Amor Sempre Vivo

Amor Sempre Vivo Cerimônias de casamento personalizadas pela jornalista e celebrante Flávia Ayer. Em um dia tão especial, é preciso dizer sim para o que você realmente acredita.

Sua história de amor merece ser contada do jeito que sempre sonhou.
♡ (31) 99658-5766 A intimidade com as palavras sempre me levou a ser aquela figura que, na sala de aula, vira representante de turma; nos Natais de família, faz a dinâmica em que todo mundo chora. Só que a gente cresce, os amigos casam e, de repente, eles te escolhem para ser... a celebrante do casamento. Primeiro foram amigos, d

epois, a irmã até que chegou a minha vez. Eu e Pedro queríamos uma cerimônia ao ar livre, mas não nos identificávamos com nenhum celebrante nem com nenhuma celebração que reproduzisse o modelo da igreja. Sonhávamos com algo só nosso, do nosso jeito. Foi quando propus para nós mesmos celebrarmos o casamento. Pedro, um ex-gago, topou o desafio. Foi lindo. A noiva e o noivo falando de amor para seus próprios convidados. Nesse dia, já não era mais possível negar a profissão que havia nascido em mim. Assim se fez a celebrante, uma jornalista apaixonada por escutar e contar histórias de amor. E que assim seja.

Proibiram abraço e beijo, mas não proibiram afeto. Esse será nosso remédio contra o isolamento. O amor transporá barreir...
18/03/2020

Proibiram abraço e beijo, mas não proibiram afeto. Esse será nosso remédio contra o isolamento. O amor transporá barreiras sanitárias. Palavra dita e escrita, sinais, mímicas. Estar longe não é f**ar distante. A afetividade nos salvará do exílio, manterá a saúde das mentes, o calor no peito, corações unidos. Gentileza no agir. Sorrisos largos a metros de lonjura. Bom dias otimistas, ainda que por mensagens de celular. Vamos falar então sobre a alegria da presença. Distribuir elogios que abraçam a alma. Fazer um 'eu te amo' valer por um beijo. Não estoque carinho. Em tempos estranhos, o afeto precisa viralizar. Escreva. Fale sobre seu sentimento. Declare seu amor. Amar é verbo.

"Um problema só é um problema quando você acha que é". Postei a frase da Jéssica nos stories quando estava escrevendo o ...
19/02/2020

"Um problema só é um problema quando você acha que é". Postei a frase da Jéssica nos stories quando estava escrevendo o casamento bilíngue dela e do Matt. Hoje soa quase como premonição. Essa carinha plena aí dos dois foi no fim da cerimônia, no sábado. Depois da irmã da noiva [minha dupla dinâmica, que fez a tradução] ter sido atingida por um galho e quase ser impedida pelos médicos de ir ao casamento. Depois de um toró cair no meio da celebração, obrigando-nos a partir para o plano B. Depois do microfone não funcionar e precisarmos substituir para outro modelo. Mas um problema só é um problema se você acha que é. E, se alguém tinha dúvidas disso, aprendeu direitinho com eles. A grande diferença entre as pessoas estressadas e as felizes é a forma de lidar com os acontecimentos. Aceitar que todos estamos sujeitos a imprevistos, a cerimônia de casamento também, como uma expressão da vida. Mas que não se reduz a eles. Os amigos estavam lá. A família estava lá. Os profissionais pra resolver os perrengues estavam lá. E o mais importante: o amor estava lá. Dava pra sentir. Dava pra ouvir nas risadas. Dava pra ver no choro dos convidados. Pra quê enxergar problema quando há tanto a ser admirado. ph: . Na segunda foto, o que eu vi na volta pra casa. @ Espaço Mariângela

Um infinito de expressões estampa a avalanche de sentimentos do último sábado. Natália e Felipe choraram, riram alto, ti...
03/02/2020

Um infinito de expressões estampa a avalanche de sentimentos do último sábado. Natália e Felipe choraram, riram alto, tiraram satisfação, agradeceram aos céus. Com os gestos, absorviam e demonstravam cada palavra dita na cerimônia. Do outro lado do altar, não dá pra ver, mas meu rosto também demonstrava a satisfação em perceber que o que era dito conectava com o que eles sentiam. Uma vida inteira em perspectiva. Não há outra forma de viver isso senão se entregando ao momento que foi pensado e escrito exatamente pra se emocionar, sem botar rédeas no coração. Porque se não for pra rir e pra chorar, nem vá! ph:
@ Espaço Província

Tão acostumada a celebrar casamento ao pôr do sol, não poderia ter começado 2020 de um jeito mais surpreendente. Lua che...
14/01/2020

Tão acostumada a celebrar casamento ao pôr do sol, não poderia ter começado 2020 de um jeito mais surpreendente. Lua cheia lá em cima, presente vindo do céu. Inteira, deslumbrante. Aqui embaixo, gente que brilha e alumia tudo: o agora e o que está porvir. Energia palpável, amor tocante. Estar entre amigos é maravilhoso! Teti e o Bruno... que casalzão! Obrigada, meu Deus... Que vontade de cantar!

Lua de São Jorge
Brilha nos altares
Brilha nos lugares
Onde estou e vou

ph:

Fiz uma retrospectiva mental de 2019 e me veio a imagem de uma festa, a festa desta firma que é só amor. Acho meus casai...
31/12/2019

Fiz uma retrospectiva mental de 2019 e me veio a imagem de uma festa, a festa desta firma que é só amor. Acho meus casais tão incríveis, com tantas afinidades, que fico imaginando se um dia todos se encontrassem. Sério, ia ser um arraso. A Aninha e o André cuidariam da playlist. Mário e Gui cozinhariam pra gente, sem antes a Lalá fazer todo o planejamento do evento, que começaria no pôr-do-sol, a hora mais linda. Logo no início, a Nath e eu convidaríamos todos pra respirar bem fundo e viver pro momento presente... Entrega é tudo! O Fernando cuidaria do orçamento e a Érica f**aria por conta dos brigadeiros (hummm!)... O Ximpaz comandaria a parte das bebidas, com chope artesanal, por favor. A Vans e a Jeh me ajudariam a servir a galera... Quem mandou dar intimidade? Hahaha. A Andres, menina da letra bonita, escreveria na parede da entrada: "Celebre os encontros". O Fábio tocaria piano pra receber os convidados [que chiqueza]. A Júlia, a Isa e o Rafa aproveitariam pra relembrar os tempos de Alfredo Balena. Suspeito que o Vitor e o Renan f**ariam amigos, eles têm o mesmo senso de humor e os dois se apaixonaram por Luizas! A Bárbara e o Alex dançariam como se não houvesse amanhã. Até o proibidão do Rio de Janeiro, porque aqui ninguém é recatado. Lá na pista já estariam o Cris e o Gu, flutuando! Junto com a Sarah, Lucas, Denise, Leo, Alê, Fernando, Mayara, Carol, Larissa e toda galera massa das cerimônias que não celebrei, mas orientei.
Cara, que festa! Que ano, de arromba. 2019 se despede como memória e lembrete de que o que vale e f**a é estar entre nossos amores pra celebrar: a vida, as amizades, os encontros! Está aprendido e guardado. Então, 2020, pode chegar!

ph: do meu casamento, em 2016, com no palco, porque é dessa vibe que eu tô falando

Uma vida sem poema e melodia carece de sentido, assim como uma vida sem amor. Quando tudo parece ligado no automático ou...
11/11/2019

Uma vida sem poema e melodia carece de sentido, assim como uma vida sem amor. Quando tudo parece ligado no automático ou virado de pernas pro ar, a poesia, a música e o amor são capazes de desacelerar, revirar, produzir deslumbramentos, levar a viagens para um outro lugar, chegar até Gramado, esse destino encantado, e ir muito além. Música, poesia e amor nos conduzem para além do físico, para além do dito, mas que nem por isso é abstrato. Pelo contrário. É denso, vasto. Sentimento concreto. Desse jeito, com verso, cuidado, piano e amor, Júlia e Fábio provocam o mundo a enxergar que ainda cabem as delicadezas, as sutilezas, as gentilezas... Nos primeiros registros do último sábado, a certeza de que esse dia ressignificou todo e qualquer conceito de beleza... Júlia e Fábio, obrigada. De alma para alma e mais que as palavras.

Na tela, queridos parceiros com quem tive a alegria de estar ao lado. ph:

Adoro aniversário e tem a ver com essa mania de celebrar a vida, que virou até profissão. Este ano ele passou quase desp...
29/10/2019

Adoro aniversário e tem a ver com essa mania de celebrar a vida, que virou até profissão. Este ano ele passou quase despercebido, parte de um processo consciente de tirar o "eu" do foco, olhar mais para o entorno. Os presentes chegaram com surpresa e precisão. A mãe que cozinhou o prato preferido, a poesia ganhada de um amigo que não sabia ser o início de um novo ciclo. Uma frase, em especial, escutada no centro espírita, pareceu ter sido encomendada pra ocasião. "Queremos ser sempre presenteados, quando, na realidade, o importante é perceber e perguntar em quê posso servir, colaborar, ajudar". Foi o que ouvi no meu aniversário, invisível, na multidão. Senti que compartilhar essa informação inspiradora era o mesmo que, de um jeito simples, servir, colaborar, ajudar. Que em qualquer dia, tempo ou ciclo possamos compreender que existir é sobre dar, e não esperar receber.

É óbvio dizer que o amor da Samira e do David ultrapassa fronteiras. Ela é brasileira, ele, suíço e, entre eles, havia u...
24/10/2019

É óbvio dizer que o amor da Samira e do David ultrapassa fronteiras. Ela é brasileira, ele, suíço e, entre eles, havia uma questão geográf**a objetiva! É lógico também que ensina ser preciso ter respeito para conviver com a diferença. E coragem pra sair do lugar e buscar a felicidade. O bonito é o quanto esse amor pode ir além do óbvio. O quanto pode aproximar países e fazer tanta gente também atravessar o oceano para se tornar uma só família. O quanto pode unir muito mais do que duas pessoas. E até promover uma parceria internacional para celebrar o casamento, missão confiada aos irmãos dos noivos.
Thanks God, a Sophia e Silvan falavam inglês e isso facilitou muito o processo pra construirmos juntos a cerimônia. Mas quer saber? Passado o grande dia, a gente percebe que isso não depende de idioma, de cultura, porque se constrói pelo sentimento, pelo bem querer. Pelo esforço de querer fazer o outro feliz. "Não gosto de falar em público, mas estou fazendo isso pela minha irmã", a Sophia me disse. Achei isso de uma profundidade...

E não é à toa que ao olhar pra esse altar a gente enxerga muitas alianças.

Uma alegria acompanhar essa família na elaboração da cerimônia construída em inglês e apresentada em português e alemão, que contou também com a tradução simultânea da .adow.

ph:

Subir montanhas... O que há de tão especial em chegar ao topo dos lugares? É o agradecimento pela graça alcançada. A pro...
09/10/2019

Subir montanhas... O que há de tão especial em chegar ao topo dos lugares? É o agradecimento pela graça alcançada. A promessa cumprida. É o caminho de autoconhecimento. Que encantamento guardam as montanhas?
É se sentir mais perto de Deus. Olhar para os pés e pisar nas nuvens. Encontrar um lugar ao sol. Quem alcança o topo de uma montanha é porque enfrentou obstáculos pelo caminho, evoluiu, amadureceu... Uma conquista, uma superação.
Por essa exata razão chegar ao topo de uma montanha signif**a sempre uma passagem para outros patamares.
E isso também explica porque no casamento da Mayara e do Fernando era possível enxergar amor até no invisível dos ares.
Um dia em que esse pedaço de paraíso não foi somente o destino, mas o ponto de partida pra uma nova fase, pra viver outros sonhos daqui à eternidade. ph:

Isso nunca tinha acontecido antes: marquei duas reuniões no mesmo horário e dei bolo no primeiro encontro com o Cris e o...
17/09/2019

Isso nunca tinha acontecido antes: marquei duas reuniões no mesmo horário e dei bolo no primeiro encontro com o Cris e o Gu. Eu, com toda minha rigidez, jamais daria uma segunda chance a um fornecedor assim. E se a pessoa não aparecer no dia do casamento? Eles me deram, me aceitaram no meu todo imperfeito e ainda se abriram de coração pra vivermos uma caminhada linda até o altar. Dois dias antes do casamento deles, entrava para uma cirurgia de urgência. Apendicite aguda. Vida loka. Premonição?

Queria muito estar com eles e viver junto aquela emoção. Como o e o se entregaram ao processo que envolve esse partilhar a vida... Amadureceram ainda mais como casal. Me ofereceram tudo que estava ao alcance para que pudesse escrever uma cerimônia linda.

