Música de Quintal

Música de Quintal Música de Quintal é um projeto de registro musical dos artistas amazonenses. Ocorre uma vez por mês.

01/01/2026
PROJETO MÚSICA DE QUINTAL segunda edição.O projeto Música de Quintal está de volta com novidades. A iniciativa faz parte...
20/05/2024

PROJETO MÚSICA DE QUINTAL segunda edição.

O projeto Música de Quintal está de volta com novidades. A iniciativa faz parte do projeto Formação da Música Amazonense pela Universidade do Estado do Amazonas, UEA.

Iniciado em 2019 o projeto registra a trajetória dos músicos, valorizando a memória e o legado musical dos trabalhadores migrantes amazonenses.

As pesquisas têm demonstrado que uma nova configuração rural surgiu após o declínio econômico da borracha. As populações deslocaram-se as margens dos municípios de várzea. As bandas de música e os conjuntos e orquestras de jazz foram muito importantes no desenvolvimento da música popular dos Beiradões do Amazonas.

https://www.uea.edu.br/index.php/2024/05/20/projeto-musica-de-quintal-retoma-atividades-na-uea/

Lançamento do livro Das Beiradas ao BeiradãoRIO DE JANEIRO e SÃO PAULO Comitiva Beiradão foi formada porFidel Graça -Sax...
12/08/2023

Lançamento do livro Das Beiradas ao Beiradão
RIO DE JANEIRO e SÃO PAULO

Comitiva Beiradão foi formada por

Fidel Graça -Saxofone
Hadail Mesquita - cantor
Paulo Moura - fotografia
Ivan Oliveira - Guitarrista

Lançamento Rio e São PauloBernardo Mesquita e a Comitiva Beiradão A Comitiva Beiradão foi criada para o lançamento do livro Das Beiradas ao Beiradão de Bern...

LANÇAMENTO EM RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO O livro Das Beiradas ao Beiradão chega na terra da garoa trazendo atrações musi...
05/07/2023

LANÇAMENTO EM RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO

O livro Das Beiradas ao Beiradão chega na terra da garoa trazendo atrações musicais da Amazônia.

No Rio fizemos um encontro no Sindicato dos Músicos e ano Casa da música dias 30/06 e 01/07.

Nesta sexta-feira 07/07 às 18:00 nos encontraremos no ECLA, tradicional reduto comunista de São Paulo.

Além do debate sobre o livro e apresentação dos documentários, a noite terá Vinícius Camargo, Felipe Cordeiro e a Comitiva Beiradão.

Imperdível!!!

https://ambrosia.com.br/musica/lancamento-do-livro-das-beiradas-ao-beiradao-no-bixiga/

https://www.bemelmans.com.br/2023/07/03/o-historiador-bernardo-mesquita-lanca-o-livro-das-beiradas-ao-beiradao-com-shows-e-exibicao-de-documentarios-no-bixiga/

Espaço Cultural Latino Americano, ECLA.




Rebello Alvarenga entrevista Bernardo Mesquita sobre o livro Das Beiradas ao Beiradão, a música dos trabalhadores migran...
17/02/2023

Rebello Alvarenga entrevista Bernardo Mesquita sobre o livro Das Beiradas ao Beiradão, a música dos trabalhadores migrantes no Amazonas

Bernardo Mesquita, autor do livro "Das Beiradas ao Beiradão: a Música dos Trabalhadores Migrantes no Amazonas" conta pra gente um pouco do panorama da música...

Assistam o lançamento do livro Das beiradas ao beiradão
09/02/2023

Assistam o lançamento do livro
Das beiradas ao beiradão

LANÇAMENTO DO LIVRODas Beiradas ao Beiradão, a música dos trabalhadores migrantes no Amazonas Quero agradecer a todos que colaboraram para a realização dest...

LANÇAMENTO DE LIVRO Bom dia pessoal,Este mês publiquei o livro  Das Beiradas ao Beiradão: a música dos trabalhadores mig...
13/12/2022

LANÇAMENTO DE LIVRO

Bom dia pessoal,

Este mês publiquei o livro

Das Beiradas ao Beiradão: a música dos trabalhadores migrantes no Amazonas.

