11/05/2025
Ser mãe dos meus filhos é a dádiva mais preciosa que carrego. Eles me completam, me ensinam, me resgatam de mim mesma. Me mostram, todos os dias, que o amor verdadeiro não tem medidas. Ser mãe é viver tentando equilibrar o mundo, o dos filhos, o da casa, o do trabalho e o nosso.
É querer dar conta de tudo, o tempo todo, e se cobrar por cada detalhe que escapa.
É deitar à noite com a sensação de que poderia ter feito mais, mesmo tendo dado tudo de si.
Mas a verdade é: a gente não precisa ser PERFEITA.
Nem forte todos os dias.
Nem carregar o título de guerreira quando, por dentro, tudo que queremos é um colo também.
Ser mãe é bonito, mas também é solitário às vezes.
É se doar tanto que, sem perceber, a gente se perde um pouco de si.
Mas precisamos lembrar: antes de sermos mães, somos mulheres. Somos humanas. E temos limites.
Aos poucos, vamos entendendo que errar faz parte.
Que não existe manual.
Que amar, mesmo sem saber exatamente como, já é o maior acerto.
Hoje, no Dia das Mães, deixo o meu carinho a todas que tentam, caem, recomeçam.
Que estão cansadas, mas continuam.
Que sentem culpa, mas também orgulho.
Vocês não estão sozinhas.
E isso já é força: reconhecer que não damos conta de tudo e, ainda assim, seguimos com o maior amor do mundo.
Feliz Dia das Mães, com mais verdade, mais leveza e menos cobrança.