PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO RURAL:
SOUSAS E JOAQUIM EGÍDIO
Algumas das principais fazendas da região foram: a Fazenda Guariroba, a Fazenda Santa Maria e a Fazenda Atibaia ou Fazendinha, sobre as quais fizemos um estudo de caso. O latifúndio do Engenho Atibaia foi registrado como “Bens rústicos” em 1818, ainda no ciclo da cana-de-açucar, com 2017 alqueires, pertencente ao brigadeiro Luís Antonio
de Sousa, e posteriormente, herdado pelo barão de Limeira, seu filho. Em 1851 a fazenda produzia 6 mil arrobas de açúcar e 5 mil arrobas de café. Após a morte do barão, em 1872, a baronesa continuou mantendo a fazenda como sua propriedade. Em 1885, a fazenda possuía 250 mil pés de café com maquina de benefício ä vapor e terreno atijolado. Em 1900 a fazenda pertencia a “Baronesa de Limeira & Filhos”, sua produção era de 15 mil arrobas de café. Já em 1914 a fazenda pertencia a Sílvio Maia, tendo 250 alqueires de terra e 180 mil pés de café. Maia. Hoje, após do desmembramento histórico da propriedade, a fazenda Atibaia, a qual pertence a sede antiga, foi vendida a um novo proprietário e está sendo restaurada e adaptada para moradia. Texto extraído dos anais do XVI Encontro de iniciação Científica e I encontro de iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da PUC Campinas. Luiza Ohana Bravo
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
CEATEC
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Ivone Salgado
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
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