Este livro mergulha fundo na história dos trabalhadores músicos amazonenses. Propõe-se investigar as transformações históricas produzidas por estes músicos no processo de sua integração dependente e monopolística ao capital global. A música amazonense desenvolveu-se através das transformações nas formas de produção e reprodução da vida material, processos de imigração vertiginosos e por meio de novas relações de produção, distribuição, troca e consumo de música.

Gradativamente novos estilos, e padrões de instrumentação alinhados com a indústria capitalista da música foram se estabelecendo. Na década de 80, quando ocorreu o fenômeno de produção discográfica da música amazonense, os trabalhadores músicos migrantes já viviam em Manaus vivenciando a música popular urbana assim como sua influência sobre o meio rural.

A experiência de vida dos músicos amazonenses é de grande importância na construção deste conhecimento histórico pois revela a transformação da região, que foi de uma situação de ruralidade pré-industrial a uma formação urbano-industrial dependente, moderna e globalizada. Os músicos dessa geração viveram essa transição, pois nasceram em cidades do interior do Amazonas e construíram suas vidas na capital Manaus, sem abandonar os vínculos com suas cidades natais. Os saberes, costumes e práticas culturais das populações rurais em fluxo migratório a Manaus passaram por transformações próprias do processo de desenvolvimento integrativo da região ao capitalismo monopolista. É no sentido da valorização desta construção que sustentamos esta investigação.

A imigração é um determinante importante nesta investigação pois revela um intercâmbio musical significativo entre a geração de músicos que tocavam na cidade e nos interiores. Neste texto é possível observar a trajetória histórica dos músicos migrantes que chegaram no Amazonas assim como daqueles que saíram do Estado em função de sua inserção na produção fonográfica.

A condição de migrantes destes músicos permite pensar sua música como um processo em movimento dialético dentro da expansão capitalista da região e não apenas como uma tradição cultural fechada. Tal circulação musical, ocorre no mercado musical formado entre as apresentações realizadas na capital Manaus a partir dos anos 50, dentro dos clubes, hotéis, boates e lupanares, e as cidades dos interiores no contexto das festas de santo e outras ocasiões festivas. O papel da indústria, da rádio e do comércio local também são considerados elementos fundamentais no conjunto geral da luta de classes vivenciada por esta parcela da classe trabalhadora.

O conjunto factual levantado nos últimos anos levou a produção do livro Das Beiradas ao Beiradão: a música dos trabalhadores migrantes do Amazonas. Através de uma historiografia marxista da música nosso caminho metodológico sinaliza um novo conjunto de determinações significativas, enriquecendo definitivamente as investigações já realizadas até este momento. no Amazonas.

Toinho Loureiro: Dos Educandos às beiradas do mundo. Na manhã do dia 29 de Novembro do ano corrente, Antonio Binda Loure...
30/11/2022

Toinho Loureiro: Dos Educandos às beiradas do mundo.

Na manhã do dia 29 de Novembro do ano corrente, Antonio Binda Loureiro, conhecido como Toinho do Sax, faleceu na presença de parentes em sua residência no Novo Aleixo por causa natural aos 77 anos de idade.
Toinho nasceu em 1945 no bairro do Educandos e aprendeu música sob a influência fundamental de seu pai, o peruano Tercílio Bindá Loureiro. Carpinteiro naval de formação, Tercílio também tocava sax e banjo, atuando frequentemente com seu conjunto em apresentações na cidade e no interior. Um peruano nos beiradões do Amazonas.
Toinho lembra que observava com admiração o banjo, que foi seu primeiro instrumento antes do saxofone surgir em sua história. O jovem saxofonista foi integrado pelo pai às atividades do conjunto e passou a tocar todos os finais de semana. Isso era agitação garantida nas festas de aniversário nas casas flutuantes do bairro de Educandos, durante a década de 50.
Apesar de ter sido um músico urbano-cosmopolita, Toinho iniciou suas atividades tocando com o conjunto de seu pai em municípios e comunidades, como Careiro, Paraná da Eva, Cacau Pirêra, Nova Olinda, evidenciando a existência de um fluxo musical entre a capital e os interiores desde as décadas de 40 e 50. O interior do Amazonas está chorando com a perda deste grande mestre beiradeiro.
Este ilustre desbravador das sonoridades amazônidas deixa uma rica trajetória que não deixou de ser marcada pela condição histórica dos músicos brasileiros e latino-americanos.
Seguindo a mórbida condição histórica dos trabalhadores músicos amazonenses, Toinho morreu sem o reconhecimento merecido tendo que trabalhar até o fim da vida nas ruas do centro de Manaus tornando-se uma figura pela qual se passava sem saber de seus feitos, que não foram poucos.

