Paulo Angeli

Paulo Angeli Coordenador do Festival de Turismo das Cataratas, CEO da De Angeli Feiras e Empreendimentos.

10/03/2026

Mais do que um evento tradicional, o Festival das Cataratas se consolidou como um ambiente de inovação, troca de conhecimento e geração de oportunidades, reunindo profissionais, empresas, destinos, tecnologia e a nova geração do setor.

Uma das características mais marcantes do Festival é a presença de estudantes de turismo e áreas relacionadas, conectando a formação acadêmica com o mercado real.

É um espaço onde todos os nichos do turismo encontram seu lugar, do estudante ao grande empreendedor.

Fortalecer o turismo também é formar pessoas e preparar o futuro da atividade.

06/03/2026

A tecnologia, inovação e novos modelos de experiência serão cada vez mais decisivos para o crescimento do turismo nos próximos anos. Não se trata apenas de tendência, mas de uma nova forma de pensar o mercado, os destinos e a forma como nos conectamos com os viajantes.

Meu objetivo é seguir provocando esse olhar no setor e incentivar cada vez mais profissionais a apostarem em inovação para fortalecer o turismo.

O futuro do turismo será construído por quem tem coragem de evoluir.

12/01/2026

O melhor texto para abrir este 8 de janeiro. Eduardo Bisotto desenhou com precisão a decadência civilizacional na qual o antibolsonarismo enfiou o país nos últimos quatro anos. Ser contra uma ideologia, um partido, um político, é uma coisa. Defender a injustiça, a censura, e a perseguição política, é outra bem diversa. Mas é preciso ter um mínimo de honestidade intelectual para enxergar a diferença. Mas honestidade é justamente tudo o que falta ao antibolsonarismo histérico.

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O APODRECIMENTO MORAL DO ANTIBOLSONARISMO

"Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você".
Friederich Nietzsche

Há meses tenho sido consumido por um incômodo imenso: pessoas com as quais já concordei, com quem compartilhei análises e projetos, apodreceram COMPLETAMENTE do ponto de vista moral. Passaram a normalizar prisões injustas, comemorar a perseguição a idosos, aplaudir um verdadeiro Estado de Exceção autoritário esmagando pescoços frágeis de modo covarde, apenas por vingança política.

Para estas pessoas, o bolsonarismo não é apenas uma questão de enfrentamento político: sua existência e sucesso causam uma ofensa de caráter pessoal e existencial.

Eu tenho propriedade para falar a respeito: sou antibolsonarista muito antes de virar modinha. Batia em Jair Bolsonaro e em seus seguidores em 2014, quando ele tentou ser vice de Aécio Neves. Confrontei o bolsonarismo e o próprio olavismo, de quem sou devedor intelectual, quando ambos tentaram sabotar o impeachment de Dilma, buscando empurrar o golpismo mal disfarçado em seu lugar. Em 2018, estive nas trincheiras antibolsonaristas nos dois turnos. Opus-me ao seu Governo por quatro anos. E segui sendo antibolsonarista nas eleições de 2022.

Em nenhum momento, no entanto, eu pensei em resolver a divergência com perseguição judicial. Em nenhum momento me ocorreu que deveriam inventar acusações para prender meus adversários. Fui alvo de Filipe Garcia Martins no auge de sua influência, minha esposa foi atacada, meu filho, ainda bebê, foi exposto e, mesmo assim, não imaginei destruir a vida dele. Minha solução, como homem, era bem mais simples e prática: um dia eu acabaria encontrando ele pessoalmente e arrebentando na porrada. E era isso.

Agora vejo pessoas que se pretendem muito civilizadas e democráticas comemorando sua perseguição covarde, infame, nojenta, de fazer corar Stálin e seus Processos de Moscou. Um homem que é preso por fazer uma viagem que não fez. Uma viagem que se tivesse feito, não incorreria na infração de nenhuma sanção legal, já que tais sanções não existiam. Filipe que é condenado por ser autor de uma "minuta golpista" que estava no Google desde 2016. E por supostamente tê-la apresentado numa reunião que ele comprovadamente não participou.

