Agência Fuá De Quintal

Agência Fuá De Quintal Serviços em Cultura, Educação, Direitos Humanos e Meio Ambiente em Belo Horizonte e nos interiore

Nossa história
FUÁ DE QUINTAL·QUARTA-FEIRA, 29 DE MAIO DE 2019·
A Fuá de Quintal Produções é empreendimento social que reúne desde maio de 2017 numa agência, serviços de criatividade e inteligência alternativos em Cultura, Direitos Humanos, Educação e Meio Ambiente, auxiliando na realização dos sonhos e projetos os moradores de periferias de Belo Horizonte e interiores de Minas Gerais, sobretudo a

população pobre da bacia do córrego Capão em Venda Nova, a quem oferecemos inovação e novos valores sociais pelos quais periferias metropolitanas e/ou interiores do Estado de Minas Gerais, como sociedade civil, enfrentam de modo proativo situações locais de crise criando redes e articulações de colaboração intersetorial para soluções humanistas e emancipatórias de problemas causados pelas assimetrias e desigualdades de classe, raça, gênero, origem geográfica ou credo religioso, e em face de situações de risco como: pobreza, violência, desemprego, racismo, militarização (da política, da educação e da religião), falta de segurança pública, exclusão social e da terra, intolerância religiosa, ausência de saneamento básico ou fome (material, afetiva, cultural e espiritual) através de iniciativas pelas quais “Periferia” e “Interior” sejam vistos mais positivos como irradiadores de cultura e cidadania, de bons exemplos e novas práticas de colaboração e solidariedade como resposta inteligente às situações de crise econômica e degradação das relações humanas e sociais, sobretudo no mundo do trabalho, pela inovação dos modos de empreender e gerar trabalho e renda nos territórios em que se inserem; e assim se potencializarem com autonomia autogerando melhorias nas condições coletivas de vida material e espiritual em qualquer que seja o território, em particular das populações infanto-juvenil e idosa; garantindo direitos e respeito à dignidade humana, à natureza, à vida abundante, à justiça racial e à igualdade econômica
Pequena Biografia da Fuá de Quintal:
A Fuá de Quintal entre maio de 2017 e maio de 2019 promove as seguintes iniciativas:
a) Curadoria e elaboração do projeto do seminário de memória dos 50 anos de posse de João Guimarães Rosa, em parceria com a Academia de Letras do Noroeste de Minas Gerais e Grupo de pesquisa Nonada – Unimontes (2017);
b) Edição do projeto cênico-performático voltado às políticas de Livro e formação de Leitores chamado “Sarau Sertanejo : Fogueiras de Iluminar”, em homenagem à escritora Rosa Egipcíaca, durante a programação do Festival de Arte Negra (FAN – BH 2017) no bairro Lagoa, em BeIo Horizonte;
c) Realização de evento no terreiro da Fuá de Quintal sobre “Os Negros Indígenas na Semana da Consciência Negra” (2017);
d) Consultoria e produções de eventos ao Núcleo Capão – Projeto Manuelzão : i – encontro de blocos de carnaval na Praça Madonna, numa programação ambienta pela revitalização do córrego Capão e suas nascentes (2017); e ii – elaboração de projeto de evento para mobilização social em torno da proposta de criação do Parque Linear (2018);
e) Mobilização social em Belo Horizonte e cidade do interior de Minas Gerais integrantes do Circuito Guimarães Rosa; produção cultural de eventos e espetáculos (A Terceira Margem em 2018); luta pela preservação patrimonial da Casa de BH onde morou Guimarães Rosa (desde 2017);
f) Consultorias nos projetos políticos pedagógicos de escolas púbicas municipais em Venda Nova em questões de natureza ambiental e cultural, Adauto Lúcio Cardoso e EMEI – Navegantes, respectivamente (2019);
g) Assessoria popular em questões de políticas púbicas aos povos tradicionais de Minas Gerais, em particular povos ciganos Romani, a exemplo da ação de saneamento básico na comunidade Romani do Céu Azul (2018);
h) Criação da iniciativa Darcyribeirinha (criação de 100 bibliotecas comunitárias e escolares, em parceria com editoras de Minas Gerais e do Brasil, para as comemorações do centenário de Darcy Ribeiro em 2022 (2019);
i) Projeto Esquina dos Prazeres : ocupação com variada programação cultural, mensal, do quarteirão/calçadão entre as ruas Maria Gertrudes dos Santos e Radialista Orlando Arcanjo no bairro Céu Azul (2019); e
j) Projeto de festival cultural de música, literatura e educação patrimonial intitulado “Festival da Luz Andeja”, inspirado no universo literário de Guimarães Rosa (2019)

MUNTÚ, Grupo de Pesquisa Internacional e interdisciplinar em Estudos Africanos e das Diásporas Africanas, segue com o se...
25/05/2026

MUNTÚ, Grupo de Pesquisa Internacional e interdisciplinar em Estudos Africanos e das Diásporas Africanas, segue com o seu ciclo de seminários internacionais nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026,  2:00 - 3:30 pm (horário de Washington, DC) ou 15h00 - 16h30 (horário de Brasilia, Brasil). 

 

Convidada: Profa. Dra. Kambandô Juliana Balduino, Professora convidada do Instituto de Artes da UNESP, São Paulo (Brasil)  

Tema de Discussão: Perspectivas Contra-Coloniais sobre Arte, Ancestralidade, Educação e Territórios 

       

Por favor, note-se que o link YouTube do evento é: 

https://www.youtube.com/watch?v=DY8BK7zqmOQ

Por favor, use-o só para acessar o seminário internacional e para compartilhar. 

Horário do evento por zonas geográf**as:

 

Washington, DC(EUA)/Canadá: 2:00 - 3:30 pm EST 

 Brasil/Uruguai: 15h00 - 16h30  

Mauritânia/Burkina Faso/Côte d'Ivoire/Senegal:  18h00 - 19h30

Marrocos: 18h00 - 19h30

Camarões/Gabão: 19h00- 20h30

A República Dominicana/Porto Rico:  14h00 - 15h30

França/Espanha: 20h00 - 21h30 

Colômbia: 13h00 - 14h30

Costa Rica: 12h00 - 13h30

MUNTÚ, Grupo de Pesquisa Internacional e interdisciplinar em Estudos Africanos e das Diásporas Africanas, segue com seu ...
29/04/2026

MUNTÚ, Grupo de Pesquisa Internacional e interdisciplinar em Estudos Africanos e das Diásporas Africanas, segue com seu ciclo de seminários internacionais nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, 2:00 - 3:30 pm (horário de Washington, DC);

Convidada: Profa. Dra. Chantal Alléla-Kwévi, Université Omar Bongo (Gabão)

Tema de Discussão: Estética Feminista Decolonial ou a Desconstrução dos Cânones Artísticos Hegemônicas

Por favor, note-se que o link YouTube do evento é:

https://www.youtube.com/watch?v=wAjE_uEk5HU

Horário do evento por zonas geográf**as:

Washington, DC(EUA)/Canadá: 2:00 - 3:30 pm EST
Mauritânia/Burkina Faso/Côte d'Ivoire/Senegal: 18h00 - 19h30
Marrocos: 18h00 - 19h30
Camarões/Gabão: 19h00- 20h30
A República Dominicana/Porto Rico: 14h00 - 15h30
França/Espanha: 20h00 - 21h30
Brasil/Uruguai: 15h00 - 16h30
Colômbia: 13h00 - 14h30
Costa Rica: 12h00 - 13h30

Clément A. Akassi

Um belo Duafe, pente de madeira, sendo comercializado no Festival Mundial da Criatividade por uma feirante vinda de Rio ...
25/04/2026

Um belo Duafe, pente de madeira, sendo comercializado no Festival Mundial da Criatividade por uma feirante vinda de Rio Grande, RS. Na cultura adinkra, de origem no atual Gana, o Duafe é um símbolo associado às qualidades femininas.

Da primeira turma de professores em Brasília, Ela também foi professora no curso de Comunicação da UnB, onde teve contat...
03/03/2026

Da primeira turma de professores em Brasília, Ela também foi professora no curso de Comunicação da UnB, onde teve contato com Renato Russo de quem se tornou amiga e inspiração para suas músicas.

Fez brilhante trajetória como educadora, cineasta, poeta, atriz e artista plástica. Seu acervo videográfico sobre os Pioneiros da Educação na Nova Capital do Brasil atualmente integra o Museu da Educação do Distrito Federal.

Nos tornamos amigos em 2012 por ocasião dos 50 anos da UnB e pelos meus trabalhos realizados junto à Comissão da Verdade da UnB em busca de informações no seu acervo documental sobre Ieda Santos Delgado, advogada feminista, estudante, desaparecida desde abril de 1974.

Natural de Belo Horizonte lhe presto homenagem em vida. O cineclube que criei em 2019 pela Fuá de Quintal em BH, o Cine Travessia Maria Coeli, leva seu nome como singela homenagem pela alegria de tê-la como amiga e irmã, apoiadora. Amor, amor, amor-próprio!

Obrigado pela sua existência !

Nono Mistério de Retábulo de Santa Joana Carolina em Nove, Novena, de Osman Lins.
23/02/2026

Nono Mistério de Retábulo de Santa Joana Carolina em Nove, Novena, de Osman Lins.

Que alegria!Sou o mais fresquim filiado ao prestigioso Conselho Internacional de Museus - o ICOMBrasil, criado para acom...
12/02/2026

Que alegria!

Sou o mais fresquim filiado ao prestigioso Conselho Internacional de Museus - o ICOMBrasil, criado para acompanhamento das ações internacionalistas da UNESCO na política multilateral global de preservação da memória do mundo. Saiu hoje a notícia do aceite de minha candidatura.

Obrigado à diretoria do ICOM-Brasil pelo aceite; obrigado aos amigos da ABREMC, a Associação Brasileira de EcoMuseus Comunitários onde estou filiado desde 2019, em particular à querida Yara Mattos pela confiança e crença na minha história em torno das políticas de memória, oferecendo-me gentilmente uma carta de recomendação; e obrigado à minha mãe Iemanjá, quem cuida da minha cabeça. Como sempre, honrando e reconhecendo, obrigado querida Eva, pelo dom da vida.

CARTA ABERTA CONTRA O RACISMO E A XENOFOBIA NO SUL DO BRASILFazem três anos que a Esplanada dos Ministérios em Brasília,...
08/01/2026

CARTA ABERTA CONTRA O RACISMO E A XENOFOBIA NO SUL DO BRASIL

Fazem três anos que a Esplanada dos Ministérios em Brasília, centro político do Brasil. Em 8 de janeiro de 2023 a capital federal foi vandalizada numa ação promovida por grupos criminosos que só agora, em 2025, começaram a ser responsabilizados pelos crimes de terrorismo armado contra o Estado Democrático de Direitos. Essa é uma prática comum conhecida em contextos de regimes de exceção, de governo autoritários, ditaduras.

Quem conhece os relatórios da Comissão Nacional da Verdade, particularmente as violações praticadas envolvendo universidades, movimentos sociais, moradias e festas estudantis, sabe bem desses protocolos que violam direitos e a dignidade humana, já que esse tipo de vandalismo e depredação de patrimônios privados e públicos, sempre comuns como prática do fascismo e verdeamarelismo, neles muitas vezes também se reconhece o racismo, a xenofobia e todos os tipos de intolerâncias, vindos de pessoas e grupos incapazes da convivência com diferenças, outridades, auteridades, revelando narcisismos, individualismo exacerbado, medo da diferença.

O que assistimos acontecer em escala nacional através da mídia e meios de comunicação, também acontece na microescala, na necropolítica, em todos os cantos do país, nas periferias e interiores, quase sempre sem a proteção das instituições de Estado e sem notícia pelos meios de comunicação, o que favorece impunidades, acobertamentos, omissões. Num país onde a ação preventiva inexiste, essas intolerâncias de raça, origem geográf**a, classe, gênero e religião ganham força, e tentam se constituir como regra, poder paralelo ao Estado Democrático de Direitos.

No último 4 de dezembro, ao voltar à cidade de Pelotas – onde realizo doutoramento em patrimônio cultural afrodescendente – depois de uma viagem de três meses para realização de uma pesquisa de campo, encontrei todas as minhas coisas reviradas, vandalizadas, quarto de despejo, cenário de guerra, no local onde vivi e onde tive a alegria de conviver com projetos sociais de importante valor municipal (que abracei de imediato) em termos de assistência social, soberania alimentar, centro cultural, de cuidados com a dignidade humana, onde cozinhei todos os sábados ao longo de cinco meses desde abril, e onde enfrentei – infelizmente – diversas hostilidades, intolerâncias de natureza racial, geográf**a, curiosidades mórbidas sobre minha orientação sexual e identidade de gênero (que mais diziam dos sujeitos em dúvida do que de minha pessoa), e também ameaças de agressão física por motivos fúteis motivadas por intrigas vindas sempre de uma mesma pessoa (o fofoqueiro do lugar) e, mesmo desmascarando-o em assembleia, ele continuou nas manipulações e provocações, agindo nos termos em que o Freud chamou de ‘passivo-agressivo’ nos comportamentos em busca de divisão para controle, receoso de que pudesse eu estar ali em busca de ser visto pelo andar de cima da política partidária, já que sua razão de estar ali, diferente da minha, possivelmente envolve o desejo de ser visto, reconhecido. Deveria ser desligado do partido onde está, já que nenhum partido que defende a democracia é – em tese – conivente com esse tipo de comportamento facilmente reconhecível como fascista, violento e autoritário, narcísico.

Uma das razões dessas violências envolveu o meu trabalho de ceramista, desde que fiz uma peça em cerâmica e passei a aglutinar colaboradores na construção de um projeto cultural coletivo para a cidade de Pelotas. A peça em cerâmica eu a encontrei no exato local deixado por mim, porém, suja de uma substância vermelha que se assemelhava a sangue. Quem vandalizou minhas coisas tinha como alvo o meu trabalho e, sujando-a de sangue, sinalizou desejo de violência, de agressão, ameaça explícita e latente.
Curiosamente, numa cidade nascida do sangue e do barro, das charqueadas e olarias, sendo eu um trabalhador no barro e um homem negro, encontro minha peça em cerâmica suja de algo que se assemelhava a sangue. E isso diz muito da psiquê coletiva do lugar, de ações motivadas pelo inconsciente aflorado de pessoas que, mesmo viventes no século XXI, mantém seus espíritos enraizados na opulenta cultura originária e escravocrata em torno do charque, do ‘barro e sangue’ (parafraseando o título da tese de doutorado em história de Ester J. B. Gutierrez), e agem com pessoas migrantes como se tivéssemos que lhes abaixar a cabeça.
Faz tempo que defendo que a principal política pública nacional de saúde coletiva deveria tornar obrigatório a todos os brasileiros, particularmente esses de quem falo – homens supremacistas e/ou brancos de masculinidades frágeis e tóxicas – a fazerem terapia, acompanhamento psicológico, psiquiátrico.

Todas as medidas protetivas, legais, cabíveis, foram tomadas. E a decisão em tornar público meu protesto e o meu trabalho em cerâmica se explica – não pelo fato de ter visibilidade (já que sou um cidadão avesso às explorações midiáticas de conflitos) – mas porque as lideranças no local ao invés de rechaçarem e se posicionarem contra esses comportamentos autoritários, destrutivos, animalizados, irracionais, desconectivos, quiseram que eu dividisse com o ‘oculto’ vândalo a responsabilidade por essa covardia, agressão e ameaça. Foi como se fosse ‘culpa’ minha o que de errado foi com meu trabalho praticado.

É aquela regra aristotélica em que entre ‘iguais’ o direito e, entre desiguais e diferentes, a guerra e violência. Também torno pública a situação porque, sendo a motivação desse tipo de racismo e xenofobia o meu trabalho em cerâmica e o projeto que desenvolvo, se faz necessário tornar público para evitar plágio, sequestro de autoria, sempre seguidos pela transferência da autoria para outrem, nessa mania cornobrasileira de promoção de triangulações, paralelismos, inveja desmedida, ciúmes, gente que se une em grupo não para edif**ar mundos possíveis e utopias, mas para fazerem gangue e quadrilha, inimigos da paz e do respeito.

Podem até tentar, mas não vão me parar nem me fazer deixar de lutar e construir o mundo que acredito! Não naturalizo ou normalizo violências nem ameaças!

Fábio Brasileiro
Pelotas, 08 de janeiro de 2026.

Ela é dona da voz mais poderosa por aqui. Apaixonado por tudo que é lindo eu fiquei fã dela, .lua2 .Ela tem presença rad...
17/12/2025

Ela é dona da voz mais poderosa por aqui. Apaixonado por tudo que é lindo eu fiquei fã dela, .lua2 .

Ela tem presença radioatômica! Oxalá abençoe e conduza ao topo da Glória!

Dona Claudete é dona do sorriso mais terno e amoroso pelas bandas daqui e ainda é quituteira, faz pães e geleias delicio...
11/12/2025

Dona Claudete é dona do sorriso mais terno e amoroso pelas bandas daqui e ainda é quituteira, faz pães e geleias deliciosos, e lidera a Cozinha das Mais Velhas, no Kilombo Urbano Canto de Conexão. Esse pão aqui é meu, e ela aceita encomendas. Ficou afim de experimentar? Faça contato com o Kilombo.

Ela olha pro mundo com o mesmo sorriso, cheio de amor, e quem dela ganha sorrisos f**a com o coração grande, aquecido, abençoado.

Sempre abençoado pelas madrinhas que a vida me trouxe. Hoje almocei com essa amiga, Maria Coeli, quem dá nome ao meu cin...
28/11/2025

Sempre abençoado pelas madrinhas que a vida me trouxe. Hoje almocei com essa amiga, Maria Coeli, quem dá nome ao meu cineclube.

Endereço

Rua Radialista Orlando Arcanjo, Número 27, Bairro Céu Azul
Belo Horizonte, MG
31578-560

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