Clube do Choro

Clube do Choro Chorinho, choro, clube do choro, confraria, O boteco Confraria está localizado na Ernesto Geisel, em frente à Havan e Shopping.

Convite - Clube do Choro
Nesse Domingo dia 19 de Julho, a partir das 18:00h estaremos dando início ao nosso novo empreendimento, o boteco CONFRARIA, apresentando nesse dia e impreterivelmente nos domingos subsequentes o projeto Clube do Choro, nos mesmos moldes da Confraria do Choro, da Vila Alba. Nesse domingo teremos a participação do Pianista Marco Polo Cerzózimo, mostrando de clássicos de Na

zareth a Pixinguinha. Renata Christóforo e Galvão
Organizadores

Equipe
Ro Cincinato – Marketing
Márcia Conte – Culinarista
Joelma Santos – Recepção
Clarice Chrtóforo - Recepção

23 de Abril é o Dia Nacional do Choro.
23/04/2021

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Livro mostra como Jacob do Bandolim, sedutor de olhos verdes, transformou o choro
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09/01/2021

CD de Choro - Áttila Gomes e Amigos Compositores

Esses 12 choros contidos nesse CD é uma coletânea do estilo produzida em MS. As canção todas são uma parceria entre o músico Mestre Galvão e Dario Pires, Rubenio Marcelo, Paulo Robson de Souza e Lúcio Bulhões, ou seja coisas nossas.

CD de Choro - Áttila Gomes e Amigos Compositores

01 - Lentes do Coração
(Galvão / Lúcio Bulhões)
02 - Delamares
(Galvão / Dario Pires)
03 - Chorinho Sem Nome
(Galvão / Dario Pires)
04 - Choros na Praça
(Galvão / Paulo Robson de Souza)
05 - Luzia
(Galvão / Rubenio Marcelo)
06 - Migalhas de Canções
(Galvão / Dario Pires)
07 - Esquina
(Galvão / Dario Pires)
08 - Os Loucos
(Galvão / Rubenio Marcelo)
09 - Zigue-zague da Sanfona
(Galvão / Lúcio Bulhões)
10 - Noites de Feitiço
(Galvão / Dario Pires)
11 - Pra Que Tristeza
(Galvão / Dario Pires)
12 - Palhoças
(Galvão / Dario Pires)

Letras de todas as canções

01 - Lentes do Coração
(Galvão / Lúcio Bulhões)
Interpretação: Áttila Gomes

Vibrante, furtei teu olhar
Surpreso por nem esperar
Flagrante de emoldurar
Meus lindos sonhos, se me gostas
Me pego a flanar pelas notas
Das canções que falam de amar
Frisante, me fez borbulhar
Com pouca atenção, mas senti de frente
Um triz, elegante soslaio
Tão quente, um efeito de raio
Segundos com dom de fazer sonhar

Vim preparando um lugar
No meu peito ao riscar
Em paredes sem cor
Muitos versos de amor
Foi-se formando um ninho
E eu, passarinho
A cantar solidão
Hoje estremece o meu chão
O poeta avisou, conheci a paixão
Fez-se o desejo, no ensejo do olhar
Lentes do coração/

Vibrante, furtei teu olhar
Surpreso por nem esperar
Flagrante de emoldurar
Meus lindos sonhos, se me gostas
Me pego a flanar pelas notas
Das canções que falam de amar
Frisante, me fez borbulhar
Com pouca atenção, mas senti de frente
Um triz, elegante soslaio
Tão quente, um efeito de raio
Segundos com dom de fazer sonhar

Carícias que guardo entregar
Empilho cuidando gastar
Vem que a dança nos aguarda
Esse dia vi chegar
Choros cantastes
Da vida os contrastes do amor
Reflito se os meus segredos
Separo do medo que já foi dor

Errante, entrei neste bar
Eu juro, sem nada esperar
E antes que houvesse o findar
De um lindo choro, quando mordes
Os lábios em meio aos acordes
É do céu que ouço tocar
Galante, esmero encontrar
Palavras que possam exprimir
Ouvir que orbito a tua imagem
Quem sabe, aceitas viagem
Na vida que posso entregar pra ti

Ficha Técnica
Lentes do Coração (Choro)
Melodia: Galvão
Letra: Lúcio Bulhões
Arranjos e Gravação : Galvão
Voz: Áttila Gomes
Arranjo e Violão 7 Cordas - Maestro Eduardo Martinelli
Cavaquinho - Marco Antonio Carstens
Violão 6 Cordas - Galvão
Piano - Miles Black
Clarinete - Adriano Praça
Flauta transversal - Phillip Andara
Surdo - Áttila Gomes
Pandeiro - Lúcio Bulhões
Bateria - Vlad Love

