02/02/2021
Falemos das mudanças (ou não) de nome! 🧐
É comum, tanto em Portugal como em vários outros países, que a mulher tome o nome do marido como seu (em casamentos heterossexuais, mais especificamente).
No entanto, como terá começado esta tradição?
Na verdade, na época medieval não se utilizavam sobrenomes com grande frequência - a maioria das pessoas tratava-se apenas pelo primeiro nome e era o suficiente. No entanto, com o aumento da população e da inevitável existência de várias pessoas com o mesmo nome, começou a ser necessário acrescentar mais qualquer coisa para ser possível distingui-las.
No século XIX, quando se começou a dar mais importância a legalidades, tal como as listas de bens e de propriedades, a mulher passou a ser considerada como parte dessas listas, primeiro para os pais e posteriormente para o marido, daí a toma do nome.
Hoje em dia, o ato é considerado apenas como tradicional e, em certa medida, romântico, sobretudo por ser uma escolha e não uma obrigação. Tal como em tudo o resto no casamento, há várias opções para o casal: Pode haver uma partilha dos nomes, em que ambos os membros do casal muda de nome, pode ser o marido a adotar o nome da mulher ou pode cada um manter o seu, o que é atualmente uma escolha muito popular!
E vocês, como fizeram ou vão fazer, aquando a vossa união? 💚