Belém Convention & Visitors Bureau

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23/04/2018
CONVERGÊNCIA 2017De 20 a 22 de setembro de 2017, o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil Seção Pará (IEP...
21/08/2017

CONVERGÊNCIA 2017

De 20 a 22 de setembro de 2017, o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil Seção Pará (IEPTB-PA), realizará a 15ª edição da Convergência 2017 de cartórios de protesto. Este evento é idealizado pelo IEPTB Nacional, com o intuito de fomentar discussões sobre estudos e inovações que colaboram com o desenvolvimento profissional, tecnológico e administrativo dos serviços cartorários. O IEPTB-PA será o anfitrião desta edição do evento. Desejamos apresentar a cidade de Belém aos colegas de todo o país, oferecendo uma programação diversificada com alta qualidade, e momentos festivos inesquecíveis.

http://convergenciapa2017.com.br/

Thiago Castanho, o chef prodígio da culinária paraense(Veja.com)O chef Thiago Castanho ingressou no ranking internaciona...
31/10/2016

Thiago Castanho, o chef prodígio da culinária paraense
(Veja.com)

O chef Thiago Castanho ingressou no ranking internacional da revista britânica Restaurant, apareceu nas páginas do diário americano The New York Times como um dos mais inovadores talentos culinários do Brasil e lançou o livro Cozinha de Origem, escrito em parceria com a jornalista paranaense Luciana Bianchi, residente em Londres. É sobre esses e outros assuntos que Castanho conversa com editores Arnaldo Lorençato e Helena Galante, de VEJA São Paulo.

http://veja.abril.com.br/tveja/bons-de-garfo/thiago-castanho-o-chef-prodigio-da-culinaria-paraense/

Com apenas 23 anos, o cozinheiro já faturou o título chef do ano pela edição especial VEJA COMER & BEBER BELÉM

27/10/2016
A QUE TRIBO VOCÊ PERTENCE?(Blog da Mobilidade - Fábio Steinberg)Que as pessoas têm comportamentos, necessidades e prefer...
25/10/2016

A QUE TRIBO VOCÊ PERTENCE?
(Blog da Mobilidade - Fábio Steinberg)

Que as pessoas têm comportamentos, necessidades e preferências diferentes, ninguém discute. Mas isto se torna particularmente verdadeiro em viagens e turismo. Por isto, tornou-se vital aos gestores do setor personalizar experiências, como se cada consumidor fosse único. No mundo real isto ainda não acontece. A segmentação de públicos hoje adotada ainda prioriza o tamanho do bolso do viajante.

Tomem-se as companhias aéreas. As ações são direcionadas quase que só para atender de forma distinta a primeira classe, e depois a business e finalmente a econômica. Não importa se o passageiro é um grosseirão desqualificado e incapaz de conviver socialmente, desde que tenha a capacidade de pagar para se acomodar na privilegiada frente do avião.

Com raras exceções, esta ditadura econômica permeia também a hotelaria, bares e restaurantes, agências de viagens, sites especializados em avaliações, e demais prestadores de serviço. Sob o rótulo genérico de “turismo de luxo” esconde-se a discriminação ao viajante. Separa-se assim os que têm bala na agulha para sustentar a sofisticação e ostentação de quem terá que enfrentar o regime do “pão e água”.

No Brasil não é diferente. Aqui também impera a mesma distorção de valores que no final afeta o desempenho de todo o setor. Veja o que acontece com os restaurantes. O marketing adotado por eles estimula a proliferação de blogs de ocasião, aqueles tocados por oportunistas que nada entendem de gastronomia. Mas que falam por conveniência bem do estabelecimento – justa ou injustamente – em troca de um prato de comida. No final, quem paga a conta é o consumidor, que pode comer gato por lebre. Forma-se assim um efeito-salsicha: tanto nelas como nas resenhas patrocinadas, ninguém tem certeza sobre a origem do conteúdo.

Todo nós fazemos parte de alguma tribo. Na prática isto é subestimado pela indústria de turismo, dada a ausência crônica da segmentação por tipo de público. Difícil engolir que o melhor restaurante da cidade de São Paulo, segundo o TripAdvisor, seja um vegano / vegetariano. Com todo o respeito aos méritos do local, não dá para considerar que dos quase 36 mil estabelecimentos catalogados no site, a escolha prioritária recaia sobre um nicho alimentar. E isto em uma cidade de 12 milhões de pessoas que em sua vasta maioria come carne.

A experiência já diz para não misturar no mesmo s**o laranjas, bananas, tomates e abacaxis. No entanto, gente muito diferente entre si parece que é jogada num mesmo liquidificador de opiniões. Depois de serem trituradas e homogeneizadas, todas as pessoas se transformam em um único consumidor médio irreal, que no fundo não representa ninguém.

O recente estudo “Entendendo o Viajante do Futuro”, encomendado pelo Amadeus à Future Foundation conclui que para prestar um serviço superior e sob medida é preciso cada vez conhecer o perfil do cliente. O trabalho projetou seis tribos, e sinaliza como elas deveriam ser tratadas por cada segmento nos próximos anos.

A primeira tribo é dos que viajam para cumprir uma obrigação, que pode ser pessoal, religiosa, negócios, entre outras. O foco principal da jornada é conseguir chegar sem percalços a um lugar, e no tempo certo.

Já o segundo grupo quer simplicidade na escolha, com transparência das condições oferecidas, sem exigir dele maiores pesquisas.

O terceiro é dos viajantes éticos, guiados pela preocupação ecológica e ideais políticos, com a meta de que seus gastos em turismo contribuam para o desenvolvimento econômico e social do destino.

O quarto é dos caçadores de benefícios pessoais, que associam a viagem a ganhos individuais em conforto, luxo, bem-estar, saúde ou autodesenvolvimento.

A quinta tribo é de puristas culturais. Querem aproveitar a viagem para uma imersão total em universos desconhecidos e experimentar novas formas de vida, diferentes das que adota.

Finalmente o sexto tipo de viajante pretende que o trajeto agregue capital social. Ou seja, usam e abusam da mídia digital para informar sobre experiências pessoais, de olho no crescimento de sua audiência online.

O estudo da Amadeus evidentemente não esgota o tema, mas contribui para repensar a abordagem atual dos por hotéis, agências, companhia aérea, e demais integrantes do turismo. Nem sempre os novos grupos estão identificados pelas suas condições socioeconômicas ou geográficas. O esforço vale a pena. A segmentação por “confrarias” de identidades não só proporciona ao viajante uma experiência mais valiosa, como gera rendas adicionais para os integrantes desta indústria.

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