ProAli - Segurança de Alimentos

ProAli - Segurança de Alimentos Segurança, Higiene e Conservação de Alimentos A ProAli Segurança de Alimentos se dedica a uma questão prioritária: garantir a qualidade dos alimentos.

Os cuidados devem ser tomados desde a produção até o consumo dos produtos. Uma falha na higiene ou a contaminação nas refeições podem colocar me risco a saúde dos consumidores. Isso é sinônimo de graves problemas para a empresa, institucionais e financeiros. O objetivo da ProAli é disponibilizar soluções que evitam as falhas. Os cuidados são benéficos para o consumidor, para o empresário e para o

administrador de restaurantes. Afinal, quem é bem atendido, com qualidade e gentileza, sempre volta. A ProAli oferece serviços para shoppings e supermercados que priorizam a credibilidade querem garantir aos clientes que as refeições, nos locais, além de saborosas, tem qualidade, em toda a extensão da palavra. Além disso, a ProAli ajuda empresas que oferecem refeições aos seus funcionários. A ProAli trabalha dentro das normas exigidas pela Vigilância Sanitária e dá suporte aos seus clientes para que todas as exigências sejam cumpridas.

22/12/2018

Bom dia a todos os amigos da Proali. Este ano que passou foi extremamente desafiador e nós estamos em processo de reconstrução de nossas metas para o próximo ano. Acreditamos sempre que podemos fazer mais e melhor e que com equipe motivada e comprometida como a nossa, estaremos sempre prontos a novos desafios. Agradecemos sempre e com muita gratidão por sua companhia e presenças em nossas vidas. Estaremos juntos e sempre dispostos a gerar energias positivas para nossos negócios e parceria. Feliz ano novo. Grato pelo 2018. Esperanças no 2019.

21/12/2018

A ProAli Segurança de Alimentos deseja a todos um Natal com paz e harmonia! E que em 2019 a mesa seja farta de alimentos de qualidade e saudáveis!

Você sabe mesmo o que está servindo para seu público? Pode dizer com certeza que todos os processos são feitos de acordo...
14/11/2018

Você sabe mesmo o que está servindo para seu público? Pode dizer com certeza que todos os processos são feitos de acordo com o que determinam as legislações? São muitos os detalhes e cuidados. E qualquer deslize pode levar a uma grande dor de cabeça. Evitar a contaminação cruzada é uma das prioridades. Muitas pessoas desconhecem, mas o simples fato de cortar uma carne crua e depois utilizar a mesma faca, sem lavar, para cortar uma carne assada, pode gerar vários riscos à saúde. Isso ocorre porque carnes cruas e vegetais que ainda não foram higienizados têm inúmeros microrganismos causadores de doenças, e que podem ser transmitidos para os alimentos que já estão prontos. Esse tipo de contaminação pode acontecer por meio da transferência de microrganismos de um alimento ou superfície, com os utensílios, equipamentos ou do próprio manipulador. Quando a contaminação de algum alimento ocorre dessa maneira, é chamada de contaminação cruzada. Quem prepara e serve os alimentos precisa tomar todos os cuidados. Se você tiver alguma dúvida, conte com a consultoria da ProAli Segurança de Alimentos.

O controle de qualidade de alimentos abrange toda ação que previne contaminação de alimentos, em todas as etapas do proc...
12/11/2018

O controle de qualidade de alimentos abrange toda ação que previne contaminação de alimentos, em todas as etapas do processo produtivo, abate, colheita, transporte, armazenamento e distribuição. Compreende qualquer tipo de ação que torne os alimentos ideais para o consumo. Qualquer estabelecimento comercial que venda alimentos está sujeito às legislações para manipulação de comida. Restaurantes, padarias, lanchonetes, pizzarias, sorveterias, churrascarias, entre outros, precisam ter cuidados para manusear os mantimentos.

Em um comércio onde se fabriquem ou vendam alimentos, o profissional mais indicado para o controle de qualidade dos produtos é o nutricionista, que deve orientar os funcionários sobre as melhores condições sanitárias para armazenamento e preparação. Além disso, as condições de higiene dos empregados devem ser observadas, pois podem ser prejudiciais à qualidade dos alimentos.

As instalações das empresas do ramo alimentício são cruciais para a qualidade dos produtos. O armazenamento f**a comprometido em locais poucos arejados, sujos ou em más condições de conservação. No caso de restaurantes, as cozinhas precisam estar sempre limpas e os equipamentos devem ser novos e higienizados. Os funcionários devem sempre usar acessórios que evitem contato direto com os alimentos, como luvas, toucas e máscaras.

O controle de qualidade de alimentos também é importante para evitar desperdícios no momento do armazenamento e preparação dos pratos. Evitar desperdícios pode ajudar no marketing da empresa e melhorar a lucratividade.

O órgão brasileiro que fiscaliza e aplica a legislação para os estabelecimentos do ramo alimentício é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A demanda por profissionais da área é cada vez maior, devido à rigidez da legislação sanitária. Mas a correria do dia a dia impede que o profissional da área de mantenha informado. Conte com a consultoria da ProAli!

