Ke Soja" Consultoria Em Agronegócios

Ke Soja"   Consultoria Em Agronegócios Aplicação de Defensivos agrícolas
Projetos Agropecuários
Assistência técnica

21/02/2018

Soja argentina pode cair a 43 milhões de toneladas

De acordo com relatório do analista privado Guilhermo Rossi (ex-integrante da Bolsa de Cereais de Rosario), a safra argentina de soja em 2017/18 deve cair – no pior cenário – para até 43 milhões de toneladas (MT). No melhor cenário, não deverá ultrapassar 48 milhões de toneladas, segundo suas estimativas sobre a provável produção de soja no país vizinho.

A atual previsão admitida pelo mercado é de 50 milhões de toneladas, enquanto o último relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estima em 54 milhões de toneladas. Na safra anterior, a Argentina produziu 56 milhões de toneladas de soja.

“Na média das opiniões de outros analistas locais a produção f**aria entre 45 a 46 milhões de toneladas e, no pior cenário, se a situação de estresse [hídrico] continuar, o país produziria 43 milhões de toneladas (um pouco acima das 40 milhões estimadas pelo meteorologista da Bolsa de Cereales de Buenos Aires)”, explica a T&F Consultoria Agroeconômica.

Segundo o analista da T&F Luiz Fernando Pacheco, a importância destas estimativas é que o mercado “ainda não se deu conta disto e, se forem confirmadas, poderão ser o fato novo de que o mercado futuro precisa para uma nova alta (considerável) nas cotações de Chicago”.

Uma das razões apresentadas pelo analista é que em 2008/09 a Argentina também sofreu uma seca severa e a produção de soja foi de 32 milhões de toneladas, para uma área similar. Este número seria equivalente, hoje, a 39 milhões de toneladas, com a adição das novas tecnologias implantadas desde então, especialmente nas províncias do norte, onde a variedade Intacta de soja foi utilizada. Outa razão é que o diferencial deste ano de 2017/18 está na umidade do solo, que se encontra com menos do que 5 mm, depois de dois anos de mais de 1.000 mm.

Sa*****em com o  produtor rural novamente, além do Paraná colher 30% a menos de trigo, e no Rio Grande inteiro não terá ...
03/09/2017

Sa*****em com o produtor rural novamente, além do Paraná colher 30% a menos de trigo, e no Rio Grande inteiro não terá Boa safra de trigo, e pra ajuda os preços abaixam 😡

AVISO!!!!!lembrete aos amigos que possuem propiedade rural, é e não efetuaram o "CAR"PRAZO VENCE ESTE ANO para próximos ...
22/08/2017

AVISO!!!!!
lembrete aos amigos que possuem propiedade rural, é e não efetuaram o "CAR"
PRAZO VENCE ESTE ANO
para próximos financiamento de safra 18 ser a obrigatoriedade
Quem precisar estamos a disposição

