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23/06/2017

Parabéns a Chapa Pró-Ativa, vencedora da eleição para o triênio 2017/2020. Muito sucesso para a nova Diretoria!

10/06/2017

ATENÇÃO ASSOCIADO!

Não deixe de votar no dia 14/06. Faça sua escolha e compareça na Sede do IRGA ou Delegacias do interior.

CHAPA 01 - Integração

Michel Okchstein Kelbert - Presidente
Alex Sigmar Kleinert – Vice -Presidente
Anabel Schmidt - Secretário
Alice Distler Millan – 2º Secretário
Álvaro Escher - Tesoureiro
Petrius Artur Elsner Lopes – 2º Tesoureiro
Romero de A. Oliveira – Titular Conselho Fiscal
Luiz Cláudio P.da Silva – Titular Conselho Fiscal
Sandra Mara da C. Silveira – Titular Conselho Fiscal
Jorge Soares dos Santos – Suplente Conselho Fiscal
Caio Graco Pheula – Suplente Conselho Fiscal
Lea Jussara B. Lima – Suplente Conselho Fiscal

CHAPA 02 - Pró-Ativa

Lia Virginia Rodrigues - Presidente
João Edir Amândio da Silva – Vice -Presidente
Ana Maria Goulart Lucho - Secretário
Ceris Ione Flores Machado– 2º Secretário
Alípio Torres- Tesoureiro
Athos Dias de Castro Gadea – 2º Tesoureiro
Decio Collatto – Titular Conselho Fiscal
Tânia Maria Dias Nahra – Titular Conselho Fiscal
Danielle Szortika Cunha - Titular Conselho Fiscal
Sandra Mobus – Suplente Conselho Fiscal
Cláudio V. M. Borba – Suplente Conselho Fiscal
Paulo Antonio Bassotto – Suplente Conselho Fiscal

09/04/2017

Há 30 anos o mesmo PMDB.

05/04/2017

Servidores do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) estão preocupados com o que consideram um dos piores momentos de crise da...

30/03/2017
28/03/2017

Muito duro ver campanha na mídia demonizando Servidor Público.
Não são os salários dos Servidores Públicos concursados e contribuintes que quebram a Previdência, nem é o Servidor Público que quebra as finanças de um ente público.
A quebra da Previdência e das finanças públicas é resultado de muita corrupção e de administração inconsequente e favorecedora .
Funcionários Públicos Estatutários não recebem o benefício do FGTS, como os Funcionários regidos pela CLT, pois para o governo ficaria mais barato não ter esse compromisso mensal e, em troca, criou o regime de pagamento integral da aposentadoria (o tempo de vida pós aposentadoria, na média, é menor que o tempo de contribuição). Os que desconhecem o regime previdenciário, ficam criticando levianamente...
Funcionários Públicos que não contribuem com a Previdência são os políticos! Isso, sim, onera a Previdência, aliado à corrupção!
(colegas Servidores, copiem e colem)

23/03/2017

Na noite desta quarta-feira, o projeto de lei que regulamenta a terceirização em todas as atividades de empresas privadas e no serviço público foi aprovado na Câmara dos Deputados. O texto-base do projeto passou na C&

14/03/2017

O governador Sartori não quer resolver a crise do Estado. As medidas apresentadas no pacote enviado à Assembleia são paliativos, que pouco ou nada contribuem para melhorar o caixa do Estado.
Os Auditores-Fiscais da Receita Estadual têm tentado mostrar para o governo o que deve ser feito para realmente enfrentar a crise. Mas o governo, infelizmente, não tem dado ouvidos, preferindo pensar unicamente no corte de gastos, esquecendo que há outras formas de aumentar as receitas do Estado, sem ter de aumentar impostos.

Governos anteriores deram mais atenção às propostas dos Auditores-Fiscais. Um dos exemplos disso é que, desde 2007, o Estado passou a investir fortemente na ampliação da Nota Fiscal Eletrônica e da substituição tributária, além de terem sido nomeados mais Auditores-Fiscais em 2007 e 2010.
Isso fez com que a arrecadação subisse acima do crescimento do PIB do Rio Grande do Sul.
Agora, os Auditores-Fiscais da Receita Estadual estão tentando mostrar as saídas para a crise do Estado, mas o governador só tem olhos e ouvidos para o corte de gastos.