Toinho integrou o lendário e inovador Pedroca e seu novo conjunto Baré. Depois de ter participado da inovação do violão elétrico, fundou o primeiro conjunto de rock do Amazonas, The Good Boys. Além disso, fez uma turnê internacional com o Hilton Circo, integrou a banda de Waldick Soriano e Pinduca e gravou um disco em 1984 nos estúdios da Gravassom em Belém.Neste disco podemos dizer que Toinho absorve o gênero caribenho do cadence-lypso, muito disseminado em Belém naquele período.

Diante destas contribuições podemos dizer que os últimos anos foram marcados por perdas incalculáveis para a cultura amazonense. Contudo, Zezinho Correa, Mestre Barrô, Emersom Maia, Moacir do Grupo Pop, Chico Cajú e agora Toinho, deixam sua presença impregnada em nossas vidas. Que Toinho Loureiro e todos os trabalhadores músicos amazonenses vivam no coração e na nossa memória musical.

Bernardo Mesquita

15/11/2022

NUNES FILHO

Filho de José Bernardo Nunes e Dona Elza Fernandes, José Bernardo Nunes Filho nasceu na Estrada do Paredão, em 1948, na rua principal que vêm da Colônia Oliveira Machado, Colônia de Santa Luzia e São Lázaro. Em seguida, se criou no bairro Morro da Liberdade. Seu pai era filho de português e chegou a trabalhar como guarda civil e condutor de bonde. Sua mãe, trabalhadora doméstica filha de cearense com maranhense. Dona Elza gostava de passar o dia cantando o que mostra uma forte musicalidade construída desde a infância. Nunes diz que sua mãe foi sua maior apoiadora.
Nunes também exerceu grande influência em seus dois filhos, Guto e Bernardo, e os presenteou com um teclado bem pequeno, quando eles eram crianças. Os dois disputavam saudavelmente para ver quem tocava mais, e a primeira música aprendida foi o Parabéns para você. Nunes e seus filhos foram alunos do professor e violonista Domingos Lima (1926-1995). Com este antigo mestre do violão no Amazonas puderam desenvolver suas habilidades e quando já estavam tocando bem, Nunes integrou os filhos em suas apresentações.

As origens familiares de Nunes refletem a história geral de imigração no Amazonas, e por isso ele diz: “A gente nunca é amazonense puro, eu tenho uma mistura danada do Ceará com Manaus, do português com o Maranhão. Nunes sempre viveu no Amazonas, e para o artista a terra do tacacá e do tucupi é “o melhor estado do mundo”. Mais velho dos oito irmãos, ajudava no sustento da casa. Para isso, trabalhou em olarias e serrarias, foi ajudante de pedreiro e vendedor de pipoca, viajando pelos rios; trabalhou em posto de gasolina, na Praça da Polícia; em empresas de ônibus e na empresa Brasiljuta; na fábrica de castanha com sua mãe.

Quando adolescente, tinha uma eletrola e comprava discos nas lojas Discolândia e Disco Laser. Agnaldo Timóteo (1936) e Altemar Dutra (1940-1983) eram seus cantores preferidos. Nunes era frequentador assíduo dos puteiros do Bairro de Educandos, centro conhecido pelos meretrícios em Manaus. Esses estabelecimentos eram chamados também de “rendez-vous”, haja vista que foram trazidos da França no auge da economia da borracha. Na década de 60, os principais lupanares, ou casa de perdição eram: “Lá hoje”, “Shangri-lá”, “Verônica”, “Ângelos”, “Rosa de Maio” e “Piscina Club”. Nunes garante que nesses espaços havia mais decência do que os clubes sociais de hoje em dia.

