Ao longo das ultimas decadas,o desevolvimento industrial vem causando grandes impactos e desequilibrio sobre o meio ambiente.a quantidade de poluentes lançada na atmosfera ou nos rios,de forma direta pelas industrias,ou,indiretamente,por meio dos carros,dos agrotoxicos ou das embalagens,mostra-se cada vez menos sustentavem.podemos comprovar esse desequilibrio observando os crescentes problemas ambientais do planeta,como o efeito estufa,a destruiçao da camada de ozonio,a chuva acida,a poluiçao e a deterioraçao dos mananciais,entre outros. Embora existam muitas leis , a açao fiscalizadora ineficiente por parte dos orgaos publicos e a atitude incosciente de por parte da populaçao não contribuem para que esses problemas diminuam . Lembre-se das fabricas que ainda jogam poluentes nos rios, das industrias que não tem filtros em suas chamines e dos camihhoes e onibus com escapamentos desregulado que emitem grande quantidade de fumaça no ar.
Ao longo das ultimas decadas,o desevolvimento industrial vem causando grandes impactos e desequilibrio sobre o meio ambiente.a quantidade de poluentes lançada na atmosfera ou nos rios,de forma direta pelas industrias,ou,indiretamente,por meio dos carros,dos agrotoxicos ou das embalagens,mostra-se cada vez menos sustentavem.podemos comprovar esse desequilibrio observando os crescentes problemas ambientais do planeta,como o efeito estufa,a destruiçao da camada de ozonio,a chuva acida,a poluiçao e a deterioraçao dos mananciais,entre outros. Embora existam muitas leis , a açao fiscalizadora ineficiente por parte dos orgaos publicos e a atitude incosciente de por parte da populaçao não contribuem para que esses problemas diminuam . Lembre-se das fabricas que ainda jogam poluentes nos rios, das industrias que não tem filtros em suas chamines e dos camihhoes e onibus com escapamentos desregulado que emitem grande quantidade de fumaça no ar.
Ao longo das ultimas decadas,o desevolvimento industrial vem causando grandes impactos e desequilibrio sobre o meio ambiente.a quantidade de poluentes lançada na atmosfera ou nos rios,de forma direta pelas industrias,ou,indiretamente,por meio dos carros,dos agrotoxicos ou das embalagens,mostra-se cada vez menos sustentavem.podemos comprovar esse desequilibrio observando os crescentes problemas ambientais do planeta,como o efeito estufa,a destruiçao da camada de ozonio,a chuva acida,a poluiçao e a deterioraçao dos mananciais,entre outros. Embora existam muitas leis , a açao fiscalizadora ineficiente por parte dos orgaos publicos e a atitude incosciente de por parte da populaçao não contribuem para que esses problemas diminuam . Lembre-se das fabricas que ainda jogam poluentes nos rios, das industrias que não tem filtros em suas chamines e dos camihhoes e onibus com escapamentos desregulado que emitem grande quantidade de fumaça no ar.
Ao longo das ultimas decadas,o desevolvimento industrial vem causando grandes impactos e desequilibrio sobre o meio ambiente.a quantidade de poluentes lançada na atmosfera ou nos rios,de forma direta pelas industrias,ou,indiretamente,por meio dos carros,dos agrotoxicos ou das embalagens,mostra-se cada vez menos sustentavem.podemos comprovar esse desequilibrio observando os crescentes problemas ambientais do planeta,como o efeito estufa,a destruiçao da camada de ozonio,a chuva acida,a poluiçao e a deterioraçao dos mananciais,entre outros. Embora existam muitas leis , a açao fiscalizadora ineficiente por parte dos orgaos publicos e a atitude incosciente de por parte da populaçao não contribuem para que esses problemas diminuam . Lembre-se das fabricas que ainda jogam poluentes nos rios, das industrias que não tem filtros em suas chamines e dos camihhoes e onibus com escapamentos desregulado que emitem grande quantidade de fumaça no ar.

10/09/2013
10/09/2013

a produção do espaço industrial brasileiro

10/09/2013

STRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
O processo de industrialização brasileira,desde sua origem até os dias atuais,não se apresentou de forma homogênea nem ao longo do tempo nem no espaço geográfico.Em virtude disso,podemos dividir a história da industrialização do país em algumas fases distintas.
Primeira fase:1844-1929
A origem da industrialização brasileira está relacionada com a Lei Alves Branco,de 1844,que determinou o aumento das tarifas alfandegárias.Nesse período,os estabelecimentos fabris concentravam-se nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo,mas,no início do século XX,já havia certa disperção industrial pelo território nacional.
Predominaram as indústrias de bens de consumo não duráveis(têxtil,alimentícia,couro),a mão de obra estrangeira,composta principalmente de imigrantes europeus,além de capitais privados e nacionais.
por:nailson