Mas os muito civilizados e democráticos comemoram. Aplaudem. Vibram. Acham belo e moral um oficial da FAB agir como pr******ta de beira de estrada, fazendo fofoquinha sobre o suposto uso de rede social. E justificam tudo isso com a ideia de que Filipe seria o suposto ideólogo de um regime autoritário.

Que autoritarismo, santo Deus? Que medida restritiva da liberdade foi implantada no Governo Bolsonaro? Aliás, a verdade precisa ser dita: foi um governo absolutamente bagunçado. Uma zona que durou quatro anos. Mesmo que Filipe fosse o tal ideólogo, a ideologia nunca saiu da teoria pra prática. E teorizar, em países verdadeiramente civilizados, não é e nem pode ser crime.

Falemos do próprio Bolsonaro. Alexandre, o Déspota, forçou sua condenação por ser o suposto chefe de um suposto golpe. Caso tal golpe tivesse sequer sido esboçado, seria a maior trapalhada da história. Bolsonaro teria deixado pra tentar o golpe já fora do poder, sem qualquer autoridade sobre militares e agentes de segurança, enquanto comia frango frito no KFC em Miami e usando como agentes de execução velhinhas e senhoras frágeis.

O 08 de Janeiro de 2023 ainda há de ser explicado pela história. Alexandre, o Déspota, contou uma história da carochinha tão rocambolesca que nem mesmo completos idiotas são capazes de acreditar. Ao contar sua história patética, muitas perguntas seguem sem resposta.

EDUARDO BISOTTO

07/01/2026

*Soberania não é do Estado*

Por Leonardo Corrêa*

A palavra soberania continua sendo pronunciada como se fosse propriedade do Estado. Invoca-se sua defesa em notas diplomáticas, discursos oficiais e editoriais constrangidos, quase sempre para proteger governos — raramente pessoas. O resultado é um paradoxo recorrente: quanto mais se fala em soberania, menos soberanos parecem ser aqueles que vivem sob ela.

Os acontecimentos recentes na Venezuela expuseram essa confusão com clareza quase pedagógica. Discute-se se a captura de Nicolás Maduro teria violado a soberania venezuelana, como se soberania fosse um bem institucional pertencente ao governo de turno ou um atributo automático da existência de fronteiras. Mas essa pergunta parte de um erro anterior. A soberania venezuelana não foi ferida no momento da queda do ditador. Ela havia sido expropriada muito antes — quando cada indivíduo deixou de ser autor real do poder que o governava.

Porque soberania não é do Estado. Soberano é o povo — e o povo não é uma abstração coletiva, mas a soma de indivíduos livres. Cada um de nós, individualmente. Sempre.

Quando votar não altera nada, quando protestar se converte em crime, quando falar exige coragem física, quando o direito deixa de proteger e passa a punir, a soberania já não existe — ainda que o governo permaneça, ainda que o aparato estatal funcione, ainda que o país continue sentado à mesa das nações. O que resta é dominação organizada. Um simulacro institucional que governa corpos, não cidadãos.

É por isso que o erro mais persistente do debate internacional é tratar soberania como atributo do Estado, quando ela é atributo do indivíduo. O Estado é instrumento. A Constituição é mecanismo. Ambos só se justificam enquanto servem para organizar e proteger uma soberania que não criam, mas reconhecem. Quando se invertem — quando o texto vira ornamento e o Estado vira fim em si mesmo — a soberania não migra: ela é roubada.

Mario Vargas Llosa já havia visto essa dinâmica em 2014, no artigo “Os estudantes”, publicado no El País em 3 de maio de 2014, ao descrever a mobilização estudantil venezuelana. Seu texto não é apenas uma denúncia moral do chavismo. É o reconhecimento correto de quem estava, de fato, lutando pela soberania: não as instituições capturadas, não os governos cúmplices, não as organizações multilaterais — mas indivíduos concretos. Estudantes, advogados voluntários e cidadãos comuns tentando retomar aquilo que lhes havia sido confiscado: o direito de se reconhecerem como autores últimos do poder.