Um casamento gay já tem elementos naturais pra elevar a emoção lá nas supimpas. E o deles sugeria mais.

Pensamos cada detalhe da cerimônia, as homenagens, o lugar de cada música. Me arrepiei só quando me contaram que os pais levariam as alianças. Queria fazer pra eles a surpresa dos balões, que vai render outro post. Era tudo tão simbólico!

Sabia o quanto eles estariam de corpo e alma naquele altar. Eu fui também, cheia de pontos na barriga e feliz. Senti na pele quando amor é luta e resistência. E posso dizer: precisava viver isso. O amor cura.

Foi também uma alegria danada dividir esse altar com mulheres fortes e que admiro demais. Na tela, os grandes fornecedores desse dia épico.

ph: e frames de @ Fazenda Quinzeiro

Não é todo dia que a gente recebe alta do hospital pra fazer celebração... Então senta que lá vem textão. Sempre me asso...
15/09/2019

Não é todo dia que a gente recebe alta do hospital pra fazer celebração... Então senta que lá vem textão.

Sempre me assombrou a ideia de não poder estar no dia do casamento. Eu? Faltar? Mas a vida é mesmo um sopro. Ninguém tem as rédeas na mão.

Quarta-feira, amanheci me sentindo muito mal. Escrevi a manchete do jornal fazendo das tripas coração. Terminei a noite no hospital, com o diagnóstico de apendicite aguda.

Na quinta-feira, entrava no bloco para a cirurgia de urgência. Com um detalhe: o casamento do Gu e do Cris era sábado. E, de repente, vi dezenas de pessoas mobilizadas pelo AMOR.

Família, equipe médica, amigos... Cada um entregando o que tem de melhor. O amparo, o conhecimento, a disponibilidade pra celebrar no meu lugar... Tudo isso me deu muita tranquilidade pra enfrentar.

O amor como realidade surge do desejo do encontro. E como quis estar com o Cris e o Gu, duas pessoas incríveis, celebrando esse amor tão plural, no casamento que se tornou o mais simbólico na história da Amor Sempre Vivo. O AMOR vence. E ele é sempre no plural.

Jamais conseguiria enfrentar essa situação sozinha. Ainda não processei os acontecimentos. Só consigo agradecer.

Agradecer a Deus, que se materializa na minha vida na forma da família. Minha família... Que me deu TODO o suporte, confiança, cuidado. Meu amor por vocês só cresce. Ainda que não estivesse lá, sabia que vocês fariam de tudo pra cerimônia acontecer.

Agradecer à competente e carinhosa equipe do hospital Felício Rocho, médicos, equipe de enfermagem, administração... Ganhei reza, bolo, abraços, cuidado... Vocês são demais! Dr. Pedro, te amo.

Às minhas amigas tão queridas, que me deram força e deixaram, literalmente, no CÉU (Pra quem não escutou o disco novo da Céu, ouvi inteiro no hospital).

Agradecer à Luiza Nassau, cerimonialista, que providenciou um banquinho fora do script para a cerimônia. E à toda equipe que se solidarizou.

Depois de tudo, é preciso também reconhecer nossa fragilidade. A impermanência é a única certeza da vida. Mas hoje tenho a alegria de ver uma AMOR SEMPRE VIVO pulsando muito além de mim.

Somos uma rede de AMOR trabalhando pelo AMOR. (Continua nos comentários)

Defendo amores inteiros e por aqui também não tem nada pela metade. São 6h40 da manhã e o ritmo está alucinante. Pilhas ...
10/09/2019

Defendo amores inteiros e por aqui também não tem nada pela metade. São 6h40 da manhã e o ritmo está alucinante. Pilhas de livros e bloquinhos de entrevistas sobre a mesa, metáfora concreta da minha cabeça [uma confusão mesmo]. Longas conversas e troca de mensagens de quem se dedica a ser olhar atento, escuta ativa. Se acabamos dando mais a ver a parte do "espetáculo", do dia da festa, ele é somente uma parte, a menor, me arrisco a dizer. O bastidor, tão transformador, pouco aparece. Isso a Globo não mostra! Assim como o seu, meu dia também tem 24 horas e, entre divulgar ou criar, o segundo é absoluta prioridade. Mas fiquei com vontade de te contar quanta coisa bonita tem rolado nesse pequeno caos de onde, pasme, nascem ideias, simbologias, prosa e poesia.

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