Se o Estado investisse na ampliação da Nota Fiscal Eletrônica, abrangendo agora também as operações para consumidor final, os Auditores-Fiscais teriam maiores condições de fiscalizar aqueles contribuintes que não recolhem os impostos que deveriam, prejudicando aqueles que fazem seus recolhimentos em dia.
Com isso, por outro lado, a Secretaria da Fazenda teria maiores condições de identificar quais são os verdadeiros preços de bens e serviços praticados no mercado e, deste modo, evitar que o Estado desperdiçasse dinheiro na compra desses mesmos bens e serviços, podendo ser gerada uma economia de mais de R$ 1,5 bilhão por ano.

Também com a ampliação da nota fiscal eletrônica de consumidor, a Receita Estadual poderia identificar de forma mais precisa o valor do ICMS da substituição tributária que deve ser recolhido pelas empresas, sem ter que se basear em estimativas que muitas vezes ficam fora da realidade. Com isso, o Estado poderia arrecadar mais de R$ 800 milhões por ano.

O governo do Estado até encaminhou um projeto de diminuição de um tipo de benefício fiscal, chamado de crédito presumido. Mas há outros tipos de benefícios fiscais que o governo não tem interesse em revisar. Por exemplo, todo ano, o Estado deixa de arrecadar quase R$ 3 bilhões em isenções. Parte dessas isenções poderia ser transformada em um outro tipo de benefício fiscal, chamado de redução de base de cálculo, pela qual quem não paga nada de imposto passaria a pagar 5%. Isso traria R$ 390 milhões a mais em arrecadação por ano. Juntando com os R$ 300 milhões já propostos pelo governo, seriam quase R$ 700 milhões a mais por ano.

O Rio Grande do Sul possui o menor número de Auditores-Fiscais de todo o Brasil. Só para ter uma ideia, o estado do Paraná, que tem um PIB parecido, tem o dobro de Auditores-Fiscais que o Rio Grande do Sul. Nosso Estado está com cerca de 50% dos cargos de Auditores-Fiscais vagos. O governo nomeou recentemente 90 novos auditores-fiscais, mas, ainda assim, esse número é insuficiente. É preciso realizar novo concurso público. E o governo só nomeou esses novos fiscais porque o concurso estava terminando seu prazo de validade.

Com mais Auditores-Fiscais, haverá maior combate à sonegação e, consequentemente, maior arrecadação para o Estado. As estatísticas mostram que, toda vez que entram novos Auditores-Fiscais, a arrecadação cresce. Com margem de segurança, se pode afirmar que o maior combate à sonegação aumentaria a arrecadação em mais de meio bilhão de reais por ano.

Pra terminar, recentemente o STF julgou que os estados têm direito ao ressarcimento pelas exportações, que não recolhem ICMS desde 1997, com a promulgação da Lei Kandir, mas, para isso, teria de ser encaminhado um projeto de lei para aprovação no Congresso Nacional. O Rio Grande do Sul teria direito a cerca de R$ 3 bilhões por ano. O valor é bastante significativo e difícil de ser obtido, mas vamos admitir que metade disso seja conquistada pelo Estado. Já seriam mais R$ 1,5 bilhão em recursos. O governo do Estado precisa pressionar nossos deputados e senadores no Congresso para que encaminhem logo esse projeto de lei.

Com as alternativas apontadas pelos Auditores-Fiscais, o Estado poderia incrementar sua arrecadação em mais de R$ 5 bilhões por ano. Esse valor cobre os déficits projetados pelo governo para 2016 e 2017, isto é, a crise do Estado estaria resolvida, e o governo ainda teria cerca de R$ 5 bilhões para investir em segurança, saúde, educação e infraestrutura. Com esse valor, o Estado poderia nomear mais 100 mil policiais militares, ou construir 160 hospitais, ou 300 mil casas populares, ou 120 km de metrô, ou 220 km de rodovias e avenidas.

Para resolver a crise, não é necessário atacar os trabalhadores do serviço público.

Então, governador, que tal pensar mais na Receita?

Auditores-Fiscais no combate à crise.

Sindifisco-RS

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia. Um dia que marca a luta contra o preconceito, abuso, discriminação. Somente c...
08/03/2017

Parabéns a todas as mulheres pelo seu dia. Um dia que marca a luta contra o preconceito, abuso, discriminação. Somente com união e denúncia conseguiremos combater a violência invisível e diária. Nossa homenagem em especial às mulheres do IRGA do passado e presente que tão bem representam a força da mulher.

03/03/2017

Endereço

Avenida Missões, 342/Bairro Navegantes
Porto Alegre, RS
90230-100

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