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

02 - Delamares
(Galvão / Dario Pires)
Interpretação: Áttila Gomes

Você num porto alegre onde venta o guaíba
Vou rezar pra que esse vento faça a curva
E venha aqui, e daqui volte ventando
Como venta o minuano pra dizer que eu te amo

Na sombra desse oiti num campo grande
Meu coração não inventa, nem tampouco ELE mente
Se inventasse morria, se mentisse adoecia
Se tentasse, com certeza, mais que ele eu sofreria

Nesse planalto delamares a porfia do guaiba
Acabou ventando aqui nas velas do mucuripe
Nenhuma mágoa restou, só A saudade de ti
E a falta que agora sinto nesse parati

Pelos mares, terras e ares
O guaíba está ventando nesse oiti
E feliz me convida pra de volta partir
Mas como não bato asas, perdiz.

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

03 - Choro Sem Nome
(Galvão / Dario Pires)
Interpretação: Áttila Gomes

Um chorinho de saudade
É um choro de verdade
Esse choro não tem nome
Violão nem cavaquinho

Costura tão contido
Amargura e fim de tarde
Soluça o coração
Ele não tem partitura.

A linha do chorinho
Na agulha que me fura
Alinhava a doçura
Que deixou como lembrança

Sem milagre...
Esperança...
Só o tempo agora esgarça e cura!

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

04 - Choros na Praça
(Galvão / Paulo Robson de Souza)
Intérprete: Áttila Gomes

É duro ver todo esse choro pelas praças:
A namorada chora o amor que terminou
O velho ipê vê os seus braços amputados
E o coreto abandonado
Clama um tempo que passou.

Um chora as contas por pagar nessa dureza...
Uma mulher pranteia o filho que se foi
Tem, inclusive, o fazendeiro muito rico
Que nem sabe o que é penico
Mas chora a baixa do boi...

O pipoqueiro chora o milho derramado
E o pardal com frio e fome quer Piaf...
E o baiano com saudade da Bahia
Ao comer comida “fria”
Diz: Virgimaria! Aff!

O olho-gordo quer morrer pela vergonha
De ter caído na conversa do golpista...
A mulher triste chora por sua tristeza
Chora a pomba à impureza
E o cão, a perda das vistas...

Com tanto choro pelas praças, venha, Música!
Oh! Deusa Música com seu dom de tocar
Os corações, trazendo a todos a esperança
Nem que seja por um dia
Pra que parem de chorar...

Com este choro que não é choro de tristeza, não!
A esperança nesta praça semear
Onde há esperança brotarão muitos sorrisos:
Nós tocamos com alegria
Pra a alegria germinar...

Ficha Técnica
Piano: Marcopolo Cerzósimo
Violão: Galvão
Clarinete: Matheus Coelho
Percussão: Áttila Gomes

Esse chorinho foi gravado em Janeiro de 2017

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

05 - Luzia
(Galvão / Rubenio Marcelo)
Intérprete: Áttila Gomes

É luz... É Luzia,
luzindo nos ares
sua silhueta,
reflexos tão puros...
É luz... Primazia,
tal qual os quasares,
que levam magia
aos cenários escuros...

É luz que irradia
harmonia nos mares
e conduz os nautas
aos portos seguros...
É luz natural
que fecunda avatares
e leva os sonhares
para além-futuros...

É luz, é estrela
de intenso fulgor
luzindo estesias
no céu multicor
que guarda os mistérios
da noite e do dia...

É luz que viaja
Espargindo sementes
pela via láctea
em traçados virentes...
É luz que reLUZ
primaZIA: é Luzia!

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

06 - Migalhas de Canção
(Galvão / Dario Pires)
Intérprete: Áttlia Gomes

Manhã deste domingo
Na Praça Ari Coelho
Quatro chorões
Pandeiro, flauta, violões
Vilões de um choro alegre
Abalando tradições.

Sol dourado de Inverno
Cresta as testas dos violões
A flauta faísca prata
E atrai quem passa
No seu passo tão ligeiro
E o vento frio... – o vento frio!
Causa arrepio no couro do pandeiro.

Quando a praça se aquieta
Meio dia de chorinhos
Os pombos catam devagarinho
As migalhas de canção
Os Dó Ré Mi
Que ficaram pelo chão.

