São Batuque

São Batuque O São Batuque promove um encontro entre culturas populares tradicionais e tradicionais de matrizes

Festival São Batuque 2019 - 14 de novembro
Horário: a partir das 20h
Local: Praça Zumbi dos Palmares / Birosca ( Conic )
Entrada: Gratuita
Mais informações: www.saobatuque.com.br

21/10/2025

🌕 O dia 20 foi de pura celebração no São Batuque Festival — um encontro de sabores, ritmos e afetos na Praça dos Orixás.

🍲 A tarde começou com a Feira Gastronômica Afro e a Feira de Artesanato Tradicional, onde o cheiro, o som e a cor das ancestralidades se misturavam em cada barraca, em cada riso e em cada partilha.

🎭 Quando a noite caiu, o Bumba Meu Boi de Seu Teodoro (DF) abriu os caminhos com o encanto das tradições do cerrado, recebendo Emília Monteiro (DF) para um encontro de vozes e memórias.

🥁 Logo depois, o Coco do Iguape (CE) uniu forças com o Coco de Quebrada (DF), fazendo o chão tremer e o público dançar em roda — um batuque que atravessa o tempo e reafirma o poder do coletivo.

🖤 O Grupo Afirmação (DF) trouxe o axé da resistência e recebeu Jiauncy Ojú Bará, do Ilê Aiyê (BA), numa celebração que exaltou o corpo, a ancestralidade e a negritude em sua forma mais vibrante.

🎻 Em seguida, Maciel Salú (PE) e Kirá (DF) se encontraram em um diálogo entre rabeca e tambor, entre o nordeste e o centro-oeste, tecendo pontes sonoras e espirituais.

🔥 E pra fechar a noite, a Sambada de Seu Estrelo (DF) convidou o Mestre Anderson (PE) pra comandar o terreiro com força, alegria e tambor — encerrando o dia com festa, fé e encantamento.

🎧 Nos intervalos, o som da DJ Zapata (DF) e as projeções de VJ Reyzek (DF) costuraram o ritmo e a imagem, enquanto Elizabete Braga (DF) conduziu o público com sua presença generosa.

✨ Foi uma noite de corpo inteiro — de chão batido, canto coletivo e axé compartilhado.

21/10/2025

✨ O dia 19 foi dedicado à ancestralidade e ao território, à força que sustenta o São Batuque desde suas raízes mais profundas. Na Praça dos Orixás, o chão pulsou com os toques Ketu, Jeje, Angola, Umbanda e Nagô, abrindo os caminhos e chamando as forças que habitam o corpo, o tambor e o tempo.

🙏🏿🌿 O dia seguiu com o lançamento do Comitê das Mulheres de Terreiro do DF — um marco de união, representatividade e resistência — e com o Seminário de Povos Tradicionais de Terreiro RENAFRO DF, que trouxe reflexões potentes sobre a revitalização dos espaços de matriz africana, a saúde nas comunidades tradicionais e a Marcha das Mulheres Negras.

🥁 Ao cair da tarde, o palco foi tomado pelo encanto do Oju Okan Samba (DF), grupo formado por artistas que transformam o samba em instrumento de cura e comunhão. Um show de sensibilidade e força, que emocionou cada pessoa presente.

🌀🙌🏿 E quando a noite chegou, o encontro entre Zenga Baque Angola (DF), Leão da Campina (PE) e Mestre Lucas dos Prazeres (PE) fez o batuque ecoar longe, costurando ritmos, memórias e tambores em uma só voz.

💛 Entre uma apresentação e outra, a DJ Fraktal (DF) manteve o corpo do público em movimento, e o VJ Reyzek (DF) preencheu o ar com imagens que dançavam junto aos sons.

Foi um dia de axé, escuta e celebração — daqueles que ficam guardados no peito e nos passos. 🌿🥁✨

20/10/2025

✨ No dia 18, o São Batuque ecoou forte no Guará II.

🪘🌿 O Baque de Angola fez da Casa da Cultura um terreiro vivo, onde o tambor chamou e o corpo respondeu.

🌀🙏 A oficina conduzida pelo Mestre Hugo Roxiluan e pela Sub-Mestra Kissimin, do Leão da Campina (PE), abriu caminhos de aprendizado e partilha, plantando saberes que atravessam gerações.

