Sindesvmga - Sede Social dos Vigilantes de Maringá e Região.

Sindesvmga - Sede Social dos Vigilantes de Maringá e Região. Sede- Social dos Vigilantes de Maringá e Região. Areá de lazer e Eventos.

12/06/2026

Ação Sindical

11/06/2026

SINDICATO DOS VIGILANTES DE MARINGÁ PARTICIPA DE REUNIÃO ESTADUAL DA FETRAVISP

Representando os vigilantes de Maringá e região, o sindicato participa da reunião da FETRAVISPP em Cascavel, que reúne entidades sindicais de todo o Paraná para discutir os principais temas da segurança privada.

Entre os assuntos debatidos estão o Decreto nº 13.012/2026, a formação e atualização dos vigilantes, a capacitação de instrutores, a vigilância eletrônica e ações voltadas ao fortalecimento da categoria.

O encontro reforça a união dos sindicatos paranaenses na busca por mais valorização, qualificação profissional e melhores condições de trabalho para os trabalhadores do setor.

A decisão do STF que derrubou a idade mínima da aposentadoria especial, não mudeou o cenário da aposentadoria especial p...
08/06/2026

A decisão do STF que derrubou a idade mínima da aposentadoria especial, não mudeou o cenário da aposentadoria especial para a categoria.

No dia 3 de junho, o STF concluiu o julgamento da ADI 6309 e declarou inconstitucional a exigência de idade mínima criada pela Reforma da Previdência de 2019. Antes da reforma, quem completava o tempo de exposição a agentes nocivos podia se aposentar. A reforma impôs idades de 55, 58 ou 60 anos como barreira adicional. O STF derrubou essa exigência porque entendeu que forçar o trabalhador a continuar exposto ao que prejudica sua saúde só para cumprir uma barreira de idade contraria a finalidade do próprio benefício.

Quem se beneficia dessa decisão são os trabalhadores que já tinham direito à aposentadoria especial: quem trabalha com ruído acima do limite, com produtos químicos nocivos, com agentes biológicos, entre outros casos previstos em lei. O vigilante não está nessa lista. Em fevereiro, o STF julgou o Tema 1209 e decidiu que a periculosidade da profissão, por si só, não gera direito à aposentadoria especial. A decisão foi por 6 votos a 4 e vale tanto para o vigilante armado quanto para o desarmado. Os embargos de declaração apresentados ao STF ainda não foram julgados, e há pontos importantes em aberto. Mas os pedidos de aposentadoria especial baseados na profissão continuam sendo negados enquanto o Supremo não se pronuncia.

A conquista real para o vigilante ainda está em construção. O PLP 42/2023, que tramita no Congresso Nacional, propõe incluir expressamente a vigilância patrimonial e pessoal como atividade especial e restaurar o cálculo integral do benefício. O Sindicato dos Vigilantes de Maringá acompanha cada passo dessa tramitação.

A aposentadoria especial do vigilante virá da luta da categoria no Congresso.

Informamos que o Sindicato estará fechado nos dias 04 e 05 de junho, em razão do feriado de Corpus Christi.Retornaremos ...
04/06/2026

Informamos que o Sindicato estará fechado nos dias 04 e 05 de junho, em razão do feriado de Corpus Christi.
Retornaremos às atividades normalmente na segunda-feira (08).
Agradecemos a compreensão.

02/06/2026

Pela proposta, seria possível escolher entre o regime comum previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas. O patrão poderia, assim, pagar ao empregado somente as horas efetivamente trabalhadas.

Comissão da Câmara aprova PEC que reduz jornada de trabalho e abre debate sobre novas escalasA comissão especial da Câma...
28/05/2026

Comissão da Câmara aprova PEC que reduz jornada de trabalho e abre debate sobre novas escalas

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (27) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução gradual da jornada semanal de trabalho no Brasil e abre caminho para o fim da escala 6x1.

O texto aprovado prevê:
• redução inicial para 42 horas semanais;
• depois redução para 40 horas;
• manutenção dos salários;
• ampliação do descanso semanal.

A proposta ainda precisa passar por votação no plenário da Câmara e no Senado antes de entrar em vigor.

Um dos pontos que mais chamaram atenção foi a manutenção das jornadas especiais, como a escala 12x36, muito utilizada por vigilantes, profissionais da saúde e setores que funcionam 24 horas.

Porém, o texto estabelece que essas jornadas deverão ser regulamentadas por negociação coletiva através das Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs).

Outro debate importante envolve categorias que trabalham em jornada 5x2, como vigilantes do setor bancário e administrativo. Hoje, muitos profissionais cumprem jornadas superiores a 8 horas por dia justamente para atingir as atuais 44 horas semanais.

Com a redução da jornada, especialistas afirmam que empresas e sindicatos precisarão reorganizar:
• escalas;
• horários;
• compensações;
• distribuição das folgas;
• carga diária de trabalho.