A atuação do Foro Penal Venezuelano, documentando torturas, prisões arbitrárias e desaparecimentos, não era um gesto humanitário periférico. Era um ato soberano no sentido mais rigoroso da palavra. Um lembrete de que não existe soberania sem responsabilidade, e que não existe responsabilidade sem limites ao poder.

Isso também dissolve a falsa oposição entre “não intervenção” e “imperialismo”. A pergunta relevante nunca foi se um governo estrangeiro violou a soberania de outro governo. A pergunta é se — e como — determinadas ações contribuem ou não para restituir a soberania aos indivíduos que haviam sido reduzidos à condição de súditos. Um regime que governa por fraude, medo e violência já não exerce soberania; exerce controle. Defendê-lo em nome da soberania é apenas sofisticar a cumplicidade.

Nada disso significa que a remoção de um ditador baste para restaurar a soberania. A soberania não se recompõe com a troca de governantes, com anúncios eleitorais apressados ou com comunicados diplomáticos bem redigidos. Ela só retorna quando o poder volta a ser limitado por regras que o indivíduo reconhece como suas — quando o pacto deixa de ser retórico e volta a ser vinculante porque representa, de fato, a vontade livre de cidadãos.

As reportagens recentes mostram isso com clareza inquietante. O comércio reabre, as filas diminuem, a rotina tenta se recompor — mas o medo permanece. Porque soberania não é ordem policial, nem abastecimento, nem normalidade aparente. Soberania é previsibilidade jurídica para o indivíduo. É saber que o poder não depende do humor do governante, da força do partido ou da criatividade do intérprete.

Talvez a lição mais dura da Venezuela seja esta: a maior ameaça à soberania nunca vem de fora. Ela nasce sempre de dentro, quando o poder deixa de se reconhecer como delegado e passa a se comportar como proprietário. Nesse momento, o Estado continua existindo — mas o soberano já não está lá.

A Venezuela, portanto, não é uma exceção exótica. É um espelho incômodo. Um lembrete de que soberania não é independência armada, nem retórica anti-imperialista, nem silêncio diplomático. Soberania é a condição de cada indivíduo não precisar pedir licença para ser livre. Quando isso se perde, tudo o mais — bandeira, hino, discurso — vira apenas cenário.

*Leonardo Corrêa — Sócio de 3C LAW | Corrêa & Conforti Advogados,
LL.M. pela University of Pennsylvania, Cofundador e Presidente da Lexum, autor de A República e o Intérprete — Notas para um Constitucionalismo Republicano em Tempos de Juízes Legisladores

25/12/2025
Hoje participei do lançamento do Território Cataratas e Caminhos, realizado em Foz do Iguaçu, representando a ABEOC e o ...
28/08/2025

Hoje participei do lançamento do Território Cataratas e Caminhos, realizado em Foz do Iguaçu, representando a ABEOC e o Festival Internacional de Turismo das Cataratas.

O projeto, apresentado pela SETU Paraná através do Secretário Paranhos, consolida uma importante etapa para a organização e promoção integrada do turismo regional. Os territórios turísticos representam uma ferramenta estratégica para valorizar os atrativos, potencializar os destinos e aproximar ainda mais os atores do setor.

Estar contribuindo neste momento reforça nosso compromisso em apoiar iniciativas que fortalecem o turismo, geram desenvolvimento sustentável e contribuem para posicionar o Paraná e a região de Foz do Iguaçu como referência nacional e internacional.