10/09/2013

A DISTRIBUIÇÃO INDUSTRIAL NO TERRITÓRIO BRASILEIRO
Os estabelecimentos industriais não estão distribuídos de modo uniforme pelo território brasileiro. A concentração em determinadas regiões se explica por questões politicas, econômicas e históricas que permearam a construção do espaço geográfico brasileiro ao longo do tempo.
É possível verificar a concentração das indústrias na Região Sudeste, em especial no estado de São Paulo, que responde por 45% da produção industrial dos pais.
Atualmente, porém, possível verificar uma mudança na dinâmica na localização das indústrias no Brasil. As industrias têxteis, de calçados e mesmo as automotivas vêm transferindo progressivamente seu setor de produção para outros estados, embora mantenha os serviços de publicidade e de gerenciamento e vendas, por exemplo, na cidade de São Paulo, a grande metropoli nacional. Isso é possível em virtude do desenvolvimento dos meios de comunicação, principalmente a internet, que permite gerencia produção a distância.( Postado por João Bosco)

10/09/2013

Os processos de industrialização promovem, sempre, a concentração espacial da riqueza e dos recursos financeiros e produtivos. Essa tendência de concentração espacial acompanhou a industrialização brasileira, desde o início do século XX. Em escala nacional, o seu resultado foi a configuração, no Sudeste, de uma região industrial central, dinâmica e integrada. O núcleo dessa região corresponde ao Estado de São Paulo.

Além da dinâmica da economia de mercado, a geografia industrial depende das estratégias do Estado. Entre as décadas de 1940 e 1960, a política estatal de desenvolvimento da grande siderurgia abriu uma nova etapa da industrialização brasileira, reforçando a tendência de concentração espacial da indústria no Sudeste.

A grande siderurgia brasileira nasceu a partir de duas empresas estatais: a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). A segunda encarregou-se da extração, do transporte ferroviário e naval e da comercialização dos minérios do Quadrilátero Ferrífero, antes de expandir as suas atividades para inúmeras outras jazidas do País.

O Estado de São Paulo, núcleo industrial mais dinâmico do Centro-Sul, não está em declínio industrial. As fábricas baseadas no uso intensivo de mão-de-obra são repelidas para outras localizações, mas os principais investimentos em indústrias de alta tecnologia continuam a ser atraídos por São Paulo. A redução da participação do Estado no emprego não é acompanhada por uma diminuição tão acentuada no valor da produção industrial.

A SUDENE E A INDUSTRIALIZAÇÃO DO NORDESTE

A industrialização moderna do Nordeste associou-se a uma fase do modelo de substituição de importações marcada pela importância das políticas de desenvolvimento regional do Estado. Essas políticas conduziram a processos de desconcentração da indústria, em escala nacional, e de concentração industrial, em escala regional.

A criação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), em 1960, foi o ponto de partida de um projeto de desconcentração industrial baseado no planejamento estatal. Por meio de um vasto programa de incentivos fiscais, o Estado conseguiu direcionar investimentos privados do Centro-Sul para o Nordeste. A implantação de usinas hidrelétricas de porte no Rio São Francisco e a presença de mão-de-obra abundante e barata funcionaram como incentivos suplementares.


Na Bahia, essa estratégia conduziu à criação do pólo petroquímico de Camaçari e do distrito industrial de Aratu, ambos na região metropolitana de Salvador, O pólo de Camaçari, estabelecido na década de 1970, gira em tomo da Refinaria Landulfo Alves, da Petrobras. O parque industrial químico representou alteração estrutural na economia baiana, tornando-se logo a principal fonte de receita tributária do Estado. No distrito de Aratu predominam as indústrias de bens de consumo duráveis atraídas pelos incentivos da Sudene.

O impulso promovido pela Sudene gerou também pólos de produção de bens intermediários como as indústrias de fertilizantes de Sergipe e o complexo químico Salgema de Alagoas. Os insumos produzidos por esses pólos são, em geral, transformados no Sudeste e, em especial, no Estado de São Paulo.









