16/04/2026
CADÊ O DINHEIRO QUE ESTAVA AQUI?
A gestão do prefeito Guilherme Gonçalves escancarou de vez o que muita gente já percebeu: ele quebrou a Prefeitura. Em apenas 1 ano e 4 meses de mandato, já é o segundo decreto de contingenciamento publicado no Diário Oficial, um retrato claro de descontrole financeiro e falta de planejamento.
Na prática, o município vive uma crise que vai muito além do discurso. Fornecedores seguem sem receber, incluindo médicos que sustentam o atendimento na saúde pública, falta de repasses milionários para a Santa Casa, escolas sem professores e auxiliares de limpeza, além de entidades como a ABDESC, o consórcio UMMES que já ultrapassa a dívida de mais de 5 milhões de reais. A conta chegou e quem paga é a população.
O novo decreto é, na essência, um pacote de contenção típico de quem perdeu o controle das finanças:
• Redução de contratos, atingindo diretamente entidades e serviços.
• Suspensão total de eventos e festas.
• Suspensão de pagamento de direitos dos servidores.
• Corte nos gastos básicos das secretarias.
• Bloqueio de 15% de todo o orçamento.
Ou seja: a máquina pública está sendo freada de forma brusca para tentar evitar um colapso ainda maior.
O problema é que esse não é um ajuste pontual, é reincidência. Dois contingenciamentos em pouco mais de um ano deixam evidente que não se trata de um imprevisto, mas de uma gestão que não conseguiu equilibrar receita e despesa.
Enquanto isso, a cidade sente os efeitos: serviços comprometidos, profissionais desmotivados, fornecedores no prejuízo e uma população cada vez mais descrente.