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

07 - Esquinas
(Galvão / Dario Galvão)
Intérprete: Áttila Gomes

Ah...as esquinas
Esquinas de ruas
Esquinas do mundo
Esquinas da vida
Três quadrantes pra pensar
Quatro rumos pra seguir
Nesta noite de luar.

Arquetípicas esquinas...
E se ali está um bar
Ele é mais genuíno
Do que estando em outro lugar!
No quebrar de uma esquina
Tudo pode acontecer,
E se me falta adrenalina
Eu maquino a coragem

E daqui não arredo o pé!
Mas quero crer que sou humano!
E pra não ser um pata-choca
Apesar dos desenganos!
E da saudade da maloco do Adoniram
Que me perdoe!
A gente impõe e Deus transpõe!

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

08 - Os Loucos
(Galvão / Rubenio Marcelo)
Intérprete: Áttila Gomes

Os loucos estão pisando
Em templos imaginários
Seus passos baços traçando
Tranquilos itinerários
Nos braços da fantasia
Não têm noite não tem dia
São gestos solitários

Seus bolsos são relicários
De tesouros irreais
Os seus sentidos pressentem
As coisas transcendentais
E reinventam quimeras
Na beira de crateras
Dos tempos e temporais

Os loucos buscam graais,
Madrigais, coplas e hinos
E vão, em seus palafréns,
Tecendo castos destinos
Os loucos não são letais
São poucos, mas são leais
São loucos, não cabotinos!

Em tropéis peregrinos,
Em silêncios sepulcrais,
Os loucos contemplam mitos
Com flâmulas siderais...
Alfim, numa nuvem-lã,
Alcançam Aldebarã
E não retornam jamais!

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

09 - Zigue-zague da Sanfona
(Galvão / Lúcio Bulhões)
Interpretação: Áttila Gomes

Visto que soprar um dó no fole
Alarido que console, o fim do baile é lindo, de manhã
Cumpriu com a missão o Zé do Bode
O povo sabe que pode garantir a dança e o afã
Pela gala do lado da aurora, que ninguém ficou de fora
Numa noite bem feliz
Não há o que pague, ouçam bem, o zigue-zague
Despejando as harmonias que bem fez como ele quis

Visto que soprar um dó no fole
Com alarido que console, o fim do baile é lindo, de manhã
Cumpriu com a missão o Zé do Bode
O povo sabe que pode garantir a dança e o afã
Pela gala do lado da aurora, que ninguém ficou de fora
Numa noite bem feliz
Pare não, meu Senhor
Toque então, por favor
Porque a platéia espera um bis

A riqueza sempre envolvente, quem conhece é que sente
O deleite que invade o coração
Na nobreza que vem do choro, tudo então vale ousar
Basta estar por gosto no salão
Brilho bem maior que do ouro, o regalo é um tesouro
É maior do que qualquer cifrão
Pra ganhar é só se misturar,
Perder a p***a e dançar com o pé no chão

Visto que soprar um dó no fole
Alarido que console, o fim do baile é lindo, de manhã
Cumpriu com a missão o Zé do Bode
O povo sabe que pode garantir a dança e o afã
Pela gala do lado da aurora, que ninguém ficou de fora
Numa noite bem feliz
Não há o que pague, ouçam bem, o zigue-zague
Despejando as harmonias que bem fez como ele quis

Salve os solos finos, em profissão de fé
Criam desenhos tão belos, dentre acordes singelos
Não é nenhum desatino, dizer ao mundo o que é
O choro é alimento da pureza, cuja base é a beleza
Hoje a sanfona é o talher

Visto que soprar um dó no fole
Com alarido que console, o fim do baile é lindo, de manhã
Cumpriu com a missão o Zé do Bode
O povo sabe que pode garantir a dança e o afã
Pela gala do lado da aurora, que ninguém ficou de fora
Numa noite bem feliz
Pare não, meu Senhor
Toque então, por favor
Porque a platéia espera um bis

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

10 - Noites de Feitiço
(Galvão / Dario Pires)
Intérprete Áttila Gomes

Certas noites têm feitiço!
Nelas, eu não me arrisco
A divagar impunemente
Não é que eu fique triste
Nestas noites fico estranho
Fico estranho nessas noites
Como gato que arranha
Aquilo que só pressente

Nada há de anormal que faça o meu coração
Pulsar de modo arisco, uma batida tão desigual
Mas na parede da varanda há uma luminária
O calango se atrapalha: dá o bote e vem ao chão!

As formigas cortadeiras
Vão e vem como cordão,
Mas quando me aproximo,
Elas mudam de direção!
Se tudo isto não bastasse
O rádio está a tocar
uma melodia doce “Olhos que não tem face”!

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

11 - Pra Que Tristeza
(Galvão / Dario Pires)
Intérprete Áttila Gomes

Hoje acordei cheio de alegria
A alma em festa, eu quero cantar
Se como dizem que a tristeza ensina
O que eu aprendi eu quero ensinar

Pra que, pra que, pra que
Que tem que chorar
Olha nos seus olhos, vê toda a alegria
Que está lhe convidando pra dançar.

Mas se nesse olhar a tristeza aparecer
É o caso de você se perguntar
Com que fantasia rebusquei minha alegria
Alegria que escondeu

Mas que a tristeza quer olhar
Não lhe vire as costas, mas lhe dê a mão
A tristeza é a irmã da alegria
Como a Lua ensina o Sol fazer o dia

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

12 - Palhoças
(Galvão / Dario Pires)
Intérprete: Áttila Gomes

No Bar Palhoça
Além da bossa
Tem samba de Noel
Muita festa e seresta
Não sou eu que só atesta
Mas todo peregrino
Filho de deus
Que nas noites aqui vem.

Da porta da frente
Vê-se a rua tão deserta
Parece que de lá
Toda a vida escafedeu
Como milagre
De um cafofo de palhoça
A alegria canta e dança
A vida aqui apareceu.

A alegria é perseguida
Quase sempre sem guarida
Nestes tempos tão beiçudos
Cara feia, carrancudos

Apesar de você, ela fugiu da TV
Do prozac das redes sociais
Ela aqui tem muito paz!
Refugiada na palhoça do Bicudo

Esse choro é parte integrado do CD - Áttila Gomes - E Amigos Compositores
Apresentado ao mundo em 20 de Dezembro de 2020

Campo Grande (MS) - Dezembro de 2020

Leonel Laterza
Antonio Cedro Rosa Galante
Mario Fonseca
Moacir Saturnino de Lacerda
Glauco Cavalcante Luz
Sales Santos
Estêvão Villalba
Ângelo Marcos Arruda
André Tiso
Marluci Brasil
Caio Nogueira
André Luiz Alvez
Samuel Teodoro
Geraldo Brito
Nuno Baes
Ciro de Oliveira Oliveira
Zégeral José Geraldo Ferreira
Chagas Vale
Angela Colgnesi
Ique Woitschach
Fátima Reis
Silvio Santana de Souza
Eduardo Meza
Osni Viana
Marcus Tiguman
Guimarães Rocha
José Ramos de Almeida
Beko Santanegra
José Carlos Nadish Gomes
Nilson Bulhões
Lenilde Ramos
Ismael Mendes
Norival Nunes da Silva
Joice Terra
João Bosco Urt Delvizio
Jefferson Contar
Luiz Alberto Sayd
Julio Cabral
Matheus Coelho
Adalgisa da Silva Nery
Manoel Afonso
Begèt de Lucena
Eduardo Marinelli Danzi
José Roberto Amin

Hoje, 20 de Dezembro, as 20h (horário de Brasilia) lançamento de Cd de chorinhos de Áttila Gomes;
20/12/2020

Hoje, 20 de Dezembro, as 20h (horário de Brasilia) lançamento de Cd de chorinhos de Áttila Gomes;

CD de Choro - Áttila Gomes e Amigos CompositoresHoje, Domingo, 20 de Dezembro de 2020 é uma noite muito especial, uma noite de um estilo, ou melhor, de uma ...

Patápio SilvaPatápio Silva (Itaocara, 22 de outubro de 1880 — Florianópolis, 24 de abril de 1907) foi músico, compositor...
04/11/2020

Patápio Silva

Patápio Silva (Itaocara, 22 de outubro de 1880 — Florianópolis, 24 de abril de 1907) foi músico, compositor e flautista virtuose brasileiro de choro e erudito. É considerado um dos maiores flautistas da história.

Seu pai era barbeiro, e ensinou Patápio a tocar flauta. Ele, então, passou a impressionar diversas pessoas que passavam pela barbearia do pai, tocando uma rudimentar flauta de folha de flandres (uma flautinha de brinquedo). Passou parte de sua infância na cidade mineira de Cataguases onde, em 1896, entra na Banda Cataguases Aurora com apenas 16 anos. Depois, conheceu o maestro cubano Francisco Lucas Duchesne, que exerceu importante influência na carreira de Patápio.

