Alexandre Knoll DJ

Alexandre Knoll DJ O projeto ''SÓ NO GROOVE'' tem a intenção de manter as pessoas informadas sobre o mundo do Groove

Se você quer saber um pouco mais sobre a musica negra, entre elas, o House e suas vertentes, Funk, Soul e Disco Music, ou seja, os Groove oriundos do Guetto, me sigam, pois, aqui vocês saberão essas histórias contadas por mim, infelizmente, raros sabem, poucos falam sobre, e o resultado é o empobrecimento e a falência do nosso movimento e nossa cultura.

A música deixou de ser cultura e virou produto nas mãos de DJs da nova geração. Destacar
06/02/2026

A música deixou de ser cultura e virou produto nas mãos de DJs da nova geração.
Destacar

Por que falamos de groove, e não apenas de gêneros?Groove não é um gênero musical.Groove é a essência que atravessa a mú...
05/02/2026

Por que falamos de groove, e não apenas de gêneros?
Groove não é um gênero musical.
Groove é a essência que atravessa a música negra.
Antes de existir Soul, Funk, Disco, House, R&B ou Afro House, já existia o groove:
o pulso, o balanço, a intenção coletiva de fazer o corpo e a alma se moverem.
Os gêneros mudam com o tempo, com a tecnologia e com o mercado.
O groove permanece, ele conecta épocas, territórios e culturas.
Falar de groove é respeitar a raiz, sem limitar a música a rótulos.
É entender que todos esses estilos nascem do mesmo lugar:
expressão, resistência, identidade e comunhão.
So No Groove não toca gêneros.
Toca história, sentimento e verdade sonora.
👊So No Groove
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A verdade precisa ser dita!A House nasceu em espaços de acolhimento para negros, latinos e a comunidade LGBTQ+, num perí...
05/02/2026

A verdade precisa ser dita!
A House nasceu em espaços de acolhimento para negros, latinos e a comunidade LGBTQ+, num período em que a Disco tinha sido rejeitada pela indústria.
Ou seja, a House é filha direta da exclusão, assim como o Soul, o Funk e o Disco antes dela
SÓ NO GROOVE.
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Te liga nessa postagem. SÓ NO GROOVE.
05/02/2026

Te liga nessa postagem.
SÓ NO GROOVE.

A mente por trás do das bandas Slave & Aurra.💢​"Triste saber que Steve Washington, cofundador do Slave, faleceu recentem...
04/02/2026

A mente por trás do das bandas Slave & Aurra.
💢​"Triste saber que Steve Washington, cofundador do Slave, faleceu recentemente aos 67 anos. Steve, o 'Líder Destemido', era um pouco mais experiente que o restante do grupo; em entrevistas que li, ele era a figura central no estúdio. Ao que tudo indica, muito do som distintivo do Slave veio de sua direção, especialmente nas primeiras gravações. Não vou listar os hits do Slave, mas para muitos de nós que crescemos nos anos 70/80 ouvindo Soul e Funk, eles sempre serão um dos melhores de todos os tempos.
​Após o quinto (e talvez mais forte) LP, Stone Jam, Steve e outros três membros saíram para formar o Aurra. Como era de se esperar, o Aurra era semelhante ao Slave em termos de groove pesado, mas com os vocais de Curt Jones e Starlena Young à frente, eles eram um pouco mais voltados ao Soul e à estrutura de canção. Novamente, entregaram muito material de qualidade — 'Are you Single' e 'Make Up Your Mind' foram talvez as que tiveram mais exposição. Após o quarto LP, a banda se separou e Curt & Starlena continuaram como Deja. Steve também lançou um LP com sua esposa Sheila como Civil Attack (confira 'On The Phone') e um LP solo, Like A Shot (com a poderosa e sedutora 'Please Don't Go'). Ele continuou nos bastidores com vários artistas de Funk no final dos anos 80/90. Alguns materiais inéditos do Aurra também foram lançados há alguns anos.
​Quando começaram a lançar música em 1977, o Slave era uma banda muito jovem, mas agora sete membros já faleceram e, para os padrões de hoje, nenhum deles era muito velho. É uma grande pena. Descanse em paz, Sr. Washington. O mundo do Funk jamais o esquecerá."
SÓ NO GROOVE.

Em meados de 2014, descobri a elegância do Soulful House, os vocais, o groove e, principalmente, a história por trás des...
03/02/2026

Em meados de 2014, descobri a elegância do Soulful House, os vocais, o groove e, principalmente, a história por trás desse estilo. Passei a estudar profundamente e percebi que, no Sul do Brasil, havia dois ou três DJs que falavam sobre o gênero ou o tocavam, mas muitos ainda o confundiam com Nu Disco. Foi ali que entendi a importância de estudar as vertentes da House a fundo.
Um ano depois, me apaixonei pelo Afro House e mergulhei, mais uma vez, na sua história. Historicamente, o Afro House é a vertente que mais se aproxima da essência da House Music, pois nasce no período pós-Apartheid. Um contexto marcado por segregação, violência e mortes da população negra, uma realidade que dialoga diretamente com a origem da House, criada como espaço de resistência, liberdade e expressão.
Foi essa conexão histórica que me encantou e me levou a criar um programa dedicado ao Afro House, o primeiro no Sul do Brasil e, possivelmente, um dos primeiros do país.
ALEXANDRE KNOLL (SÓ NO GROOVE)

