O Diabluras é fruto de mais de 30 anos de boa gastronomia com um toque espânico e uma ambientação eclética, que sempre marcou os mais de dez bares que abri. O nome homenageava o músico instrumental Antônio Adolfo, autor do primeiro disco independente lançado no Brasil. Desde então, vieram outros bares, tais como Corsário, Lobo do Mar e tantos outros, na cidade de Santa Vitória do Palmar e Praia do
Hermenegildo. Em Pelotas, no ano de 1991, abri o Continente Perdido, localizado na rua Andrade Neves, que marcou a noite pelotense. O Continente Perdido deu início ao “happy hour” em Pelotas e marcou pela boa cozinha, boa música e espaço de dança com a DJ Helô. Depois de alguns anos retornei à Pelotas e abri o Diabluras, mais um bar temático que faz o cliente refletir sobre obras de arte, fotografias inéditas de músicos nacionais, antiguidades e textos. Além de oferecer boa comida e boa bebida, bar tem que ter alma própria, bar é lugar para contextualização, politização, intelectualização, tudo acompanhado de uma boa música como o Blues e o Jazz do Diabluras. Se você procura o novo, o inesperado, a irreverência, então você é Diabluras. Edmur Estol de Azevedo