01/02/2017

“Quem plantar trigo neste ano pode se dar bem”, aponta T&F
30/01/17 - 09:48
Aproxima-se a época na qual os agricultores começam a tomar as decisões sobre a área utilizada para o plantio de trigo para a próxima safra de 2017/18. O assunto é igualmente relevante para o setor de insumos e para cerealistas e cooperativas, porque determinará o aumento ou redução dos volumes de venda destes produtos no inverno.
Na avaliação da Consultoria Trigo & Farinhas, há razões para acreditar que o preço do trigo pode subir no médio e longo prazo. “Quem plantar trigo neste ano pode se dar bem”, afirma o analista Sênior da T&F, Luiz Carlos Pacheco, que aponta diversas razões para apoiar a projeção:
Ainda não há um levantamento concreto sobre a intenção dos triticultores brasileiros em aumentar ou reduzir a área, mas em conversas informais estas intenções parecem se tender mais para a redução do que ao aumento de área. Como muitos agricultores tomam suas decisões futuras sobre os resultados do ano anterior (em vez de olharem para frente), é muito provável que isto realmente ocorra. Com isto, é provável que vá faltar trigo para o abastecimento dos moinhos do sul do país, suscitando disputas por matéria prima e, consequentemente, aumento nos preços;
Analisando o quadro atual de oferta & demanda de trigo no Rio Grande do Sul, apostaríamos que a possibilidade maior é de tendência de alta nos preços domésticos, principalmente a partir de abril e maio, quando terminar a safra de soja. Se o dólar se mantiver abaixo de R$3,20/US$ o preço do trigo nacional sobe, sem pânicos; mas, se por alguma razão, migrar para algo como R$/US$3,40, o importado f**a caro e haverá corrida para o trigo nacional (inclusive de moinhos do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste);
O trigo gaúcho está realmente muito, muito baixo (sua relação com o preço do Paraná está o dobro do normal), mas, a desvantagem é que o moinho não está olhando o preço do trigo, mas o preço da farinha, que continua baixíssimo, por falta de demanda do consumidor final;
Os preços do trigo argentino, que permaneceram ao redor de US$ 165,00/FOB durante quase 6 meses e, aliados à queda do dólar, mantiveram alta a sua completividade contra os trigos brasileiros (prova que ainda há trigo argentino sendo descarregado nos portos de Rio Grande e Paranaguá, mesmo depois de colhida uma supersafra), já subiram para US$ 182/t a partir de fevereiro;
Os trigos internacionais tendem a subir na onda de Chicago, diante da redução de 1,0 milhão de acres da área plantada nos Estados Unidos. Também na Europa a consultoria Stratégie Grains cortou, na última quinta-feira, 19, sua estimativa de produção de trigo para a safra 2017/18, que começa em julho deste ano e vai até junho do próximo, projetando uma colheita de 143,8 milhões de toneladas, 1,2 milhão a menos do que a projeção anterior. Com isto, qualquer problema que ocorra com o trigo que está atualmente em dormência (alguns dos quais entraram nesta fase sem o desenvolvimento apropriado) poderá elevar signif**ativamente as cotações ao redor do Mundo;
Diante destes e outros fatores (como excesso de posições vendidas dos Fundos nos mercados futuros, por exemplo), Chicago já subiu o equivalente a R$ 50,00/tonelada nos últimos quatro meses e continua com tendência de alta, como mostram os gráficos;
A economia brasileira tende a crescer positivamente um mínimo de 0,5% em 2017 (dependendo de algumas medidas que estão sendo estudadas poderá crescer mais), retomando alguns empregos e, principalmente, a demanda por produtos por parte da população do país. Com o um dos principais problemas do trigo é o preço das farinhas que, por sua vez, está atrelado à venda dos subprodutos massas e biscoitos, se a economia retomar, poderá haverá haver elevação nos preços das farinhas, melhorando o custo-benefício dos moinhos e da remuneração dos agricultores;
O dólar baixo está mantendo os preços dos insumos importados em níveis mais baixos: houve redução no custo do trigo há 8 meses, quando o dólar caiu para próximo de R$ 3,15/US$ (passando de R$ 40,09/sc para R$ 39,89/saca) e, de lá para cá, o Deral do PR não alterou mais os custos variáveis como costumava fazer a cada 3 ou 6 meses. Se o dólar continuar no patamar em que está (próximo a R$ 3,20) e a inflação a cair, os custos tendem a permanecer inalterados. E se, por outro lado, os preços realmente subirem, como tudo indica, o lucro estará mais próximo. (Sabemos que este “se” atrapalha, mas tudo poderá ser concretizado e garantido se você operar mercados futuros).
“A maioria dos fatores que influenciam os preços, tanto no mercado nacional como no mercado internacional apontam leve tendência de alta nos preços para 2017. Por outro lado, os preços dos insumos tendem a permanecer inalterados ou até cair. Com isto, os triticultores brasileiros que plantarem trigo na safra 2017/18 tem grandes chances de obterem bons lucros”, conclui Pacheco.

13/01/2017

Especulação de Mercado, como eles la sabem que a safra Brasil será recorde? onde que na Bahia e demais estados estão sofrendo seca!!!!
isso é só pra baixar preço da soja nossa, para eles comprarem barato e depois largam no mercado internacional que safra argentina perdeu com chuva e Brasileira também não foi boa.
Novamente a soja sobe e eles vendem à mesma com preço la em cima novamente.

USDA eleva previsão de safra de soja do Brasil 16/17 para 104 mi t
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou nesta quinta-feira a estimativa da safra de soja do Brasil 2016/17 para um recorde de 104 milhões de toneladas, ante 102 milhões de toneladas na previsão de dezembro. O relatório do USDA também trouxe um número do Brasil acima da expectativa do mercado, de 102,4 milhões de toneladas.