A música evoluiu, o Afro House House conversa bem com progressive House. São raros djs que fazem esse tipo de construção...
02/02/2026

A música evoluiu, o Afro House House conversa bem com progressive House. São raros djs que fazem esse tipo de construção do set, mas f**a muito bonito e altíssimo bom gosto.
SÓ NO GROOVE

Em tempos de som plastif**ado (Artificial), o orgânico devolve emoção a perfeição e identidade cultural.Ele educa o ouvi...
01/02/2026

Em tempos de som plastif**ado (Artificial), o orgânico devolve emoção a perfeição e identidade cultural.
Ele educa o ouvido, ensina a ouvir groove, timbre e narrativa, não só o “drop salvador”.
É um estilo que revela o DJ: não dá pra se esconder atrás de efeitos.
SÓ NO GROOVE.
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DJ londrino x DJ brasileiro: não é técnica, é cultura.Em Londres, o DJ nasce pesquisador.Ele conhece a história, entende...
31/01/2026

DJ londrino x DJ brasileiro: não é técnica, é cultura.

Em Londres, o DJ nasce pesquisador.
Ele conhece a história, entende de onde vem o som, respeita o groove e sabe que cada faixa carrega identidade, luta. O status vem depois, como consequência do respeito cultural.

No Brasil, infelizmente, grande parte da cena virou o oposto.

O foco saiu da cultura e migrou para o status, para a imagem, para o hype vazio. Muitos querem ser vistos antes de serem ouvidos. Poucos estudam a raiz, poucos honram a história da música negra que sustenta a pista até hoje.

Enquanto Londres usa o rádio, o clube e o DJ como ferramentas de preservação cultural, aqui a cultura vai sendo empurrada para o esquecimento, trocada por likes, números e personagens.

Não é sobre quem toca melhor.
É sobre quem sabe o que está tocando.
Sem história, não existe futuro.
Sem cultura, o groove morre.

🎧 SÓ NO GROOVE
Onde o DJ volta a ser ponte entre passado, presente e pista.

Entenda de uma vez por todas como surgiu a House Music. 👇👇👇Antes do drop, vem a raiz.A House Music não nasceu do nada, e...
30/01/2026

Entenda de uma vez por todas como surgiu a House Music. 👇👇👇
Antes do drop, vem a raiz.
A House Music não nasceu do nada, ela cresce a partir do R&B, se transforma com Soul, Disco e Funk e ganha o dancefloor nos clubes de Chicago.
Conhecer essa história muda a forma de tocar, ouvir e sentir o groove.
o projeto SÓ NO GROOVE entendeu a anos que a música não é só som.
É cultura, memória e evolução.
🎚️ R&B Roots → Soul · Disco · Funk → House Music
SÓ NO GROOVE.

Quando tudo vira conteúdo, a música deixa de ser vivida para ser apenas consumida.Ela não tem tempo de amadurecer, de vo...
28/01/2026

Quando tudo vira conteúdo, a música deixa de ser vivida para ser apenas consumida.
Ela não tem tempo de amadurecer, de voltar, de criar vínculo emocional.
Passa rápido, é substituída mais rápido ainda, e some antes de virar lembrança.
Sem permanência, não há memória, só fluxo.
SÓ NO GROOVE.

Hoje, 24 de janeiro de 2026, completam-se 23 anos desde que o rap nacional perdeu Mauro Mateus dos Santos, o eterno Sabo...
25/01/2026

Hoje, 24 de janeiro de 2026, completam-se 23 anos desde que o rap nacional perdeu Mauro Mateus dos Santos, o eterno Sabotage (). Um dos maiores nomes da música brasileira, Sabota deixou um legado que atravessa gerações e segue mais vivo do que nunca. Suas letras cruas e verdadeiras, marcadas pela vivência nas periferias e pela busca por dias melhores, continuam ecoando como referência, consciência e inspiração.

Mesmo com uma discografia curta em vida, marcada pelo clássico e indispensável “Rap é Compromisso!” (2001), Sabotage se consolidou como um dos pilares do rap brasileiro. Após sua partida, sua obra seguiu ganhando forma e alcance com os álbuns póstumos “Sabotage” (2016) e “Sabotage 50" (2024), projetos que reuniram gravações, colaborações e reafirmaram a força, a atualidade e a importância da sua voz.

Além da música, Sabotage também deixou sua marca no cinema, com atuações memoráveis em “Carandiru” e “O Invasor”, ampliando ainda mais seu impacto cultural e mostrando que sua arte ia muito além do rap.

Sabotage descansa em um bom lugar, mas sua obra e sua mensagem permanecem vivas, lembrando a todos que “rap é compromisso, não é viagem” e que um bom lugar se constrói com humildade.

Endereço

Florianópolis, SC

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