O brasileiro está consumindo mais produtos como azeite, suco congelado, sobremesas e lanches prontos. Por outro lado, es...
09/11/2018

O brasileiro está consumindo mais produtos como azeite, suco congelado, sobremesas e lanches prontos. Por outro lado, está comprando menos itens como bebida à base de soja, óleo de soja, polpa de tomate e alisantes. É o que mostra pesquisa da Kantar Worldpanel sobre as principais mudanças e tendências na composição do carrinho de compras das famílias. Fique de olho na preferência do consumidor e conte sempre com a consultoria da ProAli Segurança de Alimentos!

Caiu o consumo de itens como bebida à base de soja, óleo de soja e alisantes, e aumentou a demanda por suco congelado, azeite e sobremesa pronta; veja ranking.

Quando chega o calor, quem trabalha com alimentação tem razões para f**ar animado e também preocupado. A alegria é por c...
08/11/2018

Quando chega o calor, quem trabalha com alimentação tem razões para f**ar animado e também preocupado. A alegria é por conta do movimento, que tradicionalmente cresce com as altas temperaturas.
Por outro lado, as chuvas fortes, comuns em dias quentes, atraem as chamadas pragas urbanas. Elas provocam a contaminação dos ambientes e dos alimentos. Isso pode trazer sérios riscos aos negócios. Se algum cliente passar mal, depois de consumir os pratos do estabelecimento, o negócio corre até o risco de fechar as portas. São várias as ocorrências registradas recentemente em locais visitados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os comerciantes tiveram prejuízo e o nome do lugar f**ará por muito na mente dos consumidores, como um lugar que não inspira confiança.
Entre as pragas urbanas mais comuns está a barata Periplaneta Americana, também conhecida como barata voadora. Ela prefere locais isolados, quentes e úmidos, ralos e caixas de gordura podem abrigar esses “seres”. As periplanetas vêm do esgoto em busca de alimentos e são responsáveis pela transmissão de doenças como gastroenterites e disenterias; infecções, entre outras tantas.
A barata pequena, Blatella Germânica, é igualmente perniciosa à saúde humana. Ela se prolifera em cantinhos dentro de casa, como azulejos, frestas de madeira, dentro da borracha da geladeira, do fogão e adora restos de alimentos. A falta de limpeza do local estimula o aparecimento e proliferação da espécie. Para resolver o problema, não basta jogar veneno. É preciso realizar uma boa limpeza, incluindo o manejo de utensílios da produção de alimentos e a programação de retirada do lixo. “Entre outros detalhes, até os ralos devem ganhar atenção especial e precisam ser tampados”, afirma o médico veterinário, sanitarista e diretor da ProAli Segurança de Alimentos, Paulo Sallum. “O técnico especializado pode fazer toda a prevenção e solucionar o problema, mesmo quando a praga já estiver instalada no local”.
É preciso lembrar que as pragas urbanas precisam de três elementos “A” para viver: Água, Abrigo, Alimento. Um grão de arroz já é um banquete para elas. Os problemas podem começar até numa faca. A proliferação de insetos e de bactérias não se enxerga. Por isso a ajuda de um profissional especializado em segurança de alimentos é tão importante. A prevenção é a chave de sucesso em qualquer negócio. Quando o assunto são os alimentos, os cuidados precisam ser redobrados.

Truques da indústria de alimentosAs gôndolas do supermercado escondem muitos segredos.  A indústria alimentícia se vale ...
05/11/2018

Truques da indústria de alimentos

As gôndolas do supermercado escondem muitos segredos. A indústria alimentícia se vale de brechas da lei para incluir pegadinhas aqui e ali – na composição do produto e na rotulagem. É tudo dentro da lei. Enganação legal. O que não faz bem nem para a marca, nem para o consumidor.

Uma recomendação séria: leia os rótulos dos alimentos que você compra. Sempre. É nas letras miúdas que se escondem os problemas. Na lista de ingredientes: a lei manda ordená-los em ordem decrescente de proporção. Ou seja, vêm antes os nomes dos elementos que aparecem em maior quantidade.

- Água no frango

A empresa encharca o frango de água antes de congelá-lo. Assim, o consumidor leva água a peso de frango – e só descobre a trapaça quando descongela o produto. O permitido pela legislação brasileira é de 6% do peso total do frango.

- Soja e água no hambúrguer

O hambúrguer é feito de carne triturada, indistinguível na aparência dos pedacinhos de proteína texturizada de soja (PTS). Sozinha, a PTS já barateia um bocado o produto. Mas aí entra a água: a PTS a absorve como uma esponja, o que aumenta ainda mais o volume e o peso do hambúrguer. Se você examinar os ingredientes dos hambúrgueres mais populares de grandes marcas, notará que a água é o segundo nome da lista, depois da carne. Em seguida vêm a gordura bovina e a PTS.

- Suco “sem adição de açúcar”

Em vez de empregar o açúcar feito nas usinas de cana, os fabricantes concentram suco de maçã até este virar um xarope de alto poder edulcorante. É suco, mas é açúcar.