FICHA TÉCNICA

Voz: Nunes Filho
Teclado: Juninho play
Guitarra: Ivan da Guitarra
Arte de Divulgação: Marcelo Rosa
Vinheta: Muirak Studio
Arte Grafiti: Flavio Tial
Imagens: Ronaldo de Paula Bentes e Eliton Lima
Áudio: Luciano Jeyson Rocha
Edição e Finalização de Áudio: Anderson, Yuri, Bruno Mouro e Marlon Wanderlan
Edição: Moises Oliveira

Direção Geral: Bernardo Mesquita

O Projeto Música de Quintal valoriza a memória musical da Amazônia e realiza registros audiovisuais de músicos amazonenses contando sua própria história. Esta realização é apoiada pelo Projeto Institucional Docente (PID) da Universidade do Estado do Amazonas, UEA.

1. CHICO CAJÚ: https://youtu.be/nkiXVVnWwGU
2. TOINHO DO SAX: https://youtu.be/cOw_Objjxk8
3. MARINHO SAÚBA: https://youtu.be/XJYO3k1CgwE
4. ROBERTO BOPP: https://youtu.be/HNc8uzWt4Nw
5. OSEAS DA GUITARRA: https://youtu.be/YHNZD3e8vMY
6. ELIBERTO BARRONCAS: https://youtu.be/r2C9Q0t1NPU
7.DJ E MC FINO https://youtu.be/r2C9Q0t1NPU
PROJETO MÚSICA DE QUINTAL https://www.facebook.com/musicadequintal

https://youtu.be/38mgXP3YCw0

ZULU DJ MC FINONo último ano da turbulenta década de 60, nascia no “Hospital Ana Néri”, o músico manauara Márcio Cruz Lú...
01/11/2022

ZULU DJ MC FINO

No último ano da turbulenta década de 60, nascia no “Hospital Ana Néri”, o músico manauara Márcio Cruz Lúcio, conhecido como DJ e MC Fino. Ao longo de sua trajetória, Márcio tornou-se um dos músicos mais atuantes na vida musical do Amazonas e um expoente incontornável no cenário hip hop da cidade.
Ao longo dos anos 70, Fino viveu sua infância em “Bariri”, no bairro Presidente Vargas. Se nesse bairro era conhecido como “cabeludo” ou “caveirinha”, foi no Manoa que passou a ser conhecido como “fino”, devido a sua magreza juvenil. Fruto da conjunção Pará-Amazonas, o manauara nasceu da união entre Francisca Perez da Santa Cruz, filha de peruanos, nascida em Fonte Boa, no Amazonas, e Cipriano da Santa Cruz, nascido e criado na cidade de Belém do Pará. Cipriano era dado a sair com o violão nos braços, trovando em recitais de literatura de cordel, expressando no cotidiano sua paixão repentista. Além disso, cultivava outra afinidade musical: o carimbó paraense moderno dos anos 70. Juntamente com seu irmão Nilo, Cipriano colecionava discos de vinil, e entre eles os de carimbó e lambada eram certos. Normalmente, os discos eram comprados na loja S. Monteiro, conhecida pela venda de discos dos artistas do Amazonas, como Teixeira de Manaus e o grupo Carrapicho.
Neto do consagrado mestre de carimbó Verequete, MC Fino também foi influenciado pelo gosto musical de sua família. São vivas as lembranças de sua vó Corina, muito afeita à música de atabaque e pontos de umbanda dos terreiros do Norte. Fino recebe o reconhecimento de uma ampla parcela do hip hop nacional. Esta trajetória resulta da presença significativa da música na história das famílias de trabalhadores negros no ambiente urbano periférico.


FICHA TÉCNICA
Voz: Zulu Dj e Mc Fino
Toca-Disco: Zulu Manoel Portuga
Arte de Divulgação: Marcel Rosa
Vinheta: Muirak Studio
Arte Grafiti: Flavio Tial
Imagens: Ronaldo de Paula Bentes e Eliton Lima
Áudio: Luciano Jeyson Rocha
Edição e Finalização de Áudio: Anderson, Yuri, Bruno Mouro e Marlon Wanderlan
Edição: Moises Oliveira

Direção Geral: Bernardo Mesquita

O Projeto Música de Quintal valoriza a memória musical da Amazônia e realiza registros audiovisuais de músicos amazonenses contando sua própria história. Esta realização é apoiada pelo Projeto Institucional Docente (PID) da Universidade do Estado do Amazonas, UEA.

