Fernanda Franke

Ligar Como chegar

Fernanda Franke Escritora de Doramas
Terapeuta, Estudante de Psicanalise
Dorameira e Army

12/10/2026

Se você assistiu The Early Spring, Netflix Brasil provavelmente teve sentimentos bem contraditórios em relação ao Luan. 😂

E foi justamente por isso que eu pensei no Li Wei, de Além das Câmeras.

Dois protagonistas impulsivos, imaturos e feridos.
Homens que aprenderam a se proteger antes de aprender a amar.

Eles controlam, se fecham, afastam… justamente quando começam a sentir algo que não conseguem controlar.

Mas talvez o mais interessante não seja apenas observar suas atitudes.
É perceber o que existe por trás delas.

Porque amadurecer emocionalmente não significa deixar de ter feridas.
Significa aprender a não deixar que elas decidam por nós.

Foi esse tipo de personagem que eu quis construir em Além das Câmeras: alguém que precisa descobrir que vulnerabilidade não é fraqueza e que amar não significa perder o controle.

Talvez seja por isso que eu ame tanto os C-dramas.

Eles contam histórias de amor… mas, nas entrelinhas, também contam histórias sobre quem nos tornamos quando aprendemos a amar. 🤍

💭 Agora me conta: você também enxergou algumas semelhanças entre Luan e Li Wei?

Além das Câmeras — um romance inspirado naqueles C-dramas que fazem nosso coração bater mais rápido… e pensar um pouco mais fundo.

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09/10/2026

Se você ficou com um pouquinho de ranço do Luk, de The Early Spring, talvez Li Wei, de Além das Câmeras, também desperte sentimentos bem contraditórios em você. 👀

Porque existe uma semelhança que eu acho muito interessante entre os dois.

Luan e Li Wei são impulsivos, imaturos e, acima de tudo, feridos.

Eles aprenderam a se proteger antes de aprender a se relacionar.

Por isso, muitas vezes, respondem com dureza.
Controlam.
Se fecham.
Afastam justamente aquilo que desejam.

E talvez seja aí que os C-dramas nos entreguem uma reflexão tão bonita sobre o amor:
ninguém chega a uma relação completamente pronto.

Algumas pessoas chegam carregando medo.
Outras, orgulho. Outras, a necessidade de controlar tudo para não serem feridas novamente.

Mas amadurecer emocionalmente não significa deixar de ter feridas.

Significa começar a perceber quando elas estão escolhendo por nós.

Foi justamente esse tipo de personagem que me encantou na construção de Li Wei, em Além das Câmeras.

Um homem que precisa aprender que vulnerabilidade não é fraqueza.

Que amar não significa perder o controle.

E que o outro não precisa pagar pelas dores que vieram antes dele.
Talvez por isso eu ame tanto os C-dramas.
Porque eles podem nos entregar uma história de amor… mas, nas entrelinhas, também estão contando uma história sobre amadurecimento.

E talvez Luan e Li Wei nos façam a mesma pergunta:
o que acontece quando alguém finalmente decide não deixar mais as próprias feridas conduzirem a sua história?

Eu sou Fernanda Franke, terapeuta clínica e escritora, e talvez seja por isso que eu goste tanto de transformar aquilo que vejo nas telas… em histórias que também podem nos fazer olhar para dentro. 🤍

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01/10/2026

E se uma declaração de amor pudesse caber em um punhado de feijões vermelhos? ❤️

Em The Best Thing, o amor não chega fazendo barulho. Viki

Ele aparece aos poucos.
No cuidado.
Na atenção aos detalhes.
Na presença.

E até nos pequenos gestos que poderiam passar despercebidos.

Os feijões vermelhos se tornam uma declaração silenciosa:
“Eu pensei em você.”

E foi impossível não lembrar de Amor Entrelinhas.
Porque Clara também descobre que existe uma diferença enorme entre alguém que diz que ama… e alguém que demonstra amor nos pequenos gestos.

Talvez o amor maduro seja justamente isso:
não precisar de grandes discursos para se sentir lembrada.

É perceber que alguém observa aquilo que você gosta, respeita aquilo que você sente e encontra pequenas maneiras de dizer:
“Eu estou aqui.”

🌹 Porque, às vezes, o amor não grita.
Ele simplesmente cuida.

💭 Me conta: qual foi o menor gesto que alguém já fez por você e que significou muito?

📌 Salve este vídeo para lembrar que, nas relações, os detalhes também falam.

E compartilhe com aquela pessoa que entende que amor também mora nas pequenas coisas. ❤️





30/09/2026

Talvez você não esteja presa ao passado.

Talvez esteja presa à versão do futuro que imaginou viver.

E talvez seja por isso que algumas despedidas sejam tão difíceis.

Porque nem sempre estamos tentando esquecer uma pessoa.

Às vezes, estamos tentando deixar para trás uma história que existiu dentro de nós.

