Momento Fotográfico

Momento Fotográfico Fotografia social, publicidade, moda e still. Equipe de experientes e talentosos fotógrafos e um pequeno e versátil estúdio para produzir qualquer imagem.

O Momento Fotográfico, é dirigido pelo fotógrafo John Kirchhofer, e aglutina uma equipe de mais 5 fotógrafos, assistentes, diagramadores e editores. O atendimento está à cargo da Viviane Capulot. É uma empresa de fotografia que busca registrar todos os momentos importantes da vida de uma família com muito amor e dedicação. O estilo de trabalho é de uma fotografia contemporânea, com um olhar único

e tratamento refinado das imagens. Criamos e produzimos álbuns de fotos contando a história cheia de emoção do seu Casamento, 15 anos, Bar-Mitzvah, Bodas, Aniversários, Formaturas, ensaios fotográficos e book para modelos. Além disso fazemos fotografia comercial e publicitária para empresas. Atualmente o Momento Fotográfico está apta para criar Tour Virtuais a partir de fotos feitas em 360 graus e transformadas em fotos esféricas. Colocamos seu negócio no Google via o Google Street View. Consulte-nos sobre fotos profissionais. Temos a melhor solução de custo/benfício para você

Abor­to e re­li­giãoO Estado de S. Paulo, Brasil 9 de out. de 2021 Dom Odi­lo P. Sche­rerA ques­tão é hu­ma­na e en­vol­...
09/10/2021

Abor­to e re­li­gião

O Estado de S. Paulo,
Brasil 9 de out. de 2021
Dom Odi­lo P. Sche­rer

A ques­tão é hu­ma­na e en­vol­ve o mo­do co­mo in­ter­pre­ta­mos o ser hu­ma­no e sua vi­da

Ale­ga­li­za­ção do abor­to no Bra­sil so­lu­ci­o­na­ria, de uma vez pa­ra sem­pre, es­ta ques­tão, de mo­do que nin­guém mais de­ve­ria ter na­da a di­zer con­tra tal dis­po­si­ti­vo le­gal? O abor­to é uma ques­tão aber­ta e nun­ca re­sol­vi­da, mes­mo nos paí­ses que o tor­na­ram le­gal. Não é a le­ga­li­za­ção que tor­na bom um ato.

A lei de­ve pro­te­ger e pro­mo­ver o que é bom. O abor­to é coi­sa boa e de­ve­ria ser pro­mo­vi­do co­mo um di­rei­to hu­ma­no? A ques­tão po­de­ria ser vis­ta a par­tir de di­ver­sos ân­gu­los: o da mu­lher ges­tan­te, o dos cos­tu­mes da so­ci­e­da­de, o das po­lí­ti­cas de go­ver­no e, não nos es­que­ça­mos, do la­do do fe­to, ou da cri­an­ça a ser abor­ta­da, que é a par­te mais in­te­res­sa­da. Há ar­gu­men­tos pa­ra to­dos os mo­dos de ver. Quais de­les de­vem con­tar mais?
Com frequên­cia, ar­gu­men­ta-se
a fa­vor do abor­to e se es­que­ce de olhar – ou se faz ques­tão de não ver – o la­do do abor­ta­do. De fa­to, é ele o mai­or in­te­res­sa­do, por­que es­tá em jo­go a sua vi­da, sem ter ele cul­pa e sem po­der se de­fen­der. Pro­cu­ra-se jus­ti­fi­car o in­jus­ti­fi­cá­vel, afir­man­do que é um mon­ti­nho de cé­lu­las, que ain­da não tem vi­da hu­ma­na, que não é um ser hu­ma­no “viá­vel” (o que é is­so?).

É cer­to que o iní­cio da vi­da hu­ma­na en­vol­ve uma dis­cus­são fi­lo­só­fi­ca e ci­en­tí­fi­ca in­fin­dá­vel. Da ci­ên­cia tam­bém? Se­rá que a ci­ên­cia tem dú­vi­das de que o fe­to, des­de que se ini­ci­ou a sua for­ma­ção, es­tá vi­vo, do­ta­do de vi­da hu­ma­na, e não de qual­quer for­ma de vi­da ain­da in­de­fi­ní­vel?

