04/04/2025
sobre a lenda do conde: pouco se sabe, mas vamos lá...
ele não possui sobrenomes. é único em seu nome.
enviado das terras baleares para os trópicos com a missão de administrar propriedades, construções, terras e moradias.
um status que ele disfarça fazendo encontro sociais, bebendo champagnes - ou similares - , e rindo da cara da sociedade.
talvez não seja risada, talvez seja uma lamentação.
e talvez isso explique que o ódio seja sua linguagem preferida. não é bem 'ódio'... mas da para confundir o inimigo.
é um discurso direto que ele tem, e que dá condição de estar sempre certo... e isso assusta. e mesmo assim, ou por isso mesmo, ele está sempre cercado de seus: fiéis, incondicionais, fãs, e outros até soberanos. muitas vezes ele se disfarça ou se esconde misturado no meio de muita gente, mas todos sabem que ele gosta mesmo de pouca gente.
ele é seu próprio ascendente, criou uma linha de humor única. tem quase uma condição climática feita especialmente para ele. tem o sexto e o sétimo sentidos aguçados. ele sabe das coisas sem ninguém ter contado. as pessoas contam para ele sem ele pedir para saber... descobrir fatos, histórias, ligações é só mais um dom que lhe conferiu o título de conde.
ainda a se destacar, a notável acidez natural: no caminhar, no cumprimentar e no julgamento por trás das lentes. nos comentários, na risada e até mesmo no silêncio. se ele te chamar pelo nome, preste atenção e responda com calma e sinceridade (é o conselho que dão por ai).
bem aventurados aqueles que já presenciaram o conde em momentos de descontração. na mesa de uma refeição, na mesa de uma bar, na madrugada de um clube, na madrugada dançando com se chutasse a bunda de alguém, ou simplesmente dormindo no sofá da casa de um amigo... e perceberam como é especial estar ao seu lado e desfrutar da sua amizade e companhia - esses estão seguros e protegidos da CONDEnação.
a não ser que você não toque uma música boa... aí ele vira o conde.