Um "e se..."

Uma possibilidade.

Uma vida que imaginamos.

Uma conversa que nunca aconteceu.

Um final que gostaríamos de ter vivido.

One More Night me fez pensar justamente sobre isso: sobre aquele desejo de permanecer mais um pouco dentro da fantasia.

Mais uma noite imaginando.

Mais uma noite sonhando.

Mais uma noite antes de precisar acordar.🌙

Na psicanálise, podemos pensar na fantasia como algo que organiza nossos desejos e também nos protege, em determinados momentos, do encontro doloroso com a realidade.

E talvez por isso acordar possa doer.

Porque acordar não significa apenas abrir os olhos.

Às vezes significa aceitar que aquela história não aconteceu como imaginávamos.

E isso também precisa ser elaborado.

Você não precisa apagar uma lembrança para seguir em frente.

Não precisa fingir que não sentiu.

Não precisa transformar algo bonito em algo ruim apenas para conseguir deixar ir.

Talvez seja possível guardar aquilo que foi importante... e, ainda assim, escolher continuar.

Porque algumas histórias não precisam ser esquecidas.

Precisam apenas encontrar um lugar dentro da nossa história.

✨ E talvez a verdadeira despedida aconteça quando conseguimos acordar sem precisar destruir o sonho que um dia nos fez tão felizes.

Se essa música também te lembra alguém, alguma história ou algum "e se..." que você ainda carrega, me conta nos comentários. 🌙💜

Salve este vídeo para aquela noite em que seu coração pedir "só mais uma..."

29/09/2026

Talvez você não esteja presa ao passado.

Talvez esteja presa à versão do futuro que imaginou viver.

E talvez seja por isso que algumas despedidas sejam tão difíceis.

Porque nem sempre estamos tentando esquecer uma pessoa.

Às vezes, estamos tentando deixar para trás uma história que existiu dentro de nós.

Um "e se..."

Uma possibilidade.

Uma vida que imaginamos.

29/09/2026

“Obrigada por estar viva. Que bom que você está viva. Então, continue viva hoje…” 💛

Em Lovely Runner, Sun-jae oferece à Sol algo que, naquele momento, ela precisava muito ouvir: um motivo para atravessar mais um dia.

E essa cena nos lembra de que nem sempre sabemos o tamanho da dor que alguém está carregando em silêncio.

Às vezes, uma escuta sem julgamentos, uma palavra gentil ou a disposição de permanecer ao lado de alguém podem fazer diferença.

Mas também precisamos lembrar: ninguém deveria precisar enfrentar uma dor tão profunda sozinho. Pedir ajuda é um gesto de coragem, e buscar apoio profissional pode ser um passo importante.

Neste Setembro Amarelo, que a gente aprenda a perguntar, escutar e acolher. E que possamos lembrar, a nós mesmos e aos outros, que não é preciso resolver a vida inteira hoje.

Às vezes, o primeiro passo é simplesmente continuar… um dia de cada vez. 🤍

💭 Se essa cena tocou você, deixe um 💛 nos comentários. E compartilhe com alguém que precisa receber uma mensagem de acolhimento.

Eu sou Fernanda Franke, terapeuta clínica e escritora, e este é o “Quando a ficção encontra a psicanálise” — um espaço para olhar para as histórias que assistimos… e perceber que, muitas vezes, elas também estão falando sobre nós.

Se você está passando por um momento difícil ou conhece alguém que precisa de apoio, no Brasil o CVV atende gratuitamente pelo 188, 24 horas por dia. Em uma emergência, ligue para o SAMU, 192, ou procure um serviço de saúde.

24/09/2026

E se amar alguém não significasse se perder… mas aprender a continuar sendo você enquanto constrói uma vida a dois? 🤍

Foi isso que The Early Spring me fez pensar.
Netflix Brasil

Às vezes, acreditamos que para uma relação dar certo precisamos abrir mão dos nossos sonhos, da nossa carreira, da nossa liberdade ou até de partes da nossa personalidade.

Mas existe uma diferença entre escolher compartilhar a vida com alguém e precisar desaparecer para permanecer ao lado de alguém.

Amor maduro não é duas pessoas que não têm feridas.

É quando duas pessoas conseguem olhar para as próprias feridas sem colocar no outro a responsabilidade de curá-las.

Talvez amar também seja isso:

crescer junto sem deixar de crescer por si mesmo.

E talvez a pergunta mais importante não seja:

“Quem eu preciso ser para que alguém me ame?”

Mas:

“Quem eu sou quando amo?”

💭 Você já sentiu que, em algum relacionamento, estava deixando de ser você para conseguir permanecer?

Me conta nos comentários. 🤍

Quando a ficção encontra a psicanálise.

Endereço

Rua Ivanda Serafim Azevedo Número 01 Esquina Com Rua Goiás
Camboriú, SC

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