10/09/2026
O que começou em 2012, com um berrante comprado por R$ 80 e muita curiosidade, se transformou em uma trajetória de estrada, encontros e dedicação à cultura brasileira.
Sem professor, Valda encontrou sozinha o seu sopro. Enfrentou o preconceito de quem dizia que berrante era coisa de homem. Chegou a Barretos, conquistou seu espaço e, desde então, segue percorrendo diferentes lugares para levar o som do berrante cada vez mais longe.
Ela acredita que recebeu esse dom de Deus e tem como prova toda ajuda que recebe de amigos para pagar as passagens de ônibus, para hospedá-la e alimentá-la. Tocar berrante não é o trabalho da Valda, é sua paixão, seu legado.
Por isso, a partir de agora, o Sentimento Sertanejo vai acompanhar a Valda pela estrada. Repostando suas viagens!
Entre uma cidade e outra, uma cavalgada e outra, uma apresentação e outra, vamos conhecer os lugares por onde ela passa, um pouco da sua história e as pessoas que encontra.
Porque cultura também se preserva assim: fazendo o som continuar.