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10/09/2013

O PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS
A partir de 1990, no governo do presidente Fernando Collor, o processo de industrialização tomou novos rumos no Brasil, o que levou alguns especialistas a afirmar que estaríamos na quarta fase da nossa industrialização.
Esses novos rumos estavam relacionados a um conjunto de ideias conhecidos como neoliberalismo. O neoliberalismo defende a liberdade absoluta de mercado e uma restrição á intervenção estatal sobre a economia. Segundo seus defensores, o estado só deve interferir em setores imprescindíveis á sociedade e, mesmo assim, num grau mínimo.
A adoção das politicas neoliberais pelo governo levou á privatização da maioria das empresas estatais brasileiras por meio do Programa Nacional de Desestatização. Essa politica, segundo seus articuladores , tinha como meta reduzir a participação do Estado na economia e arrecadar recursos com a venda das empresas nacionais. Além disso, adotou-se uma politica de liberalização das importações com redução das taxas alfandegárias, facilitando a entrada de produtos estrangeiros nos pais.
A forte concorrência imposta pela abertura econômica aos produtos estrangeiros levou parte das industrias brasileiras a se modernizar, tornando-as, assim, mais completivas , Porém, muitas industrias não conseguiram se moderniza e faliram; outras, foram incorporadas por empresas maiores, principalmente estrangeiras, o que fez crescer ainda mais a participação do capital estrangeiro na economia nacional.
Essa politica teve continuidade nos governos seguintes, que, além de intensificar as privatizações, promovem mudanças na legislação trabalhista dos pais. As primeiras empresas estatais a serem privatizadas foram as dos ramos siderúrgico, químico, petroquímico e de fertilizantes. Mais tarde, outras industrias –como a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e as empresas de energia (Cesp, Chesf e Eletronorte) –passaram para o controle da iniciativa privada.
Muitos setores da sociedade criticaram o processo de privatização, argumentando que parte das empresas estatais era lucrativa, e a venda de empresas estratégicas (como as de mineração e energia).postado por João bosco

09/09/2013

Multinacional e Transnacional
Frequentemente, os termos multinacional e transnacional, atribuídos a empresas que atuam internacionalmente, tem sido usados como sinônimos. Entretanto, pode-se diferenciá-los de acordo com de acordo com o momento histórico em que essas empresas se originaram e seus sistemas de operações. As multinacionais são empresas que atuam em vários países por meio de filiais. Suas origem se relaciona a uma empresa nacional que se propôs a expandir os investimentos em outros países por meio da instalação de empresas que apresentem os mesmos processos de produção e métodos de gerenciamento. Essas filiais são “copias” da matriz e estão sujeitas ao controle e à regulação do país de origem. Já as transnacionais são empresas típicas do capitalismo financeiro, formadas por capitais que, geralmente, não apresentam uma identificação nacional especifica. Apresentam formas de administração internacionalizadas, transformadas dessa forma em redes globais, podendo estar em qualquer lugar do mundo, desde que seus lucros sejam seguros e elevados. Atualmente, boa parte das empresas multinacionais se transformou em empresas transnacionais.

09/09/2013

Os caminhos da industrialização Brasileira O Brasil- a principio no papel de colônia e, mais tarde, como um pais politicamente independente teve sua economia baseada nas atividades primárias, buscando sempre atender aos interesses do mercado externo. Até a primeira metade do século XIX , os poucos estabelecimentos que transformavam matérias primas se organizavam de forma artesanal. Era o caso dos engenhos de açúcar, dos curtumes, das fábricas domesticas de fiação de calçados, entre outros. A indústria artesanal manteve-se por muito tempo por causa das pressões que a coroa Portuguesa impôs ao brasil, impedindo qualquer tentativa de desenvolvimento manufatureiro. Esse fato foi agravado com a abertura dos portos, em 1808, que forneceu a entrada dos produtos industrializados vindos da Inglaterra. Essa situação so foi alterada em 1844, quando foi publicada a lei Alves branco, editada com o objetivo de equilibrar as finanças do tesouro publico naquele período. Essa lei foi fundamental para o desenvolvimento da indústria nacional, pois aumentou sensivelmente as tarifas alfandegarias do pais, encarecendo os produtos estrangeiros e, assim, favorecendo a produção interna. Outros fatores determinantes para o desenvolvimento industrial brasileiro foram: * A produção de algodão, matéria- prima essencial para o desenvolvimento da indústria têxtil. *O acumulo de capitais advindos da exportação do café, capital que foi investido posteriormente na atividade industrial. *A consolidação do trabalho assalariado após a abolição da escravidão, oque intensificou as relações de mercado (compra e venda dos produtos). *A presença de mão de obra barata, ampliada com a vinda dos imigrantes europeus. Vale ressaltar que parte desses imigrantes trazia consigo a experiência no trabalho fabril, fundamental para o desenvolvimento da indústria brasileira. *O desenvolvimento de infraestrutura proporcionado pela atividade cafeeira: Ferrovias foram construídas, o numero de casas de comércio e de bancos cresceu, os portos e a produção de energia se modernizaram etc. Essa infraestrutura serviu, depois, ao desenvolvimento industrial brasileiro. *As crises econômicas que atingiram os países industrializados (durante a primeira guerra mundial, 1914-1918, e, depois, a crise de 1929) provocaram queda nas exportações do café brasileiro, além de restringirem as importações de bens manufaturados. A restrição das importações de bens manufaturados forçou o Brasil ater de substituir esses produtos, que até então eram adquiridos dos países industrializados, oque caracterizou a indústria brasileira como substitutiva. Outro fator importante foi a necessidade de o Brasil importar quase todo o maquinário e os equipamentos dos países ricos para poder se industrializar, caracterizando nosso processo industrial como dependente.

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