09/01/2017

Carnaval ataca agronegócio, mas vai beber cevada

Ainda repercute a polêmica decisão da Escola de Samba “Imperatriz Leopoldinense”, que neste ano decidiu atacar o agronegócio com um samba enredo chamando o produtor rural de “monstro” que “rouba as terras” dos indígenas, “devora as matas e seca os rios” por “cobiça”. Nesse sentido, o engenheiro agrônomo Dirceu Gassen aproveitou as críticas para lembrar que a cerveja – talvez o item mais apreciado e consumido em escala industrial por foliões e carnavalescos – depende diretamente do agronegócio.
“O carnaval tem origem na alimentação farta, na bebida, na diversão, na alegria e nos prazeres que precedem a fase de jejum. Para os que apreciam a cerveja no carnaval, lembrem que a bebida tem origem na cevada, produzida por um agricultor, que cultivou a semente, manejou a planta, protegeu contra pragas e doenças e garantiu a sanidade e a qualidade do produto final”, lembra Gassen.
O especalista, que é membro do CCAS (Conselho Científico Agro Sustentável) explica que um hectare de cevada, conduzido pelo agricultor, produz três toneladas de grãos. Na indústria, esses grãos produzem 2.100 kg de malte, que geram 18.600 litros de cerveja – o que equivale a mais de 50 mil latas de 350 ml de cerveja.
“O agricultor receberá R$ 1.800 pelos grãos de cevada produzidos por hectare. Ele teve desembolso aproximado de 1.500 reais para produzir, sem considerar os riscos de clima, mercado, preços. Gerou R$ 300 de lucro. O consumidor pagará R$ 5 por lata de 350 ml de cerveja, o que equivale a [vendas] de R$ 250.000 gerado com base em [apenas] R$ 1.800 de grãos de cevada. O agricultor, que produz a cevada, participará com [somente] 0,72% do valor dessa cerveja consumida no carnaval”, aponta Gassen.
Ele afirma que não há “almoço de graça”, e que “todos os segmentos da economia necessitam gerar renda, ocupação digna de mão-de-obra e de autoestima. Devemos, no mínimo, exigir respeito de segmentos da sociedade que consomem alimentos todos os dias, que se beneficiam da geração de riqueza impulsionada pelo agricultor. A agricultura no Brasil é a principal propulsora da economia, da geração de renda, de empregos e de paz”, lembrando que a “alimentação e o conforto pessoal são a base da pirâmide que sustenta a autorrealização”.

25/11/2016

Paraguai lança soja resistente à ferrugem

O Instituto de Biotecnologia Agrícola (Inbio) lançou no Paraguai sua segunda variedade de soja resistente à ferrugem asiática (Phakopsora phachyrhizi). De acordo com a engenheira agrônoma Estela Ojeda, assessora técnica da instituição, a oleaginosa Sojapar R24 estará disponível para a próxima temporada comercial.
O Inbio já havia lançado a primeira variedade paraguaia de soja resistente à ferrugem, a Sojapar R19, que foi plantada na safra atual. Segundo Estela, as duas cultivares foram totalmente desenvolvidas no país vizinho, mediante uma aliança público-privada entre a entidade e o Instituto Paraguaio de Tecnologia Agrária (IPTA).
“A variedade Sojapar R24 está na fase de multiplicação, enquanto a Sojapar R49 e a Sojapar M42 estão em fase final, mas próxima, de pesquisa”, ressaltou a assessora do Inbio. Ela explica que a variedade lançada agora também é resistente à doença conhecida como “Podridão cinza da raiz” (Macrophomina phaseolina).

21/09/2016

Parabéns a todos os fazendeiros, pelo seu dia.

14/08/2016

Parabéns a todos os papais

04/08/2016

Que maravilha né, tens uns especuladores de mercado que dizem que a soja dos AMERICANOS "EUA", está sento umas das melhores nos últimos anos( venhamos e convenhamos) todo ano a mesma coisa, blá blá blá de sempre, mas no fim quem sai perdendo?
Novamente o (Produtor Rural), claro não por perder de ter vendido a soja quando estava em alta, mas influência no geral, custo de lavoura, combustível etc...

Não desvalorizando as demais classes trabalhistas- (que fique bem claro), mas sempre no produtor rural que leva prejuízo.
E o nossos governantes aonde estão?
Imposto em tudo e o retorno?
Aonde vai parar?

Endereço

Rua Leopoldo Durks
Eugênio De Castro, RS
98860000

Telefone

55 8153-5140

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ke Soja" Consultoria Em Agronegócios posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar