19/03/2025
Em uma conversa com R Junior, organizador do Churrasco Dançante na Sola da Bota, podemos perceber a paixão e o comprometimento que ele tem em promover um evento que não apenas celebra a cultura local, mas também gera um impacto significativo na comunidade de Campo Grande e região. Desde suas origens como um churrasco beneficente até a sua evolução para um evento consolidado e amado por muitos, R Junior compartilha suas experiências, desafios e memórias inesquecíveis.
R Junior começou o Churrasco Dançante com a intenção de valorizar a rica tradição do churrasco e a música regional. Ao longo dos anos, ele viu o evento crescer e se aprimorar em logística e atendimento, transformando-se em um verdadeiro ponto de encontro para a comunidade. Ele destaca que, embora os desafios iniciais fossem grandes, hoje a equipe está bem estruturada e todos os caminhos são conhecidos.
A música é uma parte essencial do evento, e R Junior seleciona os grupos com muito cuidado.
Ele acredita que a música agrega valor ao churrasco, tornando-o ainda mais atrativo. Ele faz questão de dar espaço para novos talentos, o que ajuda a diversificar o público presente.
Confira a entrevista com R Junior, organizador do Churrasco Dançante na Sola da Bota:
1. R Junior, você tem realizado o Churrasco Dançante há muitos anos. O que motivou você a iniciar este evento e como ele evoluiu ao longo do tempo?
R- No início comecei a realização de um churrasco beneficente e a partir daí vi a importância da valorização da nossa cultura tão tradicional que é o churrasco; a música e no intuito de valorizar também os nossos artistas o qual nessa data fizeram uma participação doando o seu cache para o evento. Daí pra cá só vem evoluindo através do aprendizado, evoluindo com a logística, com o serviço bem prestado a todos aqueles que vão no nosso almoço.
2. Quais são os desafios que você enfrenta ao organizar um evento dessa magnitude, especialmente em termos de logística e atração de público?
R- Hoje já estou na décima segunda edição. Os grandes desafios foi no início, principalmente com a questão da logística, saber aonde ir, com quem contar, quem procurar, hoje a gente já sabe todos os caminhos. Já temos o evento consolidado, com a equipe já formada, a gente sabe onde ir, quem buscar, então já ficou mais fácil.
3. A música é uma parte essencial do Churrasco Dançante. Como você seleciona os grupos que se apresentam e o que espera que eles tragam para o evento do dia 23/3?
R- Eu vejo que a música ela agrega no evento, o churrasco pra mim é a nossa tradição, a música ela agrega e seleciono os grupo assim, eu penso, coloco na mão de Deus e falo é esse que vai trazer pra mim, o atrativo. Pra mim o grupo tem que ser atrativo. E como todos aqui no estado e eu procuro sempre dar oportunidade também a alguns que estão começando para que traga público diferente e grupos diferente no nosso evento.
4. O evento é uma grande oportunidade para reunir a comunidade. Que impacto você acredita que o Churrasco Dançante tem sobre as pessoas de Campo Grande e região?
R-Esse evento nosso ele tem impacto muito grande por mais que não pareça mas a gente tem mais de cinquenta pessoa que prestam serviço direto e indiretamente pra gente. Então eu acho que é muito importante né? Aqui em Campo Grande a gente vem fazendo esse evento há muito tempo e ao passar do tempo a gente vê cada vez mais e mais pessoas envolvendo. Isso é muito gratificante agregar valores com as pessoas e as pessoas se reúnem, conhecem novos amigos, até mesmo namorado, uma amizade, bom bate papo, isso é muito importante.
5. Você pode compartilhar algumas das suas memórias mais memoráveis dos churrascos anteriores?
R- São dois os momentos muito importantes. O primeiro como eu disse que foi beneficente e depois ao longo do ano eu fiz outro evento beneficente onde arrecadei valor bem elevado E, marcou muito pelo esforço das pessoas, pelos músicos, os empresários que nos ajudaram bastante. Isso contribuiu muito pra a gente alcançar esse objetivo de uma criança, né? Claro que a gente não consegue fazer nada sozinho e com a ajuda de todos a gente conseguiu fazer isso. Isso marcou bastante sabe? E eu tenho comigo que enquanto tiver saúde, podendo estar fazendo o que eu gosto vou continuar fazendo, para poder agregar valores, ajudar as pessoas quando for possível, dentro das nossas condições.
Entrevista feita por Armando Loureiro . 🙏🏻