ZULU Dj MC Fino No último ano da turbulenta década de 60, nascia no “Hospital Ana Néri”, o músico manauara Márcio Cruz Lúcio, conhecido como DJ e MC Fino. Ao...

ASSISTA O NOVO EPISÓDIO DO PROJETO MÚSICA DE QUINTAL Eliberto Barroncas nasceu em 1958, à beira do Paraná de Autaz-Mirim...
21/09/2022

ASSISTA O NOVO EPISÓDIO DO PROJETO MÚSICA DE QUINTAL

Eliberto Barroncas nasceu em 1958, à beira do Paraná de Autaz-Mirim, próximo do Igarapé de Cumã, no município de Itacoatiara, no Amazonas. Numa das casas alumiadas pelas lamparinas noturnas, perdidas como uma gota na imensidão dos rios, e sua população dispersa, Eliberto, juntamente com três irmãos, foi recebido ao mundo pelas mãos de sua avó materna Dona Maria, parteira conhecida nas redondezas.

Segundo Eliberto, a raiz de sua musicalidade está no referencial de seus pais. Seu pai Gidu Pereira Barroncas, músico tocador de banjo e violão, tinha o canto como grande paixão e o sonho de tornar-se um grande cantor. Seu Gidu tocava nas sedes à beira de rios. Sua mãe, dona Maria Hortência Barroncas, também preenchia o dia a dia da família com muita musicalidade. O avô de Gidu, João Barroncas, era um português que veio fugido da Primeira Guerra Mundial e acabou enriquecendo com o regatão, transformando-se em seringalista na época do apogeu da borracha.

Nas calmarias do remanso de Autaz-Mirim, o imaginário de Barroncas se abria ao mundo, quando seu pai escutava curioso no rádio as músicas internacionais dos programas da Voz da América. Na década de 70, junto com sua família, Eliberto imigrou a Manaus onde pode aperfeiçoar suas habilidades artísticas tanto na como nas artes plásticas. O músico atua no grupo Raízes Caboclas e também no grupo Remanso.

FICHA TÉCNICA

Violão, Flauta e violino: Adalberto Holanda
Percussão: Eliberto Barroncas
Rabeca e Violão: Rubens Bindá

Arte de Divulgação: Marcel Rosa
Vinheta: Muirak Studio
Arte Grafiti: Flavio Tial
Imagens: Ronaldo de Paula Bentes e Eliton Lima
Áudio: Luciano Jeyson Rocha
Edição e Finalização de Áudio: Anderson, Yuri, Bruno Mouro e Marlon Wanderlan
Edição: Diego Araújo- DVA Films

Direção Geral: Bernardo Mesquita

O Projeto Música de Quintal valoriza a memória musical da Amazônia e realiza registros audiovisuais de músicos amazonenses contando sua própria história. Esta realização é apoiada pelo Projeto Institucional Docente da Universidade do Estado do Amazonas, UEA.

1. CHICO CAJÚ: https://youtu.be/nkiXVVnWwGU
2. TOINHO DO SAX: https://youtu.be/cOw_Objjxk8
3. MARINHO SAÚBA: https://youtu.be/XJYO3k1CgwE
4. ROBERTO BOPP: https://youtu.be/HNc8uzWt4Nw
5. OSEAS DA GUITARRA: https://youtu.be/YHNZD3e8vMY

https://youtu.be/r2C9Q0t1NPU

https://youtu.be/r2C9Q0t1NPU

Eliberto Barroncas nasceu em 1958, à beira do Paraná de Autaz-Mirim, próximo do Igarapé de Cumã, no município de Itacoatiara, no Amazonas. Numa das casas alu...

Endereço

Travessa Rotary
Manaus, AM
69020-270

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16:00 - 22:00

Telefone

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