A proposta ainda poderá sofrer alterações durante a tramitação no Congresso Nacional.

FGTS poderá ser usado para quitar dívidas no Novo Desenrola a partir desta segundaComeçou nesta segunda-feira (25) a nov...
25/05/2026

FGTS poderá ser usado para quitar dívidas no Novo Desenrola a partir desta segunda

Começou nesta segunda-feira (25) a nova etapa do programa Novo Desenrola, que permitirá aos trabalhadores utilizarem parte do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para renegociar dívidas bancárias.

A consulta do valor disponível já pode ser feita diretamente pelo aplicativo oficial do FGTS. Segundo o governo federal, o trabalhador poderá utilizar até 20% do saldo disponível ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor permitido dentro das regras do programa.

O objetivo da medida é ajudar milhões de brasileiros endividados a renegociarem débitos com condições mais acessíveis, incluindo descontos e juros menores.

De acordo com estimativas do governo federal, até R$ 8,2 bilhões do FGTS poderão ser movimentados dentro do programa.

Entre as dívidas que poderão ser renegociadas estão cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, empréstimos pessoais e até contratos do Fies.

A Convenção Coletiva da categoria estabelece regras claras sobre o fornecimento de uniformes aos vigilantes. Além de ser...
19/05/2026

A Convenção Coletiva da categoria estabelece regras claras sobre o fornecimento de uniformes aos vigilantes. Além de ser obrigação da empresa custear o uniforme, a norma determina que ele seja adequado ao clima da região onde o trabalhador atua.

A cláusula 42 da CCT prevê que cada trabalhador receba jaqueta, camisas, calças e também sapatos ou coturno, garantindo melhores condições para o exercício da atividade profissional.

O tema é importante porque o vigilante muitas vezes atua exposto ao sol, chuva, frio e mudanças bruscas de temperatura, exigindo roupas adequadas para preservar sua saúde e segurança.

O Sindicato dos Vigilantes de Maringá reforça que garantir boas condições de trabalho é também valorizar o profissional da segurança privada.

SHOW DE PRÊMIOS EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO VIGILANTEO Sindicato dos Vigilantes de Maringá preparou uma grande homenagem pa...
18/05/2026

SHOW DE PRÊMIOS EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO VIGILANTE

O Sindicato dos Vigilantes de Maringá preparou uma grande homenagem para quem está diariamente protegendo a sociedade.

Em agradecimento aos nossos associados, que fortalecem a luta, a união e as conquistas da categoria, será realizado um grande sorteio de prêmios no dia 03 de junho.

Serão sorteados:

03 TVs de 50 polegadas
02 celulares
01 Air Fryer
01 micro-ondas
01 forno elétrico

Essa é mais uma forma de reconhecer a importância dos trabalhadores que acreditam e caminham junto com o sindicato na defesa dos direitos dos vigilantes.

Ainda não é associado?

Venha fortalecer a luta da categoria e aproveitar todos os benefícios oferecidos pelo sindicato. Juntos somos mais fortes.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (6) um projeto de lei que endurece as punições para crimes praticados ...
08/05/2026

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (6) um projeto de lei que endurece as punições para crimes praticados contra profissionais da segurança privada e sua família. A proposta segue agora para avaliação do Senado Federal.

A medida é referente ao PL 5744/23, e o texto aprovado foi apresentado pelo relator Delegado da Cunha (União-SP). O projeto modifica o Código Penal e amplia a lista de crimes considerados hediondos na legislação brasileira.

Entre os principais avanços está o aumento da pena para homicídio qualificado contra agentes de segurança privada e outras categorias relacionadas. A pena, que antes era de 12 a 30 anos, poderá ser ampliada para 20 a 40 anos de reclusão.

O projeto também estabelece que a punição agravada poderá ser aplicada caso o crime seja cometido contra familiares diretos, como cônjuge, companheiro ou parentes até o terceiro grau, quando o ataque ocorrer por causa do vínculo com o profissional.

Nos casos de lesão corporal dolosa, o projeto prevê aumento mais rígido: o acréscimo, que hoje varia de um terço a dois terços, passa para metade a dois terços.

Outro destaque é que a proposta inclui como crimes hediondos a lesão corporal gravíssima e a lesão seguida de morte contra essas categorias. Isso significa que os condenados terão mais restrições legais, incluindo cumprimento inicial em regime fechado e proibição de benefícios como fiança e indulto.

O Sindicato dos Vigilantes de Maringá considera a aprovação um avanço importante no combate à violência enfrentada por profissionais da área, reforçando a necessidade de proteção jurídica proporcional ao risco diário da função.

Com a aprovação na Câmara, a expectativa agora se volta para o Senado, que será responsável por dar continuidade à tramitação do projeto.

Endereço

Rua Maria De Lourdes Do Nascimento, 143
Maringá, PR
87045-575

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