A mu­lher ges­tan­te me­re­ce to­da con­si­de­ra­ção e aten­ção, e is­so é de­ver dos adul­tos e dos po­de­res pú­bli­cos. Va­le ar­gu­men­tar que ela é do­na de seu cor­po e faz o que quer? O fi­lho que ela ge­ra não é par­te do seu cor­po, em­bo­ra de­pen­da in­tei­ra­men­te do cor­po da mãe. Es­te fi­lho, em­bo­ra ain­da es­te­ja em ges­ta­ção, é um ou­tro ser hu­ma­no e me­re­ce res­pei­to e pro­te­ção, não ape­nas da mãe e do pai, mas tam­bém da so­ci­e­da­de.

O di­rei­to de de­ci­dir so­bre a vi­da dos ou­tros não pa­re­ce um ar­gu­men­to bom, nes­te ca­so. A ci­ên­cia e a Me­di­ci­na cer­cam-se de con­se­lhos de éti­ca em pes­qui­sa pa­ra dis­cer­nir so­bre in­ter­ven­ções ex­tra­or­di­ná­ri­as no cor­po de uma pes­soa. Abor­tar um fi­lho em for­ma­ção, fa­zen­do-o per­der a sua vi­da, não po­de­ria ser con­si­de­ra­do um ato cor­ri­quei­ro, que não in­te­res­sa a mais nin­guém, a não ser à pró­pria mu­lher ges­tan­te.

Mas qu­em fa­la é ho­mem e pa­dre e, por­tan­to, não po­de es­tar fa­lan­do so­bre is­so por­que o Es­ta­do é lai­co e a re­li­gião não de­ve se me­ter nes­te as­sun­to... Qu­an­tas ve­zes le­mos e ou­vi­mos es­se dis­pa­ra­te! Mas va­mos lá. Até ago­ra, o pa­dre não fa­lou em re­li­gião, nem su­as re­fle­xões fo­ram de ba­se re­li­gi­o­sa. E, mes­mo que fos­sem, se­ja-me per­mi­ti­do lem­brar que o Es­ta­do lai­co re­co­nhe­ce a ci­da­da­nia e as­se­gu­ra a li­ber­da­de de opi­nião tam­bém aos re­li­gi­o­sos, ain­da que se ma­ni­fes­tem a par­tir de su­as con­vic­ções re­li­gi­o­sas. Ou não é as­sim?
A lai­ci­da­de do Es­ta­do, aca­so, sig­ni­fi­ca im­po­si­ção de um pen­sa­men­to úni­co e ofi­ci­al?

A ques­tão do abor­to, aci­ma de tu­do, é hu­ma­na e en­vol­ve o mo­do co­mo in­ter­pre­ta­mos o ser hu­ma­no, sua vi­da e con­vi­vên­cia. Daí de­cor­rem ques­tões do mais al­to sig­ni­fi­ca­do éti­co – vá­li­das não ape­nas pa­ra os re­li­gi­o­sos, mas pa­ra to­dos os hu­ma­nos. É o ca­so de per­gun­tar se a ho­nes­ti­da­de e a de­sa­pro­va­ção
do rou­bo e da in­jus­ti­ça con­tra o pró­xi­mo va­lem so­men­te pa­ra as pes­so­as re­li­gi­o­sas. E o res­pei­to à dig­ni­da­de da pes­soa hu­ma­na e seus di­rei­tos, bem co­mo a exe­cra­ção da vi­o­lên­cia vo­lun­tá­ria con­tra o pró­xi­mo se­ri­am prin­cí­pi­os vá­li­dos ape­nas pa­ra as pes­so­as re­li­gi­o­sas? Cer­to que não, por­que, do con­trá­rio, de­ve­ría­mos con­cluir que as pes­so­as sem fé e sem re­li­gião es­tão li­be­ra­das pa­ra a prá­ti­ca de to­da sor­te de vi­o­lên­cia con­tra os di­rei­tos hu­ma­nos.
E se­ria di­fe­ren­te em re­la­ção ao abor­to? So­men­te pes­so­as re­li­gi­o­sas se­ri­am con­trá­ri­as a ele, po­si­ci­o­nan­do-se com fir­me­za pe­lo res­pei­to à vi­da hu­ma­na, mes­mo ain­da não nas­ci­da?