❤️🖤 Mais tarde, o encontro entre Zenga Baque Angola, Baque Dandalunda, Tambores do Amanhecer (DF) e Leão da Campina (PE) transformou a noite em celebração — um diálogo de ritmos e afetos, de nações que se reconhecem no toque, na dança e na força ancestral que mantém viva a tradição do maracatu.

Foi noite de axé, de corpo-terra, de tambor que ensina, chama e cura. 🌿🥁✨

20/10/2025

✨ No dia 17, o São Batuque tomou o Arena Lutas e transformou o espaço em terreiro, em roda, em celebração. O som dos tambores e o gingado dos corpos se encontraram para reafirmar o poder das tradições afro-brasileiras que vivem e se renovam em cada gesto.

🌀🙏 A Mestra Tisza (BA) e Greyce (DF) abriram os caminhos com uma oficina musical que uniu canto, ritmo e ancestralidade — um convite para ouvir o som da terra e deixar o corpo falar junto.

🌿🪘 Em seguida, o Bando Matilha (DF) trouxe a força do mar com a Puxada de Rede, e o grupo Raízes Capoeira (DF) fez ecoar a energia do Maculelê, em um cortejo de movimento e pertencimento.

🌠 A noite se encerrou com a roda de capoeira, conduzida por Mestra Tisza, Mestre Taleta (DF) e Mestre Fininho (DF) — um encontro de gerações, saberes e corpos que dançam a mesma história.

Foi um dia de aprendizado e celebração, onde cada toque, cada canto e cada ginga reafirmaram que o batuque é raiz, é corpo, é comunidade. 🌊🥁✨

🌐 O São Batuque agora também tem sua casa virtual.🌿 No site saobatuque.com.br, cada batida encontra um espaço para ecoar...
16/09/2025

🌐 O São Batuque agora também tem sua casa virtual.

🌿 No site saobatuque.com.br, cada batida encontra um espaço para ecoar: a programação completa, memórias das edições anteriores, fotos, vídeos, enquetes e conteúdos que celebram a cultura popular.

✨ É um território digital feito para ampliar os encontros — um espaço onde tradição, memória e invenção caminham juntas, mantendo o festival vivo e acessível a todas as pessoas.

📲 Acesse: saobatuque.com.br

🌍 Terras que dançam em ritmos diversos se encontram no São Batuque 2025, em uma celebração de memória, ancestralidade e ...
16/09/2025

🌍 Terras que dançam em ritmos diversos se encontram no São Batuque 2025, em uma celebração de memória, ancestralidade e futuro.

🎥 Hoje, acontece a exibição especial do documentário Terras Diversas, de Stéffanie Oliveira. Uma obra que atravessa territórios e vozes, revelando a força dos mestres e mestras que mantêm viva a cultura popular do DF.

✨ Durante 24h, esse retrato poético de saberes estará disponível no link da bio — uma oportunidade única de mergulhar nas raízes que sustentam o nosso festival.

Endereço

Praça Dos Orixás
Brasília, DF
70200-002

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Festival São Batuque celebra culturas de Matrizes Africanas

Festival São Batuque celebra culturas de Matrizes Africanas

Tradicional evento gratuito promove encontros musicais entre grupos locais e de outros estados

O DF é a casa do São Batuque. O Festival celebra, há mais de uma década, expressões populares de matrizes indígenas e africanas e ocupa espaços públicos da capital federal com o pulsar de tambores. Esta décima segunda edição do evento, um dos mais tradicionais da cidade, acontece no dia 14/12, com extensa programação gratuita, trazendo diversas apresentações musicais com base percussiva. A festa começa a partir das 20h, na Praça Zumbi dos Palmares, e de lá segue para a Birosca, ambas no Conic.

Como de costume, o São Batuque homenageia seus guias e protetores. E, como informa a organização do evento, na edição de 2019 é a vez de dois orixás guerreiros: Iansã e Ogum. “O festejo apresenta, anualmente, um recorte não somente artístico, mas também político, de uma infinidade de manifestações criadas pela mescla de muitos saberes e terreiros do DF e do Brasil”, afirma Stéffanie Oliveira, coordenadora geral do Festival e diretora do Instituto Candango de Culturas Populares.