01/09/2026
Existe em mim um desejo constante de melhorar.
Ao longo dos anos trabalhando como assessora , desenvolvi um hábito que gosto muito: observar.
As pessoas, os relacionamentos, os pequenos gestos. E, sempre que encontro uma qualidade que admiro em alguém, tento levá-la comigo.
É curioso como pode ser difícil enxergar a nós mesmos, enquanto é tão fácil reconhecer beleza no outro.
Dalila tem uma delicadeza que não precisa pedir licença para ser percebida. É meiga, serena, daquelas pessoas que parecem carregar uma calma própria.
Mateus tem outro jeito de estar no mundo. É mais quieto, mas não distante. Participa, interage na hora certa e demonstra presença sem precisar ocupar todos os espaços.
Talvez seja justamente nessa diferença que exista uma das coisas mais bonitas entre eles: 𝗮 𝗮𝘂𝘀𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗲𝘀𝘀𝗮.
Eles se conhecem há oito anos e, há dois, escolheram namorar. Construíram uma relação feita de conversas, descobertas, cumplicidade, planos e escolhas.
Mas havia algo que, para a maioria das pessoas, provavelmente teria acontecido muito antes:
𝗘𝗹𝗲𝘀 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮 𝘀𝗲 𝗯𝗲𝗶𝗷𝗮𝗿𝗮𝗺.
Em um mundo acostumado à urgência, pode ser difícil compreender uma decisão assim.
Mateus e Dalila escolheram outro caminho.
𝗘𝘀𝗰𝗼𝗹𝗵𝗲𝗿𝗮𝗺 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗿.
Pela fé, pelo propósito, pelo tempo certo e pelo momento que realmente fizesse sentido para os dois.
E foi assim que 𝗼 𝗽𝗿𝗶𝗺𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗯𝗲𝗶𝗷𝗼 𝗴𝗮𝗻𝗵𝗼𝘂 𝘂𝗺 𝗹𝘂𝗴𝗮𝗿 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗰𝗶𝗮𝗹 𝗻𝗲𝘀𝘀𝗮 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮: 𝗼 𝗮𝗹𝘁𝗮𝗿.
Depois do “sim”, quando se olharam e escolheram, diante de todos que amam, começar uma vida juntos.
O primeiro beijo.
Depois de dois anos de namoro, oito anos de história e toda uma espera.
𝗡𝗼 𝗮𝗹𝘁𝗮𝗿.
Talvez seja por histórias assim que meu lado romântico seja mesmo incurável. E talvez seja também por elas que eu continue acreditando que, no amor e na vida, 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗺𝗮𝘀 𝗮𝗹𝗴𝘂𝗺𝗮𝘀 𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗶𝘀𝗮𝘀 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗯𝗼𝗻𝗶𝘁𝗮𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗮̃𝗼 𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗮𝗰𝗼𝗻𝘁𝗲𝗰𝗲𝗺 𝗿𝗮́𝗽𝗶𝗱𝗼 : 𝘀𝗮̃𝗼 𝗮𝘀 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝗵𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘀𝘁𝗿𝘂𝗶𝗿. ❤️