Em 1899, indo morar na cidade de Palma, durante as comemorações da Semana Santa, ele interpretou composições sacras do padre José Maurício Nunes Garcia.

Em 1900 foi para a cidade do Rio de Janeiro, onde trabalhou como tipógrafo, aprendeu francês (idioma universal naquela época), indo depois trabalhar na Casa da Moeda, como impressor. Depois, concorreu a uma vaga no importantíssimo Instituto Nacional de Música, sendo ouvido pelo professor Paulo Augusto Duque Estrada Meyer. Este encantou-se com o enorme talento do humilde Patápio, conseguiu-lhe então uma flauta de boa qualidade e passou a ministrar-lhe aulas.

Matriculou-se no Instituto Nacional de Música em 15 de março de 1901. Em 1902, executou as antológicas gravações na Casa Edison, além de um recital no próprio instituto. Formou-se precocemente em 1903, com distinção e louvor, apesar do fato de ser de origem humilde e mulato.

Iniciou então diversas apresentações de enorme sucesso, em diversas cidades. Em uma delas, no Clube dos Diários de Petrópolis, chegou a ser cumprimentado pessoalmente pelo Barão do Rio Branco, que ficou encantado com o desempenho genial de Patápio. Depois apresentou-se com enorme sucesso na cidade de São Paulo, inicialmente sendo olhado com desdém por diversos indivíduos das plateias paulistanas, pelo fato ser mulato, mas depois deixando-os boquiabertos e sendo muito aplaudido. Decidiu, em 1906, fixar residência na capital paulista. Continuou apresentando-se em diversas cidades.

No mesmo ano de 1906, viajou à cidade do Rio de Janeiro, então capital federal, a convite do presidente Afonso Pena, para uma apresentação no magnífico Palácio do Catete.

Em 14 de março de 1907, excursionou a pela região sul do Brasil, com a intenção de levantar fundos para viajar à Europa. Sendo um músico tão ovacionado na capital federal, foi recebido em Curitiba com toda a p***a. Quando ensaiava para sua apresentação em Florianópolis, Patápio caiu doente, com febre alta, no dia 18 de abril de 1907. Seis dias depois, o grande flautista veio a falecer. Foi velado e sepultado com p***a. O féretro foi acompanhado por grande massa de populares. Recebeu grandes homenagens no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Em 1915, seu corpo foi exumado e transportado para a cidade do Rio de Janeiro, sendo sepultado no Cemitério do Caju.

Em 2008, a cidade de Itaocara homenageou seu filho ilustre com o Monumento a Patápio Silva, uma escultura do artista Henrique Resende.

Em 2011, o Instituto Cravo Albin lançou o documentário Patápio, do cineasta Alexandre Palma, com depoimentos de Altamiro Carrilho e Magro do MPB4.

A trajetória do flautista Patápio Silva é contada por meio de depoimentos que vão entrelaçando dados históricos e os cenários em que ele viveu - do interior ...

16/09/2020

Valsa de Eurídice é uma canção debussyana de Vinícius de Moraes, letra e música. Aqui na interpretação e arranjo de um dos maiores violonista da atualidade: Marcus Tardelli

Um Chorinho Diferente (El Gaucho e Yvone Rebelo)CD ENCONTRO DE SOLISTAS
06/02/2020

Um Chorinho Diferente (El Gaucho e Yvone Rebelo)
CD ENCONTRO DE SOLISTAS

Um Chorinho Diferente (El Gaucho e Yvone Rebelo) CD ENCONTRO DE SOLISTAS Altamiro Carrilho (flauta), Gilson Peranzzetta (piano), Maurício Einhorn (gaita), Se...

Esse é o chorinho mais pedido nas rodas: Pedacinho de Céu (Waldir Azevedo)
06/11/2019

Esse é o chorinho mais pedido nas rodas: Pedacinho de Céu (Waldir Azevedo)

Izaías Bueno de Almeida começou a tocar bandolim com 10 anos de idade. Quando foi apresentado por Jacob do Bandolim, tornou-se o mais respeitado bandolinista...

Hoje, Sábado, 2 de Novembro, tem chorinho da melhor qualidade no Genuíno.
02/11/2019

Hoje, Sábado, 2 de Novembro, tem chorinho da melhor qualidade no Genuíno.

Endereço

Rua
Campo Grande, MS
79000000

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17:00 - 21:00

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