Com cer­te­za, a lu­ta con­tra o abor­to pro­cu­ra­do não é só dos re­li­gi­o­sos. O ar­gu­men­to da lai­ci­da­de do Es­ta­do, in­vo­ca­do com frequên­cia pa­ra ca­lar qu­em é con­trá­rio ao abor­to, é fa­la­ci­o­so e não res­pei­ta o prin­cí­pio cons­ti­tu­ci­o­nal da li­ber­da­de de con­vic­ção e de li­vre ma­ni­fes­ta­ção do pen­sa­men­to.

Nin­guém es­pe­re que, um dia, a Igre­ja Ca­tó­li­ca se po­si­ci­o­na­rá de ma­nei­ra fa­vo­rá­vel ao abor­to. Ela es­ta­rá do la­do dos ven­ce­do­res ou dos per­de­do­res nes­te de­ba­te? Per­de­do­res, aci­ma de tu­do, são os be­bês abor­ta­dos e su­as mães. E a Igre­ja Ca­tó­li­ca es­tá do la­do de­les e de­las.

A His­tó­ria co­bra­rá o seu preço pe­las nos­sas de­ci­sões, e os que ho­je acu­sam a Igre­ja Ca­tó­li­ca por sua
po­si­ção con­trá­ria ao abor­to po­de­rão ser os pri­mei­ros a cul­pá-la, no fu­tu­ro, quan­do se con­cluir que a pro­mo­ção ge­ne­ra­li­za­da do abor­to foi um gra­ve equí­vo­co e um gran­de mal pa­ra a hu­ma­ni­da­de. E per­gun­ta­rão: on­de es­ta­va a Igre­ja? Por que não fez na­da?

Ano­tem aí e nun­ca se es­que­çam: a Igre­ja não apro­va o abor­to. Mes­mo se al­guns di­tos “ca­tó­li­cos” fa­zem cam­pa­nha aber­ta em fa­vor des­ta prá­ti­ca.

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Me espantou as opiniões de leitores sobre este tema. 60% contra e 40% à favor do ab**to!
Interpreto que os 40% à favor do ab**to são à favor da libertinagem e luxúrias irresponsáveis na vida.
Claro que deduzo que este percentual é inflado pelo domínio de jovens sobre à população adulta e mais experiente na vida.
Mas deixa um grave alerta de as pessoas estão deixando de lado os preceitos humanitários e não estão nem aí para suas consequências.
Se agora aprovam o sacrifício dos nascituros, em breve aprovarão o sacrifício do idosos não saudáveis!
É para pensar estes dilemas que nós serve a filosofia. Mais alguns passos e logo estaremos aprovando as teses nazistas de aprimoramento da raça humana!

John Kirchhofer

Nunca haverá perdas em se ser justo e bom! O maior ganho é de consciência!
24/09/2021

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Não tenho dúvida disso… e vamos em frente! ❤️

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18/05/2021

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04/08/2020

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Está linda blogueira é a incrível ! Simpática, divertida, autêntica, comecei fotografar está influenciadora digital quando ele tinha 700 mil seguidores. De lá para cá Evelyn alcança hoje 4.800.000 seguidores do Instagram! Sucesso absoluto sem dúvida. Por méritos próprios e pela sinceridade e transparência com que ela se comunica com seus seguidores! Fotografar está celebridade é uma honra e uma responsabilidade. Obrigada pela confiança Evelyn! A equipe do agradece a preferência. Que venha logo a marca dos 5 milhões de fãs!

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13/01/2020

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23/12/2019

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