14/08/2025

Hoje é o dia da Bandeira Paraguaia.
Linda polka para homenagear

18/02/2025

Varig em 1972 divulgando o Paraná

15 fatos interessantes que você talvez não saiba sobre o Paraguai1. O Paraguai é um dos dois únicos países sem litoral n...
03/01/2025

15 fatos interessantes que você talvez não saiba sobre o Paraguai

1. O Paraguai é um dos dois únicos países sem litoral na América do Sul, sendo o outro a Bolívia.

2. O Guarani não é apenas uma língua oficial ao lado do espanhol, mas também o nome da moeda do país, destacando sua profunda importância cultural.

3. Cerca de 95% dos paraguaios são de ascendência mista europeia e indígena, uma das maiores porcentagens de populações mestiço do mundo.

4. A bandeira nacional do Paraguai é uma das poucas no mundo com desenhos diferentes de cada lado: a frente apresenta o brasão nacional de armas e a parte de trás exibe o selo do tesouro.

5. A Barragem de Itaipú, no Rio Paraná, é uma das maiores usinas hidrelétricas a nível mundial, fornecendo quase toda a energia elétrica do Paraguai e exportando para países vizinhos.

6. O Paraguai é o lar de uma vasta área do Gran Chaco, uma região pouco povoada e semiárida rica em biodiversidade.

7. A harpa paraguaia é o instrumento nacional do país e é conhecida pelo seu design único e pelas melodias cativantes.

8. Tereré, um chá de ervas frio feito com yerba mate, é a bebida nacional e é tão popular que é comemorado com um feriado nacional.

9. O Paraguai tem uma configuração única de “capital dupla”: enquanto Assunção é a capital oficial, a cidade de Encarnación é frequentemente referida como a capital cultural.

10. A Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) foi um dos conflitos mais devastadores da história latino-americana, resultando na perda de até 70% da população masculina do Paraguai.

11. O Paraguai é conhecido como "Corazón de América" ou "Coração da América" devido à sua localização central no continente.

12. O país tem uma próspera comunidade menonita, especialmente na região do Chaco, onde desenvolveram colônias agrícolas prósperas.

13. A renda Ñandutí, um artesanato tradicional que se assemelha a teias de ar**ha, é um símbolo da arte paraguaia e é frequentemente usada em roupas e decoração de casa.

14. O Paraguai é um dos principais exportadores mundiais de açúcar orgânico e stevia, um adoçante natural derivado da planta stevia.

15. As Missões Jesuítas de La Santísima Trinidad e Jesus de Tavarangue, ambos Património Mundial da UNESCO, são alguns dos exemplos mais bem preservados da arquitetura jesuíta da América do Sul.

"Se você tem um pão e eu tiver um euro, e eu vou comprar o pão, eu terei um pão e você um euro, e você verá um equilíbri...
02/10/2024

"Se você tem um pão e eu tiver um euro, e eu vou comprar o pão, eu terei um pão e você um euro, e você verá um equilíbrio nessa troca, isto é, A tem um euro e B tem pão, e ao contrário, B tem o pão e A o euro.
Este é, portanto, um equilíbrio perfeito.
Mas se você tem um soneto de Verlaine, ou o teorema de Pitágoras, e eu não tiver nada, e você me ensinar, no final dessa troca eu terei o soneto e o teorema, mas você os terá conservado.
No primeiro caso, há equilíbrio. Isso é mercadoria. No segundo, há crescimento. Isso é cultura. "

(Michel Serres, Filósofo Francês )

18/09/2024

"O Brasil abraçou o Rio Grande do Sul e agora queremos abraçar o Brasil".

Com alegria apresentamos o filme da nossa nova campanha nacional de turismo, considerada a maior campanha mercadológica da história do Rio Grande do Sul, lançada hoje, no Palácio Piratini, em Porto Alegre.

A campanha inclui uma série de ações que abrangem desde anúncios em aeroportos e mobiliário urbano de cidades brasileiras, inserções de áudio e vídeo em mídias especializadas e em veículos de cobertura nacional. O foco é promover a resiliência, a segurança e a atratividade do estado, destacando sua acolhida, suas belezas naturais, a cultura e a gastronomia gaúchas em diversas regiões do Brasil.

O RS espera de braços abertos!

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