- Sorvete “feito com leite”

Sorvetes bons, em especial sabores como creme e chocolate, são feitos à base de leite e creme de leite. A versão barata, do potão de plástico, tem como base a gordura vegetal hidrogenada. Não há nada na lei que obrigue o fabricante a usar laticínios no sorvete – muitos não usam.

Mas alguns industriais perceberam que podiam mudar a percepção do público com a adição de uma quantidade irrisória de leite. E estampar uma leiteira na embalagem. E anunciar que o sorvete é feito com leite – quase nada de leite.

- Tomate italiano chinês

Quem compra produtos importados precisa saber que as leis estrangeiras também são passíveis de burlas. Na União Europeia, por exemplo, alimentos processados podem estampar no rótulo o país em que se encontra a indústria. Isso é especialmente problemático com itens em que o processo industrial praticamente se limita ao envase –como os tomates em lata e o azeite de oliva. A Itália cultiva muito tomate, mas não o suficiente para abastecer o mundo. Assim, abastece sua indústria com frutos vindos da China ou de outros países.

A parcela mais consciente do público europeu já percebeu o problema. Para atender às demandas desse consumidor, a indústria criou linhas de produtos com origem identif**ada. No caso dos tomates, só são italianos de verdade aqueles que têm no rótulo os dizeres “100% tomates italianos” ou algo do tipo. Eles são mais caros do que os outros. (Fonte: Uol - Cozinha Bruta)

O papel da ProAli Segurança de Alimentos é evitar a contaminação em alimentos, que podem acontecer todos os dias nos res...
01/11/2018

O papel da ProAli Segurança de Alimentos é evitar a contaminação em alimentos, que podem acontecer todos os dias nos restaurantes. Os clientes têm à disposição toda a experiência da empresa, que proporciona total segurança, no que diz respeito ao rigor das normas exigidas pela Vigilância Sanitária.
Mais do que preparar refeições que agradem ao paladar dos consumidores, restaurantes, lanchonetes e bares devem seguir padrões de higiene e segurança alimentar com o objetivo de não trazer riscos e danos à saúde dos clientes.
Há diversos fatores responsáveis pela contaminação dos alimentos nas cozinhas, com destaque para a falha na armazenagem dos alimentos, temperatura incorreta de armazenamento, contaminação cruzada - ao deixar próximos alimentos crus e cozidos - assim como os de origem animal com os de origem vegetal. Destaque também para o descongelamento dos alimentos em temperatura ambiente e recongelamento de alimentos, especialmente carnes e peixes, utilização de alimentos com prazo de validade vencida ou que não estejam em condições adequadas para o consumo e a falta de lavagem das mãos durante a manipulação dos alimentos. Conte com a ProAli!

Te**es feitos no início de mês de outubro pela Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) apontaram que sete produtos...
01/11/2018

Te**es feitos no início de mês de outubro pela Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) apontaram que sete produtos vendidos como azeite extravirgem não podem ser considerados óleo de oliva e, sim, uma mistura de óleos vegetais. Em nota, a Proteste afirma que conseguiu obter duas novas liminares favoráveis no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, referente às ações judiciais contra as marcas de azeite Faisão Real (Lote 001, validade: 03/08/2020) e Barcelona (Lote 2275/18, validade 01/01/2020).

Te**es feitos no início de mês de outubro pela Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) apontaram que sete produtos

Quem prepara e serve alimentos precisa estar atento em cada minuto do dia. Mas o horário que exige maior atenção é aquel...
29/10/2018

Quem prepara e serve alimentos precisa estar atento em cada minuto do dia. Mas o horário que exige maior atenção é aquele entre 11h30 e 13h30. Nesse período acontece o "pico" do almoço. Segundo Paulo Sallum, médico veterinário, sanitarista e diretor da ProAli Segurança de Alimentos, nesse horário os restaurantes estão com maior fluxo de pessoas, o que exige mais reposições das bandejas. "A cada 40 minutos o restaurante precisa trocar o alimento da bandeja. O ideal era que isso acontecesse a cada 20 minutos, mas sabemos que isso nem sempre é possível", comenta Sallum.
A ProAli pode tirar todas as suas dúvidas e ajudar a adequar a difícil rotina ao que determina a Anvisa. Afinal, uma denúncia de intoxicação pode levar o estabelecimento a f**ar interditado, além da multa.

Te**es feitos pela Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) apontaram que sete produtos vendidos como azeite extrav...
25/10/2018

Te**es feitos pela Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) apontaram que sete produtos vendidos como azeite extravirgem não podem ser considerados azeites, e sim uma mistura de óleos vegetais. O teste avaliou 60 marcas e as reprovadas foram Barcelona, Porto Valência, Casalberto, Olivenza, Faisão Real, Do Chefe e Borgel.

Te**es feitos pela Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) apontaram que sete produtos vendidos como azeite extravirgem não podem ser considerados azeites, e sim uma mistura de óleos vegetais.O teste avaliou 60 mar

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